Uma anedota contada pelo vencedor do jogo Simon says:
Sabem qual a melhor coisa que pode sair dum Pénis?
as rugas!
quarta-feira, 11 de maio de 2005
terça-feira, 10 de maio de 2005
UNLEASH THE POWER WITHIN
Que palavras empregar para descrever a experiência do seminário com Anthony Robbins em Londres?
Tony diz:
There is a powerful driving force inside every human being that, once unleashed, can make any vision, dream, or desire a reality.
No seminário Tony transforma as suas palavras em realidade.
Tony diz:
There is a powerful driving force inside every human being that, once unleashed, can make any vision, dream, or desire a reality.
No seminário Tony transforma as suas palavras em realidade.
UPW
Say YES!
Fevereiro 2006 em Londres muito possivelmente a última oportunidade de vivenciar um seminário com Tony.
Fevereiro 2006 em Londres muito possivelmente a última oportunidade de vivenciar um seminário com Tony.
segunda-feira, 9 de maio de 2005
Dois aspectos
Na vida encontras muita gente. Todas são importantes. Elas merecem a tua atenção e cuidado. Mesmo que seja a única coisa que possas fazer, Sorri e diz Olá!
Sobre "Hoje fui ver o Mar"
Este poema é tão lindo, que deve ser repetido.
Yola, não queres escrever outra vez?
Yola, não queres escrever outra vez?
domingo, 8 de maio de 2005
Hoje fui ver o MAR!
Ouve,
O que te vou contar:
Era cedo
E fui ver o mar!
Passei na sua beira,
fugia das pequenas ondas,
entrei na sua brincadeira;
Já ria e saltava,
quando ele me perguntou
Quando me acalmava...
Era o mar agitado
Ou eu?
Que até pulava...
Até que ele me ordena:
- Quieta, serena!
E na areia da praia
Me sento
De sorriso rasgado
E cabelo ao vento.
Então o mar falou-me dele:
Da sua sabedoria,
Da sua riqueza,
Da amiga Lua,
Das diferentes espécies de peixes,
Das inúmeras cores dos corais,
Dos naufrágios,
Da sua força e dos seus tesouros...
Da sua Beleza,
Tantas coisas mais...
Enfim, da sua grandeza...
Talvez de cansado,
Deixou-se ficar sereno...
E eu falo-lhe de ti...
Quando pauso, o mar confessa:
- Como me sinto pequeno!...
O que te vou contar:
Era cedo
E fui ver o mar!
Passei na sua beira,
fugia das pequenas ondas,
entrei na sua brincadeira;
Já ria e saltava,
quando ele me perguntou
Quando me acalmava...
Era o mar agitado
Ou eu?
Que até pulava...
Até que ele me ordena:
- Quieta, serena!
E na areia da praia
Me sento
De sorriso rasgado
E cabelo ao vento.
Então o mar falou-me dele:
Da sua sabedoria,
Da sua riqueza,
Da amiga Lua,
Das diferentes espécies de peixes,
Das inúmeras cores dos corais,
Dos naufrágios,
Da sua força e dos seus tesouros...
Da sua Beleza,
Tantas coisas mais...
Enfim, da sua grandeza...
Talvez de cansado,
Deixou-se ficar sereno...
E eu falo-lhe de ti...
Quando pauso, o mar confessa:
- Como me sinto pequeno!...
Sorri e diz Olá!
Há dois aspectos na vida que merecem a nossa atenção: as nossas acções e os espaços entre as nossas acções.
sexta-feira, 6 de maio de 2005
Tu tens sempre escolha!
Podes curtir ser quem és, do jeito que tu és, ou viver infeliz por não seres quem gostarias.
Podes olhar com ternura e respeito para ti próprio e para as outras pessoas ou com aquele olhar de censura, que poda, pune, fere e mata, sem nenhuma consideração para com os desejos, limites e dificuldades de cada um, inclusive os teus.
Podes amar e deixar-te amar de maneira incondicional, ou ficares a lamentando a falta de gente à tua volta.
Podes ouvir o teu coração e viver apaixonadamente ou agir de acordo com o figurino da cabeça, tentando analisar e explicar a vida antes de vivê-la.
Podes deixar como está para ver como é que fica ou com paciência e trabalho conseguir realizar as mudanças necessárias na tua vida e no mundo à tua volta.
Podes deixar que o medo de perder paralise os teus planos ou partir para a acção com o pouco que tens e muita vontade de ganhar.
Podes amaldiçoar tua sorte ou encarar a situação como uma grande oportunidade de crescimento que a vida te oferece.
