A minha turma pnliana manifestou, em tempos, interesse num grande encontro de troca de experiências de PNL. Esse encontro seria extensivo a todos os practitioners, masters, coachs e trainers, recentes e não recentes.
Seria bom conhecermo-nos e enrriquecermo-nos.
Venho recordar esse desejo de encontro, que penso seria benéfico para todos nós.
Poderá ser um jantar, ou almoço ou jantar num fim de semana, como queiram.
Aguardam-se sugestões.
Como não tenho emails de todos, agradeço que passem a palavra.
Obrigada.
O meu email é: ines_m_melo@hotmail.com
quarta-feira, 30 de março de 2005
Aprender constantemente
Para muitos de nós o fim da escola ou universidade traz um momento de alívio "Até que enfim que a aprendizagem acabou, agora posso ir ganhar dinheiro".
Poucos realizam que a nossa aprendizagem acabou de começar. E porque não estamos conscientes de que a vida é a nossa escola, qualquer mudança ou crescimento torna-se uma fonte de dor ou desconforto. Não fomos designados para estarmos parados em corpo, mente ou espírito. A vida não é um negócio e as nossas relações não são oportunidades para encontrar algum lucro. Estamos aqui para enrriquecer e ser enrriquecidos. Daí a necessidade de aprender.
Aprender é mudar, mudar é crescer, e crescer é estar mais consciente hoje do que estivemos ontem. O que é que aprendemos hoje?
Poucos realizam que a nossa aprendizagem acabou de começar. E porque não estamos conscientes de que a vida é a nossa escola, qualquer mudança ou crescimento torna-se uma fonte de dor ou desconforto. Não fomos designados para estarmos parados em corpo, mente ou espírito. A vida não é um negócio e as nossas relações não são oportunidades para encontrar algum lucro. Estamos aqui para enrriquecer e ser enrriquecidos. Daí a necessidade de aprender.
Aprender é mudar, mudar é crescer, e crescer é estar mais consciente hoje do que estivemos ontem. O que é que aprendemos hoje?
Era uma vez...
Era uma vez…
Um homem pobre,
Sem eira nem beira
Sem burro ou carroça
Sem tostão ou cobre
Na sua algibeira…
Sem ser sequer motivo de troça!
Passava o dia a mendigar
A procurar frutos selvagens
Uns andrajos costumava usar
E na cabeça um barrete esverdeado
Contentava-se com viver,
Com o céu contemplar
E das nascentes a água beber.
Nada mais desejava
E todos nós sabemos
Que chegada a sua idade
E não se desejando mais nada
Sente-se o sabor da Felicidade!
Um dia passando pelas barracas da Feira
Avistou na cabeça do palhaço
Uma coroa de latão
Adornada com guizos de prata na beira!
E foi desde então,
Ao ouvir os guizos tilintar
Que o mendigo,
que sempre tinha a sabedoria à sua beira,
Ficou de cabeça no ar
Maravilhado com o dirindindim, dirindindim!
Ficava de boca aberta só de pensar:
“ Que beleza, que seria de mim?
Se mandasse o meu barrete voar
E pudesse vestir na cabeça o tilintar
Da coroa de latão por fim?”
Tinha no seu coração inocente
Nascido o primeiro desejo!
O primeiro de uma série ilimitada…
Tinha acabado a paz na sua mente…
A partir daquele dia
O pobre homem ficou diferente!
Deixou de se encantar
Com a deliciosa água das fontes
Com as nuvens a passar
Com a altura dos montes
Ou com um pássaro a voar…
Só sonhava com a coroa de latão
E ficou triste desde então…
Ofereceu os seus serviços ao palhaço nas feiras!
E depois de tanto trabalho:
piruetas, graçolas, saltos e brincadeiras,
Eis o merecido prémio: a coroa de latão!
Como era brilhante e bela
E ao olhar para ela
Pensava ser feliz então!
