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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Workshop "Mindfulness e PNL"

SATI
oservar, frente a frente com
o que se apresenta, alerta,
consciência
Teve lugar este fim-de-semana no Estoril mais um “workshop”. sobre Mindfulness e PNL . Estavam presentes diversas pessoas com certificação  practitioner e Master practitioner, o que permitiu uma troca enriquecedora de ideias sobre a combinação PNL e Mindfulness.

Foram praticados os exercícios essências desenvolvidos originalmente no MBSR -Mindfulness Based Stress Reduction , do Dr. Jon Kabat-Zinn. Foram afloradas as possibilidades no seu emprego como prevenção da depressão (MBCT – Mindfulness Based Cognitive Therapy) e na maneira de lidar com a dor (Act – Acceptance en Commitment Therapy), Foi comunicado também por uma participante sobre o que já está a acontecer em Portugal com o emprego de mindfulness no campo da educação.

Para além das vantagens práticas conhecidas de Mindfulness, tratou-se qui, sobretudo, da  complementaridade de Mindfulness e PNL. Foram apontadas as enormes possibilidades que “a atenção plena no momento atual de forma intencional e sem julgamentos” pode ter no aumento da acuidade sensorial e da consciência e libertação dos filtros que omitem, distorcem e generalizam a informação. Foi largamente comentado o conceito “consciência consciente “ de Eckhart Tolle como uma fase de aprendizagem e transformação que vai além da “inconsciência competente” das fases clássicas de aprendizagem em PNL. Deu-se uma atenção muito especial às subtilezas, às vezes, pouco compreendidas, dos pressupostos sobre a transformação em PNL: ecologia, aceitação do que é como ponto de partida (qualquer luta, seja com o exterior, seja dentro de nós, é uma causa perdida para ambas as partes), associação e dissociação e a libertação de recursos, entre os quais os recursos considerados dos mais potentes em PNL, os estados essenciais.
E muito mais.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

“É preciso esvaziarmo-nos para nos podermos encher de novo, como diz Krishnamurti. Uma taça é útil apenas quando se encontra vazia. Não faz qualquer sentido uma taça cheia porque assim nada lhe podemos acrescentar. É preciso aprender a esvaziar-se para poder dar.

Esta é a nossa vida. Teremos de aprender a desfazer-nos do conteúdo da taça para poder enchê-la de novo. A nossa vida torna-se mais rica de cada vez que enchemos a taça, mas também quando a esvaziamos, porque, quando o fazemos, estamos a abrir a possibilidade de a encher de novo…”

Jorge Bucay
(enviado por M. Obrigado!)

Mais, mais e mais e muito mais…

Tanto quanto se sabe
nenhum pássaro  tentou construir mais ninhos que o seu vizinho.

Nenhuma raposa se aborreceu por ter
apenas uma toca para se esconder.

Nenhum esquilo morreu de ansiedade
pelo facto de não ter o suprimento
para dois invernos em lugar de um.

E nenhum cachorro perdeu o sono
por não ter ossos suficientes para anos futuros.

(tirado de um Power Point a circular na net)