Podes mentir a ti mesmo, achando desculpas e culpados para todas as tuas insatisfações ou encarar a verdade de que, no fim das contas, és sempre tu quem decide o tipo de vida que queres levar.
Podes escolher o teu destino e, através de acções concretas caminhar firme em direcção a ele, com marchas e contramarchas, avanços e retrocessos, ou continuar a acreditar que ele já estava escrito nas estrelas e nada mais te resta a fazer senão sofrer.
Podes viver o presente que a Vida te dá ou ficar preso a um passado que já acabou - e portanto não há mais nada a fazer -, ou a um futuro que ainda não veio - e que portanto não te permite fazer nada.
Podes ficar numa boa, desfrutando o máximo das coisas que tu és e possuis ou te acabares de tanta ansiedade e desgosto por não ser ou não possuir tudo o que tu gostarias.
Podes engajar-se no mundo, melhorando-te a ti próprio e, por consequência, melhorando tudo que está à tua volta ou esperar que o mundo melhore para que então tu possas melhorar.
Podes continuar escravo da preguiça ou comprometer-te cotigo mesmo e tomar atitudes necessárias para concretizar o teu Plano de Vida.
Podes aprender o que ainda não sabes ou fingir que já sabes tudo e não precisas de aprender mais nada.
Podes ser feliz com a vida como ela é ou passar todo o teu tempo a lamentares pelo que ela não é.
A escolha é tua e o importante é que tu tens sempre escolha.
Pondera bastante ao decidires, pois és tu que vais carregar - sozinho e sempre - o peso das escolhas que fizeres...
Parábola do bom médico
Em determinada época vivia um médico, excelente no preparo de receitas de remédios.
Ele tinha cerca de 100 filhos. Enquanto esteve fora de casa, numa viagem a um distante país, todos os seus filhos beberam veneno por engano, debatendo-se de dor e caindo ao chão à medida que o veneno penetrava em seus corpos.
Ao retornar para casa, o médico encontrou seus amados filhos em agonia por toda a casa e ficou muito chocado e triste. Alguns dos que tomaram o veneno perderam completamente a razão, enquanto outros, ainda, estavam conscientes.
Todas aquelas crianças, ao verem seu pai, ficaram contentes e correram ao seu encontro, lhe implorando:
"Pai! Estamos muito felizes de encontrá-lo em boa saúde. Nós tomamos veneno por engano, por causa de nossa ignorância. Por favor, nos salve e nos dê forças."
Imediatamente, o médico juntou muitas ervas medicinais de bom sabor, bom cheiro e linda cor receitando-as de várias maneiras como um maravilhoso remédio a suas crianças enfermas. Aqueles que ainda não haviam perdido a razão tomaram imediatamente o remédio e escaparam das dores agudas e sofrimentos. Os que não mais faziam uso da razão não tomaram o remédio apesar das recomendações do bom médico.
O pai ficou muito triste e decidiu usar um último recurso para convencer seus filhos a se curarem. Ele disse: "Eu vou morrer de velhice. Antes de começar a minha jornada, deixarei este remédio bom com vocês. Se vocês tiverem problemas, tomem-no." E saiu de casa dirigindo-se a outro país. Lá chegando, enviou um mensageiro à sua casa, que disse a seus filhos: "Infelizmente seu pai faleceu."
"Agora ninguém cuidará de nós com misericórdia e bondade", exclamaram os filhos diante da notícia, finalmente decidindo tomar o remédio. Logo se recuperaram completamente e o pai ciente de que isso aconteceria retornou para casa encontrando seus filhos felizes.
Ele tinha cerca de 100 filhos. Enquanto esteve fora de casa, numa viagem a um distante país, todos os seus filhos beberam veneno por engano, debatendo-se de dor e caindo ao chão à medida que o veneno penetrava em seus corpos.
Ao retornar para casa, o médico encontrou seus amados filhos em agonia por toda a casa e ficou muito chocado e triste. Alguns dos que tomaram o veneno perderam completamente a razão, enquanto outros, ainda, estavam conscientes.
Todas aquelas crianças, ao verem seu pai, ficaram contentes e correram ao seu encontro, lhe implorando:
"Pai! Estamos muito felizes de encontrá-lo em boa saúde. Nós tomamos veneno por engano, por causa de nossa ignorância. Por favor, nos salve e nos dê forças."