Mas não era, efectivamente não passava de ilusão!
É que todas as vezes que as campainhas tilintavam
Um novo desejo despertava no seu pobre coração…
Todas as coisas ele desejava
As mais lógicas e absurdas
As mais vãs, doces e irresistíveis coisas
que por ele passavam!
Até que compreendeu
Que mesmo coroa de latão
Este sonoro chapéu
Não era senão uma ilusão
Tudo o que lhe poderia dar
Era desordem e inquietação!
Num profundo suspiro, sem mais pensar
Foi ter com o palhaço
e entregou-lhe a coroa de latão…
Um homem pobre,
Sem eira nem beira
Sem burro ou carroça
Sem tostão ou cobre
Na sua algibeira…
Sem ser sequer motivo de troça!
Passava o dia a mendigar
A procurar frutos selvagens
Uns andrajos costumava usar
E na cabeça um barrete esverdeado
Contentava-se com viver,
Com o céu contemplar
E das nascentes a água beber.
Nada mais desejava
E todos nós sabemos
Que chegada a sua idade
E não se desejando mais nada
Sente-se o sabor da Felicidade!
Um dia passando pelas barracas da Feira
Avistou na cabeça do palhaço
Uma coroa de latão
Adornada com guizos de prata na beira!
E foi desde então,
Ao ouvir os guizos tilintar
Que o mendigo,
que sempre tinha a sabedoria à sua beira,
Ficou de cabeça no ar
Maravilhado com o dirindindim, dirindindim!
Ficava de boca aberta só de pensar:
“ Que beleza, que seria de mim?
Se mandasse o meu barrete voar
E pudesse vestir na cabeça o tilintar
Da coroa de latão por fim?”
Tinha no seu coração inocente
Nascido o primeiro desejo!
O primeiro de uma série ilimitada…
Tinha acabado a paz na sua mente…
A partir daquele dia
O pobre homem ficou diferente!
Deixou de se encantar
Com a deliciosa água das fontes
Com as nuvens a passar
Com a altura dos montes
Ou com um pássaro a voar…
Só sonhava com a coroa de latão
E ficou triste desde então…
Ofereceu os seus serviços ao palhaço nas feiras!
E depois de tanto trabalho:
piruetas, graçolas, saltos e brincadeiras,
Eis o merecido prémio: a coroa de latão!
Como era brilhante e bela
E ao olhar para ela
Pensava ser feliz então!
Mas não era, efectivamente não passava de ilusão!
É que todas as vezes que as campainhas tilintavam
Um novo desejo despertava no seu pobre coração…
Todas as coisas ele desejava
As mais lógicas e absurdas
As mais vãs, doces e irresistíveis coisas
que por ele passavam!
Até que compreendeu
Que mesmo coroa de latão
Este sonoro chapéu
Não era senão uma ilusão
Tudo o que lhe poderia dar
Era desordem e inquietação!
Num profundo suspiro, sem mais pensar
Foi ter com o palhaço
e entregou-lhe a coroa de latão…
domingo, 27 de março de 2005
Sobre Emancipação (II)
O seminário "Dançando com os deuses" está a tornar-se dia a dia cada vez mais discutível.
Citando:
“No ritual tradicional a resposta já está prevista enquadrando-se sempre dentro do mapa tradicional das crenças colectivas vigentes.No meu seminário despido de conteúdo mítico tradicional, é o próprio indivíduo que dá vida à sua própria metáfora individual.”
A Ana pergunta-se:
“É possível separar as coisas???”
A pergunta da Ana parece-me pertinente. É o resultado da relação estímulo-resposta mais conhecida como a pergunta “quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?” Noutras palavras: “é o homem o produto dos deuses ou são os deuses o produto do cérebro humano?”
Acho que é impossível pensar fora do contexto social. O meu ‘mapa do mundo’ é a minha interpretação do ‘território’, a cultura vigente.
