domingo, 31 de outubro de 2004

A minha mãe era uma Guerreira

A minha mãe era linda.
Tinha os olhos verdes de fundo do mar transparente.
Era doce e muito gentil.
Mas, também, era Guerreira. Era uma brava. Era mulher, se necessário, de puchar de espada na briga.
Como eu gostava dela.
Também, era submissa. E eu não gostava.
Mas agora compreendo. O submissa era superficial. Interiormente ela mantinha-se verdadeira.
Sempre uma Guerreira.

Olá Pnlianas!!!

A vossa participação é bonita.
A abundância, o enrriquecimento e progresso pessoal tem muito a ver com a atitude de aprendizagem, que temos, de cada interacção como os outros.
Obrigada.

sábado, 30 de outubro de 2004

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Ainda haverá um fim-de-semana de iniciação à PNL em 2004. Terá lugar a 11 e 12 de Dezembro.
Para estar seguro dum lugar é reservar já.

Cristina, astróloga e pnliana

Bem vinda ao Blog, Cristina.
Que outros sigam o teu exemplo.
Fala-nos da PNL,
Fala-nos da Lua e das Estrelas,
Daquele Sol dentro de ti a brilhar
Que nos inflama a todos.
Fala-nos da tua paixão de viver
Para mover montanhas
E fazer pasmar Universos.

Estreia em Sintra

Num pavilhão com paredes feitas de janelas dando sobre jardins com vistas sobre o verde das arvores da Serra de Sintra, começou o 10º practitioner em Portugal. 12 cursistas e duas assistentes que frequentam o Masterpractitioner.
Ainda o curso praticamente não tinha começado já se dançava
"Eu Sou uma Montanha", de R. Kelly.
Foi o primeiro dia de curso mas já soou aquele
"Say Yes". Até mesmo ouviram-se já palavras como "I am de Voice" de Tony Robbins:
...
"Now I am de Voice.
I wil lead, not follow.
I wil believe, not doubt.
I will create, not destroy.
I am a Force for Good.
I am a Leader.

Defy the odds!
Set a new standard!
Step up!"

PNL - Liberdade e Abundância

A PNL é um mundo fantástico que me tem permitido aceder às facetas"divinas" que em mim habitam. Algo tão simples mas tão misterioso e que não é mais do que reconhcer os sinais da nossa abundância interior, os lugares sagrados que nos habitam e onde podemos encontrar respostas para as perguntas que continuamente se manifestam. Há momentos em que nos esquecemos de quem somos e nos sentimos incrivelmente separados de nós. Agradeço ao Zé Figueira e a todos quantos partilham comigo o Practioner, por me ajudarem a entender, os verdadeiros sinais de liberdade e abundância que povoam os nossos corações. Ser especial é isso... recordar quem somos, viver o que somos, e agir a partir de uma fonte de onde brota a nossa magnífica energia interior! Cristina Seabra

(Quer conhecer a versão mais atualizada do artigo "PNL e Liberdade" do livro Descobrir a PNL de José Figueira? Clique então:
https://pnl-portugal.leadpages.co/pnl-liberdade/

sexta-feira, 29 de outubro de 2004

"O meu pai", uma metáfora da Paula

"O meu pai"
O meu pai é um homem dificil de dizer. Nunca foi bom, nem mau.
Foi sempre muito bom e muito mau.
O meu pai nunca foi ausente, mesmo não estando presente.
O meu pai nunca foi criança, mas soube sempre brincar.
O meu pai é aquele homem de porte severo, de porte recto, que me lê os olhos, mesmo quando eu minto.
O meu pai deixava-me subir para o seu colo e medir forças com ele. Às vezes medíamos as mãos. Outras vezes, os pés. E os dele que eram enormes, foram ficando pequenos, e os meus que eram pequenos, ficaram grandes.
O meu pai era aquele homem que eu olhava com medo de olhar.
O meu pai levava-me a passear.
O meu pai quando eu fiz 7 anos, ofereceu-me um urso de peluche maior do que eu.
Nunca soube dizer, o que por ele sentia. Se o amava ou se o odiava. O meu pai é o meu pai. E é por isso que é apenas meu.
O meu pai foi o meu primeiro amor.
"Vou perguntar ao meu pai."
"O meu pai sabe responder."
"Porquê? Porque o meu pai me disse."
"Vem aí o pai!"
O meu pai explicou-me a vida, pelos olhos dele.
E ralhou-me. E bateu-me.E deu-me a mão. E deu-me um empurrão.
E por vezes , disse-me NÃO.
O meu pai nunca foi criança, embora me contem que um dia nasceu.
O meu pai é um menino, de olhos verdes e cabelos d'oiro, que nunca cresceu.
O meu pai? "E' o amorinho". Que se zanga e que faz birras.
O meu pai tem cinco meninas. Sempre as teve e há-de-as ter.
Não tenhas medo pai, não as podes perder.
O meu pai é muito forte.
Nunca o vi chorar, nunca o vi ter medo. Não sei sequer, se o meu pai é como eu.
O meu pai sabe falar de tudo e já quase que deu a volta ao mundo. E tambem diz baboseiras, e juntos fartamo-nos de rir.
O meu pai é um poeta, que tem vergonha de o parecer e finge não o saber.
Hoje, ele renasce criança - com pouco cabelo e com barba branca. E como sempre, o menino que ele foi, senta-se à mesa com as suas meninas; e milagrosamente, em vez de seis , somos sete.
O meu pai nunca perdeu, mesmo quando o temeu.
Paula Pimentel
Um beijinho para o" meu pai" da sua menina.
13 fevereiro de 1993.
Metafora para o meu pai.
Obrigado pela partilha.
Beijinho da Paula.