Imediatamente, o médico juntou muitas ervas medicinais de bom sabor, bom cheiro e linda cor receitando-as de várias maneiras como um maravilhoso remédio a suas crianças enfermas. Aqueles que ainda não haviam perdido a razão tomaram imediatamente o remédio e escaparam das dores agudas e sofrimentos. Os que não mais faziam uso da razão não tomaram o remédio apesar das recomendações do bom médico.
O pai ficou muito triste e decidiu usar um último recurso para convencer seus filhos a se curarem. Ele disse: "Eu vou morrer de velhice. Antes de começar a minha jornada, deixarei este remédio bom com vocês. Se vocês tiverem problemas, tomem-no." E saiu de casa dirigindo-se a outro país. Lá chegando, enviou um mensageiro à sua casa, que disse a seus filhos: "Infelizmente seu pai faleceu."
"Agora ninguém cuidará de nós com misericórdia e bondade", exclamaram os filhos diante da notícia, finalmente decidindo tomar o remédio. Logo se recuperaram completamente e o pai ciente de que isso aconteceria retornou para casa encontrando seus filhos felizes.
segunda-feira, 2 de maio de 2005
DANÇANDO COM OS NOSSOS DEUSES
“DANÇANDO COM OS NOSSOS DEUSES” (Feed back)
30 de Abril e 1º de Maio de 2005 em Fátima no ESPAÇO INTEGRAL
Dancei com os meus Deuses e fiquei embebida em "Amor".
Harmonia com o Cosmos do qual Eu também faço parte
e vejo, cheiro, sinto e sou Borboleta no Universo.
"Amo!"
Céu Romeiro, Bibliotecária
_________________________________________________________________
Estes dois dias foram uma descoberta duma parte escondida de mim,
a do meu Eu Superior.
Compreendi que para além do nosso consciente,
há um inconsciente pronto para nos ajudar a conhecer melhor e nos orientar,
no caminho a seguir para atingirmos os nossos objectivos...
basta conversar mos com ele, pedir-lhe ajuda que ele "responder-nos-á".
Nunca desista dos seus objectivos!!!
Cada dia aprendemos novas formas de os realizar e a
" DANÇA COM OS NOSSOS DEUSES",
"é uma dança de poder que nos ilumina o caminho".
Sol, Médica Dentista
__________________________________________________________________
Danças com a nossa essência.
Sem dúvida alguma, esta foi uma experiência bastante agradável
e gratificante, só realmente saberemos quem somos quando
Verdadeiramente nos conhecermos, refiro-me ao nosso interior,
profundo, "misterioso" e agradável Ser, a nossa essência.
Não podemos Ser como gostaríamos, sim gostar de como somos.
Boas energias para todos... obrigado.
Claudio, Estudante
___________________________________________________________________
Dançando com os Deuses
Mais que uma dança, tudo em nós é o resultado último de algo que desconhecemos,
principalmente das consecutivas mutações que ocorrem no tempo,
onde o corpo plasma tudo aquilo que de divino há em nós.
Muitas vezes nem reparamos, mas o facto é que é impossível não voltar à essência.
De forma simples e intensa despertei sensações e formas luminosas
encontrando o motor que faz com que sobre este mundo onde cada vez mais me
me encontro e me ligo aos outros, fazendo parte da energia cósmica que nos criou a todos,
a qual não podemos negar.
Aqui aprendi, "Dançando com os Meus Deuses" a encontrar dentro de mim as forças que sempre lá estiveram e que nem sempre valorizei, e muitas vezes ignorei...
E agora descubro que é imensa a felicidade que ainda tenho que desfrutar.
"Libertando as Limitações"
"Humanizar os Deuses em Nós"
"Mais importante do que falar do poder é senti-lo dentro de nós"
Miguel Ferreira, Psicólogo
30 de Abril e 1º de Maio de 2005 em Fátima no ESPAÇO INTEGRAL
Dancei com os meus Deuses e fiquei embebida em "Amor".
Harmonia com o Cosmos do qual Eu também faço parte
e vejo, cheiro, sinto e sou Borboleta no Universo.
"Amo!"
Céu Romeiro, Bibliotecária
_________________________________________________________________
Estes dois dias foram uma descoberta duma parte escondida de mim,
a do meu Eu Superior.
Compreendi que para além do nosso consciente,
há um inconsciente pronto para nos ajudar a conhecer melhor e nos orientar,
no caminho a seguir para atingirmos os nossos objectivos...
basta conversar mos com ele, pedir-lhe ajuda que ele "responder-nos-á".
Nunca desista dos seus objectivos!!!