Por outro lado sou um adepto e exponente da PNL em Portugal precisamente porque um dos quatro pilares básicos da PNL é a FLEXIBILIDADE. E flexibilidade é para mim o oposto da tradição.
Flexibilidade é trabalhar o meu ‘mapa’! Flexibilidade significa neste fim-de-semana empregar a estrutura modelada da magia para criar, modificar e utilizar os nossos deuses, pô-los ao nosso serviço para uma realização pessoal ecológica e contribuição para a melhoria humana e social... Quer dizer, nada mais nada menos do que já acontece em todos os cursos - é trabalhar com o meu ‘mapa’ no sentido do melhorar qualitativamente tanto a mim como ao ‘território’. Neste fim-de semana utilizamos para isso dança, transe, dando vida ao mito, tornando carnal a metáfora cósmica individual existente na nossa mente.
Citando:
“No ritual tradicional a resposta já está prevista enquadrando-se sempre dentro do mapa tradicional das crenças colectivas vigentes.No meu seminário despido de conteúdo mítico tradicional, é o próprio indivíduo que dá vida à sua própria metáfora individual.”
A Ana pergunta-se:
“É possível separar as coisas???”
A pergunta da Ana parece-me pertinente. É o resultado da relação estímulo-resposta mais conhecida como a pergunta “quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?” Noutras palavras: “é o homem o produto dos deuses ou são os deuses o produto do cérebro humano?”
Acho que é impossível pensar fora do contexto social. O meu ‘mapa do mundo’ é a minha interpretação do ‘território’, a cultura vigente.
Por outro lado sou um adepto e exponente da PNL em Portugal precisamente porque um dos quatro pilares básicos da PNL é a FLEXIBILIDADE. E flexibilidade é para mim o oposto da tradição.
Flexibilidade é trabalhar o meu ‘mapa’! Flexibilidade significa neste fim-de-semana empregar a estrutura modelada da magia para criar, modificar e utilizar os nossos deuses, pô-los ao nosso serviço para uma realização pessoal ecológica e contribuição para a melhoria humana e social... Quer dizer, nada mais nada menos do que já acontece em todos os cursos - é trabalhar com o meu ‘mapa’ no sentido do melhorar qualitativamente tanto a mim como ao ‘território’. Neste fim-de semana utilizamos para isso dança, transe, dando vida ao mito, tornando carnal a metáfora cósmica individual existente na nossa mente.
sexta-feira, 25 de março de 2005
UMA PÁSCOA FELIZ PARA TODOS
PÁSCOA, Morte e Renascimento.
MORREMOS para as coisas velhas, para as crenças e hábitos que nos limitam, para as ligações que não nos servem, para os vícios que nos prejudicam, para os pensamentos doentios, para os sentimentos negativos...Enfim, façamos um ritual, queimemos tudo isso.
E RENASCEMOS renovados, cheios de alegria, entusiasmo, força, clareza e muito amor...
Boa Páscoa
MORREMOS para as coisas velhas, para as crenças e hábitos que nos limitam, para as ligações que não nos servem, para os vícios que nos prejudicam, para os pensamentos doentios, para os sentimentos negativos...Enfim, façamos um ritual, queimemos tudo isso.
E RENASCEMOS renovados, cheios de alegria, entusiasmo, força, clareza e muito amor...
Boa Páscoa
O PODER DA NOSSA VERDADE
Era uma vez... um príncipe que era perito no uso de armas. Um dia encontrou um monstro cuja pela era invulnerável.
O monstro lançou-se contra ele, mas nada atemorizou o príncipe. O príncipe lançou uma flecha, lançou uma lança, uma barra, uma dardo, usou uma espada, mas nada afectou o monstro. Então investiu contra ele com os punhos e pés, mas foi agarrado pelos braços gigantescos do monstro.
-É inútil resistir, eu vou devorar-te - disse o monstro.