(A Paula é uma cursista do actual PNL practitioner em tempo laboral, ao serviço da Clínica TRANSFORM, Emagrecer, Eu consigo!!!, uma clínica que irá funcionar com atenção especial para a área comportamental usando técnicas da Programação Neurolinguística)

quinta-feira, 28 de outubro de 2004

Krishnamurti disse um dia

A nossa mente não tem frescura. A nossa mente já viveu milhares de anos... Somos uma consciência vastíssima; só que nos apropriámos duma parte dela, construímos um muro à sua volta, confinámo-la, e agora dizemos “Isto é a minha individualidade”... essa clausura de arame farpado que, na maioria dos casos, cada um de nós é... estado de consciência que é imenso, vasto, que tem passado por milhares de experiências e que está debaixo da crosta, do fardo, do peso da tradição, do conhecimento acumulado, de toda a espécie de esperança, de medo, de desespero, ansiedade, agonia, avidez, ambição...
Assim, as nossas mentes estão embotadas pelo passado... tantas experiências que conserva todas as cicatrizes, todas as lembranças, todos os movimentos do pensamento, como memória – com essa mente é que vamos ao encontro da vida... e não podemos evidentemente.
... para olhar (uma) flor de maneira nova... temos de ter uma mente nova... – uma mente fresca, inocente, extremamente acordada. De outro modo, não a podemos ver – só vemos as lembranças que projectamos nessa flor... Mas a nossa mente está tão gasta, tão embotada pela sociedade, pelas circunstâncias, pelos nossos medos e desesperos, por todas as desumanidades, pelos insultos e as pressões, que se tornou mecânica, insensível, entorpecida, indolente. E com essa mente queremos compreender: é evidente que não podemos.
Assim, a questão é: Será possível ficarmos livres de tudo isso? ... Será possível estarmos libertos do conhecimento (acumulado)?
...
Assim, a mente que quer compreender o que é verdadeiro, tem de compreender... todo o significado do que é a liberdade. A liberdade não é uma libertação a alcançar em algum mundo celestial, mas sim a liberdade quotidiana, que é estar livre do ciúme, do apego, da competição, da ambição – que significa
MAIS : “Tenho de ser melhor”, “sou isto e tenho de me tornar aquilo”.
Mas quando OBSERVAMOS o que somos, não há então o tornarmo-nos alguma coisa mais, além daquilo que somos; então, há UMA TRANSFORMAÇÃO IMEDIATA DE AQUILO QUE É.
KRISHNAMURTI

MEDITAÇÕES

O PENSAMENTO É A PRÓPRIA NEGAÇÃO DO AMOR E ELE NÃO PODE ENTRAR NESSE ESPAÇO ONDE O "EU" NÃO EXISTE.
NESSE ESPAÇO RESIDE A BÊNÇÃO QUE O HOMEM PROCURA E NÃO PODE ENCONTRAR,
PORQUE A PROCURA DENTRO DAS FRONTEIRAS DO PENSAMENTO,
E ESTE DESTRÓI O ÊXTASE DESSA BÊNÇÃO.
J. KRISHNAMURTI

DIZER SIM À VIDA

Era uma vez...
...uma escola...rosa, verde, vermelha, não sei. Era brilhante, viva e tinha um perfume especial.
Uma escola muito bonita, onde todos, meninos, meninas, professores, aprendiam, estudavam, praticavam, brincavam, riam, zangavam, choravam, gritavam, cantavam, dançavam, ...e sobretudo cresciam, cresciam... ah, ah como cresciam...
Todos se sentiam bem, com zangas, amuos, ciúmes, medos, amor, amizade, eu sei lá...Porquê?
Tinham todos decidido interiormente DIZER SIM À VIDA,
DIZER SIM a tudo o que a vida lhes trouxesse, Bom ou Mau.
Bom porque era muito Bom, sabia a doce, cheirava a rosas...
Mau, porque esse mau era momentâneo, era só segundo uma crença limitada do momento.
Eles todos perceberam, aprenderam uma Crença Ilimitada:
tinham uma fé, que qualquer “mau” que a vida lhes desse, se tornaria Bom e mesmo Muito Bom, o melhor , quando assimilado e entendido.
Os meninos, as meninas e os professores cresceram , desde então, com o Sim, Sim, Sim À VIDA , muito felizes... e para sempre.