Cada dia aprendemos novas formas de os realizar e a
" DANÇA COM OS NOSSOS DEUSES",
"é uma dança de poder que nos ilumina o caminho".
Sol, Médica Dentista
__________________________________________________________________
Danças com a nossa essência.
Sem dúvida alguma, esta foi uma experiência bastante agradável
e gratificante, só realmente saberemos quem somos quando
Verdadeiramente nos conhecermos, refiro-me ao nosso interior,
profundo, "misterioso" e agradável Ser, a nossa essência.
Não podemos Ser como gostaríamos, sim gostar de como somos.
Boas energias para todos... obrigado.
Claudio, Estudante
___________________________________________________________________
Dançando com os Deuses
Mais que uma dança, tudo em nós é o resultado último de algo que desconhecemos,
principalmente das consecutivas mutações que ocorrem no tempo,
onde o corpo plasma tudo aquilo que de divino há em nós.
Muitas vezes nem reparamos, mas o facto é que é impossível não voltar à essência.
De forma simples e intensa despertei sensações e formas luminosas
encontrando o motor que faz com que sobre este mundo onde cada vez mais me
me encontro e me ligo aos outros, fazendo parte da energia cósmica que nos criou a todos,
a qual não podemos negar.
Aqui aprendi, "Dançando com os Meus Deuses" a encontrar dentro de mim as forças que sempre lá estiveram e que nem sempre valorizei, e muitas vezes ignorei...
E agora descubro que é imensa a felicidade que ainda tenho que desfrutar.
"Libertando as Limitações"
"Humanizar os Deuses em Nós"
"Mais importante do que falar do poder é senti-lo dentro de nós"
Miguel Ferreira, Psicólogo
domingo, 1 de maio de 2005
Dançando com os nossos "deuses"... em Fátima
Um grupo de pioneiros lançou fora todos os preconceitos e vivenciou, movimentou-se, dançou durante dois dias com os seus “deuses” em Fátima.
Sobre a experiência deles só eles podem falar. Sobre a minha experiência não tenho palavras. Só me apetece prostrar-me e fazer uma vénia às possibilidades infinitas que estão dentro de nós.
Acredito 100% nos recursos humanos, mas é uma dádiva extra poder apreciar o que em tão pouco tempo se manifesta nos participantes e uma gratidão imensa poder contribuir para que o vosso dia, amanhã, seja melhor do que foi ontem e ter a certeza absoluta que o vosso dia depois de amanhã ainda será melhor.
E não ter palavras para exprimir uma gratidão ainda maior – é saber que, mesmo que seja por muito pouco, o mundo se tornará um pouco melhor porque nós contribuímos ao investir com o nosso suor... dançando e restabelecendo a harmonia... com os nossos mitos que afinal de contas são os maiores significados individuais - mas universais também – são a nossa razão no cosmos.
Não é fácil traduzir todos estes sentimentos em palavras... espero que os participantes o sintam também.
E a minha gratidão é total, pela confiança depositada em mim.
E às vezes pergunto-me, como é que isto é possível, porque confiam em mim?
Eu acho que conheço o segredo. E o segredo é este:
É que a única coisa que faço é acreditar a 200% que não sou eu, a LUZ está em vocês.
Obrigado.
Sobre a experiência deles só eles podem falar. Sobre a minha experiência não tenho palavras. Só me apetece prostrar-me e fazer uma vénia às possibilidades infinitas que estão dentro de nós.
Acredito 100% nos recursos humanos, mas é uma dádiva extra poder apreciar o que em tão pouco tempo se manifesta nos participantes e uma gratidão imensa poder contribuir para que o vosso dia, amanhã, seja melhor do que foi ontem e ter a certeza absoluta que o vosso dia depois de amanhã ainda será melhor.
E não ter palavras para exprimir uma gratidão ainda maior – é saber que, mesmo que seja por muito pouco, o mundo se tornará um pouco melhor porque nós contribuímos ao investir com o nosso suor... dançando e restabelecendo a harmonia... com os nossos mitos que afinal de contas são os maiores significados individuais - mas universais também – são a nossa razão no cosmos.
Não é fácil traduzir todos estes sentimentos em palavras... espero que os participantes o sintam também.
E a minha gratidão é total, pela confiança depositada em mim.
E às vezes pergunto-me, como é que isto é possível, porque confiam em mim?
Eu acho que conheço o segredo. E o segredo é este:
É que a única coisa que faço é acreditar a 200% que não sou eu, a LUZ está em vocês.
Obrigado.