Mas o príncipe respondeu:
-Podes achar que usei todas as minhas armas e estou indefeso, mas ainda me sobrou uma. Se me devorares eu destruirei-te-ei quando estiver dentro do teu estômago.
A coragem do príncipe perturbou o monstro, que perguntou:
-Como é que podes conseguir isso?
O príncipe replicou:
-Pelo poder da Verdade.
Então o monstro libertou-o e suplicou por essa Verdade
Associação para a divulgação do ensinamento de Buda
O monstro lançou-se contra ele, mas nada atemorizou o príncipe. O príncipe lançou uma flecha, lançou uma lança, uma barra, uma dardo, usou uma espada, mas nada afectou o monstro. Então investiu contra ele com os punhos e pés, mas foi agarrado pelos braços gigantescos do monstro.
-É inútil resistir, eu vou devorar-te - disse o monstro.
Mas o príncipe respondeu:
-Podes achar que usei todas as minhas armas e estou indefeso, mas ainda me sobrou uma. Se me devorares eu destruirei-te-ei quando estiver dentro do teu estômago.
A coragem do príncipe perturbou o monstro, que perguntou:
-Como é que podes conseguir isso?
O príncipe replicou:
-Pelo poder da Verdade.
Então o monstro libertou-o e suplicou por essa Verdade
Associação para a divulgação do ensinamento de Buda
HIPOCRISIA
OSHO CONTA A HISTÓRIA DE UM HOMEM QUE AO CHEGAR AO BAR da sua cidade viu uma freire sair das sombrs e detê-lo, antes que ele pudesse entrar.
-O senhor deve parar de beber antes que seja tarde demais - lamentou-se ela.O homem pensou um pouco e então disse, com malícia:
-Você não está certa ao condenar algo que nunca experimentou.
-Eu sou uma freira. Não posso beber - replicou ela.
-o homem conversou um pouco com ela tentando persuadi-la a experimentar apenas um gole de bebida.
-Mas eu não posso entrar no bar vestida de freira. Por que não me traz um pouco de bebida numa xícara de café?
Assim o homem entrou no bar,encomendou o seu uísque e pediu uma dose extra numa xícara de café.
-Por Deus - exclamou o barmam. - Aquela velha freira está a rondar aí fora outra vez?
-O senhor deve parar de beber antes que seja tarde demais - lamentou-se ela.O homem pensou um pouco e então disse, com malícia:
-Você não está certa ao condenar algo que nunca experimentou.
-Eu sou uma freira. Não posso beber - replicou ela.
-o homem conversou um pouco com ela tentando persuadi-la a experimentar apenas um gole de bebida.
-Mas eu não posso entrar no bar vestida de freira. Por que não me traz um pouco de bebida numa xícara de café?
Assim o homem entrou no bar,encomendou o seu uísque e pediu uma dose extra numa xícara de café.
-Por Deus - exclamou o barmam. - Aquela velha freira está a rondar aí fora outra vez?
quinta-feira, 24 de março de 2005
PÁSCOA......
Páscoa....tempo de renascimento........ das flores, das folhas, do canto dos pássaros, dos filhotes que começam a voar.............. tempo de redescoberta.......da natureza e do Homem.......... uma nova história para contar......... para o vizinho, para a amiga, para o familiar..........mais uma METÁFORA da vida......
"A página aberta da vida é bela; porém, mais bela é a página ainda fechada."
A. Pazini
FELIZ PÁSCOA PARA TODOS OS PNLINGUÍSTICOS
terça-feira, 22 de março de 2005
Emancipação
Talvez que a grande diferença entre os tradicionais rituais e a estrutura ritualística empregue no seminário "Dançando com os deuses" é que no ritual tradicional a resposta já está prevista - ela enquadra-se sempre dentro do mapa tradicional de crenças colectivas vigentes.