Podem alterar, mudar , retirar, acrescentar o que quiserem , e fazer circular se quiserem.

Inês Melo

quarta-feira, 27 de outubro de 2004

Era uma vez...

Metáfora de Teresa Garcia, criada durante o tema Metáforas, nono Practitioner:

Era uma vez uma menina que queria entrar no mundo da Avó. A Avó era muito ocupada, tinha uma casa para tratar e equilibrar e refeições para preparar. E só no preciso momento que a campainha tocava é que ela sabia quantas bocas teria para alimentar: nunca menos de 6, mas podiam ser 20! Nessa altura o congelador/frigorífico era reduzido – diariamente se ia às compras e não havia micro-ondas (para as descongelações e preparações rápidas) … e nem sequer se imaginava a possibilidade de recorrer a refeições já prontas! Mas corria sempre tudo bem: nessa mesa nunca faltava comida, insistia-se (talvez em demasia…) sempre por repetir …e quem vinha de fora dizia: “que bem se come nesta casa!” …
E essa menina tinha a sorte de ser de dentro e foi entrando no mundo da Avó:
primeiro observando o que se passava ao seu redor,
depois observando como a Avó fazia,
mais tarde passou a acompanhá-la nas compras,
depois já podia estar presente na cozinha
a experimentar sabores,
sentir cheiros,
a ouvir os fervilhares,
… começou a partilhar os segredos da cozinha,
ganhou o privilégio não apenas de entrar no mundo da Avó mas deixou que Ela entrasse no seu… foi delicioso!

TERESA GARCIA

terça-feira, 26 de outubro de 2004

Sobre mensagens longas

Tenho recebido reacções sobre as comparticipações no blogger.
Há gente que sistematicamente não lê as mensagens longas.
Claro que isso tem unicamente a ver com eles.
Pela minha parte isto faz lembrar-me um poema sufi:
"A verdade é apenas um ponto. Os eruditos o multiplicaram"

CELEBRAÇÃO

Mensagem para todos os cursistas do Masterpractitioner que estiveram presentes no fim-de-semana em Fátima:

Quero felicitar todos os que estiveram juntos neste fim-de-semana em Fátima, no curso para Masterpractitioner, e sobretudo felicitá-los pela coragem de deixar falar o Corpo, o Corpo que para muitos na nossa cultura é um tabú.
O Corpo diz coisas que a mente às vezes quer esconder.
O Corpo diz coisas que a mente quer revelar e não é capaz.
E é bom assim.
O Corpo não mente, nem o meu nem o de qualquer outro ser humano.
Escutar o Corpo é escutar a Luz e o que me afasta dela - à Luz sempre chamei o Propósito, a Intenção, o Fim Último, o Meu Significado, Aquilo Que É Mesmo Importante Para Mim. E Tudo Tudo se manifesta no Corpo.
Obrigado por esta experiência conjunta.
Obrigado pela Celebração!
O Nosso Processo continua.
José Figueira

PNL e Espiritualidade

Uma vez assisti a um seminário sobre PNL e Espiritualidade na Bélgica. Traduzi alguns dos meus apontamentos que me parecem muito interessantes:

Com as técnicas da PNL podemos fortalecer o nosso “carácter” (a nossa mochila), a nossa estrutura psíquica de defesa e ataque para aumentar o nosso controle sobre nós e sobre os outros, para realizar os nossos objectivos. Podemos até tornamo-nos mais hábeis no domínio do exterior e insensíveis às emoções que não desejamos. Podemos até adquirir certa mestria comportamental e acreditar que nos tornámos deuses...
Até que os deuses nos levem... aí acaba-se todo o nosso controle.
Com as técnicas da PNL podemos por outro lado aprender a neutralizar o nosso “carácter” (a nossa mochila) e caminhar para a Luz que nós somos, para o Nada dentro de nós – a ausência das estruturas de defesa e ataque. Para sermos Livres, para sermos o canal da Energia, para encontrar, se calhar, a Verdade. E então chegar ao de lá da competência inconsciente, descobrir a Mestria, onde se é eficaz e tudo flui, quando se atingem resultados mágicos, sem tempo, sem esforço. Somos então Luz e damos Luz aos outros.

segunda-feira, 25 de outubro de 2004

Há uma poderosa força motora em cada ser humano que,
uma vez libertada, pode transformar em realidade cada visão, cada sonho, cada desejo.
A minha vida tem sido investigar como
despertar esta força, ajudar cada um de nós a lembrar-se de que ela existe e a explorar este poder ilimitado que reside em nós.
Anthony Robbins