No seminário despido de conteúdo mítico tradicional, é o próprio indivíduo que dá vida à sua própria metáfora individual.
No seminário despido de conteúdo mítico tradicional, é o próprio indivíduo que dá vida à sua própria metáfora individual.
Cenários
Do patamar da escadaria
Muitos mais cenários se revelam…
Cada um mais subtil que o outro…
Aceito o ritmo de cada um
Cada vez com mais alegria!
Revisito cada um deles
E fascino-me em cada olhar
Encanto-me em cada melodia
Elevo-me em cada história…
O ritmo é seguido com serenidade
Toda a comunicação entre cenários
É cada vez mais inteira, una
E, simultaneamente, parte integrante
Do Universo…
De tal forma, que um é outro
E o outro é um…
Sou agradavelmente
Cativa desta liberdade…
Aqui posso viver as mais variadas sensações…
Na transparência dos cenários
Vejo as mais lindas cores,
No silêncio dos mesmos
Ouço as mais belas melodias,
Distingo formas, danças extasiantes –
Borboletas dançantes –
Irradiando as mais agradáveis energias
Sinto os odores dos mais frescos perfumes
De frutos, sementes, flores…
Enfim,
Cultivo aquém e além,
Á medida que rodopio no patamar,
As mais belas formas de comunicar
A alegria transborda em mim
Por ter aprendido que os cenários da Vida
São uma eterna Aprendizagem…
Muitos mais cenários se revelam…
Cada um mais subtil que o outro…
Aceito o ritmo de cada um
Cada vez com mais alegria!
Revisito cada um deles
E fascino-me em cada olhar
Encanto-me em cada melodia
Elevo-me em cada história…
O ritmo é seguido com serenidade
Toda a comunicação entre cenários
É cada vez mais inteira, una
E, simultaneamente, parte integrante
Do Universo…
De tal forma, que um é outro
E o outro é um…
Sou agradavelmente
Cativa desta liberdade…
Aqui posso viver as mais variadas sensações…
Na transparência dos cenários
Vejo as mais lindas cores,
No silêncio dos mesmos
Ouço as mais belas melodias,
Distingo formas, danças extasiantes –
Borboletas dançantes –
Irradiando as mais agradáveis energias
Sinto os odores dos mais frescos perfumes
De frutos, sementes, flores…
Enfim,
Cultivo aquém e além,
Á medida que rodopio no patamar,
As mais belas formas de comunicar
A alegria transborda em mim
Por ter aprendido que os cenários da Vida
São uma eterna Aprendizagem…
CRENÇAS
Quando voltamos os nossos olhos ou os nossos ouvidos para o nosso ser interior, vemos, ouvimos ou sentimos aquilo que no fundo já sabemos que vamos encontrar.
Se a essência do ser humano é demoníaca encontraremos o demónio, se é angélica encontraremos anjos brancos harpando melodias celestiais.
O que encontramos não tem nada a ver com a realidade - tem a ver com o nosso mapa da realidade.
Há talvez que começar por aí: ESCOLHER o mapa mais funcional.
É sempre uma escolha, a maioria das vezes a escolha é inconsciente.
E não seria tão bom para nós e para aqueles à nossa volta se fizéssemos uma escolha consciente pelas crenças que nos ajudarão a todos -
Os resultados são sempre o fruto das nossas convicções. Cuidado pois com as convicções!
E o que acham desta meta-convicção? (desta convicção sobre convicções)
Se a essência do ser humano é demoníaca encontraremos o demónio, se é angélica encontraremos anjos brancos harpando melodias celestiais.
O que encontramos não tem nada a ver com a realidade - tem a ver com o nosso mapa da realidade.
Há talvez que começar por aí: ESCOLHER o mapa mais funcional.
É sempre uma escolha, a maioria das vezes a escolha é inconsciente.
E não seria tão bom para nós e para aqueles à nossa volta se fizéssemos uma escolha consciente pelas crenças que nos ajudarão a todos -
Os resultados são sempre o fruto das nossas convicções. Cuidado pois com as convicções!
E o que acham desta meta-convicção? (desta convicção sobre convicções)
Mais uma vez: DANSANDO COM OS DEUSES
Dois dias a dançar com os deuses e outras forças cósmicas com a ajuda da PNL (Programação NeuroLinguística) - activando os nossos recursos espirituais para a concretização dos nossos objectivos.
Dansando com os deuses é PNL pura. Se algo existe fora do ser humano que o transcende, não é uma pergunta da PNL. O que importa é como aceder às nossas representações internas do mito para as pôr ao serviço da nossa realização pessoal, do amor e do crescimento humano.
Partir do princípio que todos esses "recursos" estão na nossa mente é um acto de emancipação, na medida em que passo a ser responsável pela sua utilização, pela conscencialização dos processos inconscientes da mente e da libertação das forças da liberdade que conduzem à harmonia, ao encontro, ao sentido de missão, ao amor.
Liberte o seu Mestre interior! - É para muitos possivelmente esta a sua maior responsabilidade.
A PNL é um dos caminhos do COMO fazer isso.
Modelamos candomblé, umbanda, sufismo, xamanes como modelamos liderança, vendas excelentes, ser pai excepcional, uma organização WOW, ou professor de sucesso.
Bem vindos ao mundo da PNL!
30 de Abril e 1 de Maio (espacointegral@sapo.pt, 91 788 70 86)
Dansando com os deuses é PNL pura. Se algo existe fora do ser humano que o transcende, não é uma pergunta da PNL. O que importa é como aceder às nossas representações internas do mito para as pôr ao serviço da nossa realização pessoal, do amor e do crescimento humano.
Partir do princípio que todos esses "recursos" estão na nossa mente é um acto de emancipação, na medida em que passo a ser responsável pela sua utilização, pela conscencialização dos processos inconscientes da mente e da libertação das forças da liberdade que conduzem à harmonia, ao encontro, ao sentido de missão, ao amor.
Liberte o seu Mestre interior! - É para muitos possivelmente esta a sua maior responsabilidade.
A PNL é um dos caminhos do COMO fazer isso.
Modelamos candomblé, umbanda, sufismo, xamanes como modelamos liderança, vendas excelentes, ser pai excepcional, uma organização WOW, ou professor de sucesso.
Bem vindos ao mundo da PNL!
30 de Abril e 1 de Maio (espacointegral@sapo.pt, 91 788 70 86)
Liberdade pelo autoconhecimento
Já olhaste realmente uma flor?
...
Quando dizeis, "É uma rosa. É muito bela", já deixste de a olhar. Porque identificastes essa rosa com uma coisa a que tínheis chamado "rosa", e essa identificação com o passado impede-vos de olhar a rosa real que tendes à frente.
... a mente que está completamente cheia... essa mente nunca está vazia; e por isso para ela nada existe que seja novo, nada que seja novo pode surgir...
... quando a mente tem espaço, tem essa extraordinária qualidade do vazio *, então, nesse estado, ela actua; e a sua acção é fruto da mutação total. Só essa mente pode compreender o que está para além dela.
* Esse vazio, esse espaço é liberdade
Krishnamurti, 16/02/1964
...
Quando dizeis, "É uma rosa. É muito bela", já deixste de a olhar. Porque identificastes essa rosa com uma coisa a que tínheis chamado "rosa", e essa identificação com o passado impede-vos de olhar a rosa real que tendes à frente.
... a mente que está completamente cheia... essa mente nunca está vazia; e por isso para ela nada existe que seja novo, nada que seja novo pode surgir...
... quando a mente tem espaço, tem essa extraordinária qualidade do vazio *, então, nesse estado, ela actua; e a sua acção é fruto da mutação total. Só essa mente pode compreender o que está para além dela.
* Esse vazio, esse espaço é liberdade
Krishnamurti, 16/02/1964
segunda-feira, 21 de março de 2005
Cada vez melhor...
Escolho a forma,
o ritmo, a cor, o ambiente
que dou à evolução contínua,
de que faz parte a minha vida
ou...
que faz parte integrante dela...
Pouco importa...
Começo então a vislumbrar
um cenário de comunicação,
cada vez mais claro e harmonioso,
entre todas as partes
de mim e dessa evolução...
Um cenário de cor e brilho,
movimentos e danças étnicas,
formas, sons...
Um cenário percorrido degrau a degrau,
numa escadaria que se revela
cada vez mais maravilhosa, mesmo celestial!
Em cada degrau aprecio o que me rodeia
e em cada um observo, escuto, sinto
cada sensação como se fosse a primeira vez,
pois cada um é diferente do outro...
Mas é sempre fantástico!
Degrau a degrau,
chego ao patamar,
no qual volto a apreciar tudo o que me rodeia...
Tudo se transforma...
Pois no patamar posso encantar-me
com tudo o que vivenciei até agora em cada degrau.
Aqui se semeia em mim
o cenário de que está tudo bem!
E começam a transbordar em mim as flores e os frutos,
com cores, cheiros e sabores...
Extasiando-se com a ideia
de que está tudo cada vez melhor!
o ritmo, a cor, o ambiente
que dou à evolução contínua,
de que faz parte a minha vida
ou...
que faz parte integrante dela...
Pouco importa...
Começo então a vislumbrar
um cenário de comunicação,
cada vez mais claro e harmonioso,
entre todas as partes
de mim e dessa evolução...
Um cenário de cor e brilho,
movimentos e danças étnicas,
formas, sons...
Um cenário percorrido degrau a degrau,
numa escadaria que se revela
cada vez mais maravilhosa, mesmo celestial!
Em cada degrau aprecio o que me rodeia
e em cada um observo, escuto, sinto
cada sensação como se fosse a primeira vez,
pois cada um é diferente do outro...
Mas é sempre fantástico!
Degrau a degrau,
chego ao patamar,
no qual volto a apreciar tudo o que me rodeia...
Tudo se transforma...
Pois no patamar posso encantar-me
com tudo o que vivenciei até agora em cada degrau.
Aqui se semeia em mim
o cenário de que está tudo bem!
E começam a transbordar em mim as flores e os frutos,
com cores, cheiros e sabores...
Extasiando-se com a ideia
de que está tudo cada vez melhor!
DANSANDO COM OS DEUSES
Dois dias a dançar com os deuses e outras forças cósmicas com a ajuda da PNL (Programação NeuroLinguística)
Activando os nossos recursos espirituais para a concretização dos nossos objectivos.
DANÇA... TRANSE...
COMO funciona o nosso panorama mental espiritual e o que se pode fazer com esse conhecimento.
Aceda ao seu próprio Mestre Interior para realizar a sua missão no mundo.
Uma modelagem e aplicação da PNL; lugares restritos (inscreva-se já se faz favor). Não aconselhável a pessoas com problemas cardíacos e epilépticos.
30 de Abril e 1 de Maio (espacointegral@sapo.pt, 91 788 70 86)
200 euros com almoços incluídos
Activando os nossos recursos espirituais para a concretização dos nossos objectivos.
DANÇA... TRANSE...
COMO funciona o nosso panorama mental espiritual e o que se pode fazer com esse conhecimento.
Aceda ao seu próprio Mestre Interior para realizar a sua missão no mundo.
Uma modelagem e aplicação da PNL; lugares restritos (inscreva-se já se faz favor). Não aconselhável a pessoas com problemas cardíacos e epilépticos.
30 de Abril e 1 de Maio (espacointegral@sapo.pt, 91 788 70 86)
200 euros com almoços incluídos
Subscrever:
Mensagens (Atom)