Flores para o Dia das Mães
Ao entrarmos na igreja no Dia das Mães, notei carrocinhas cheias de vasos com os as mais lindas flores ladeando o altar. Durante o sermão, o pastor disse que, a seu ver, ser mãe era uma das tarefas mais difíceis da vida e que merecia não só reconhecimento como, também, recompensa. Assim, pediu que cada criança fosse até a frente da igreja para escolher uma linda flor e entrega-la à mãe como símbolo do quanto era amada e estimada.
De mãos dadas, meu filho e minha filha percorreram o corredor com as outras crianças. Juntos, refletiram sobre qual planta trazer para mim. Nó havíamos passado momentos muito difíceis e esse pequeno gesto de valorização era tudo que eu precisava.. Olhei aquelas lindas begônias, as margaridas douradas e os amores-perfeitos violetas e pus-me a planejar onde plantar o que quer que escolhessem para mim, pois certamente trariam uma linda flor como demonstração do seu amor.
Meus filhos levaram a tarefa muito a sério e olharam cada vaso. Muito depois de as outras crianças já terem retornado aos seus lugares e presenteado suas mães com uma linda flor, meus dois ainda escolhiam. Finalmente, com um grito de alegria, acharam algo bem no fundo. Com sorrisos exuberantes a iluminar seus rostos, avançaram satisfeitos pelo corredor até onde eu estava sentada e me presentearam com a planta que haviam escolhido como demonstração de seu apreço por mim pelo Dia das Mães.
Fiquei olhando estarrecida para aquele pequeno ser roto, murcho e doentio que meu filho estendia em minha direção. Aflita aceitei o vaso de suas mãos. Era óbvio que os dois haviam escolhido a menor planta, a mais doente de todas e nem flor tinha. Olhando para rostinhos sorridentes, percebi o orgulho que sentiam daquela escolha e, sabendo o quanto haviam demorado para selecionar aquela planta em especial, sorri e aceitei a lembrança.
Mais tarde, no entanto, tive de perguntar : de todas aquelas flores maravilhosas, o que os havia feito escolher justamente aquela para me dar?
Todo orgulhoso, meu filho declarou:
- É que aquela parecia precisar de você, mamãe.
Enquanto as lágrimas escorriam pelo meu rosto, abracei meus dois filhos, bem apertado. Eles acabavam de me dar o maior presente de Dia das Mães que jamais poderiam ter imaginado. Todo o meu trabalho e sacrifício não havia sido em vão.Eles iam crescer perfeitamente bem.
Patrícia A. Rinaldi
Do livro: Histórias para Aquecer o Coração das Mães
Jack Canfield, Mark Victor Hansen e outros
De mãos dadas, meu filho e minha filha percorreram o corredor com as outras crianças. Juntos, refletiram sobre qual planta trazer para mim. Nó havíamos passado momentos muito difíceis e esse pequeno gesto de valorização era tudo que eu precisava.. Olhei aquelas lindas begônias, as margaridas douradas e os amores-perfeitos violetas e pus-me a planejar onde plantar o que quer que escolhessem para mim, pois certamente trariam uma linda flor como demonstração do seu amor.
Meus filhos levaram a tarefa muito a sério e olharam cada vaso. Muito depois de as outras crianças já terem retornado aos seus lugares e presenteado suas mães com uma linda flor, meus dois ainda escolhiam. Finalmente, com um grito de alegria, acharam algo bem no fundo. Com sorrisos exuberantes a iluminar seus rostos, avançaram satisfeitos pelo corredor até onde eu estava sentada e me presentearam com a planta que haviam escolhido como demonstração de seu apreço por mim pelo Dia das Mães.
Fiquei olhando estarrecida para aquele pequeno ser roto, murcho e doentio que meu filho estendia em minha direção. Aflita aceitei o vaso de suas mãos. Era óbvio que os dois haviam escolhido a menor planta, a mais doente de todas e nem flor tinha. Olhando para rostinhos sorridentes, percebi o orgulho que sentiam daquela escolha e, sabendo o quanto haviam demorado para selecionar aquela planta em especial, sorri e aceitei a lembrança.
Mais tarde, no entanto, tive de perguntar : de todas aquelas flores maravilhosas, o que os havia feito escolher justamente aquela para me dar?
Todo orgulhoso, meu filho declarou:
- É que aquela parecia precisar de você, mamãe.
Enquanto as lágrimas escorriam pelo meu rosto, abracei meus dois filhos, bem apertado. Eles acabavam de me dar o maior presente de Dia das Mães que jamais poderiam ter imaginado. Todo o meu trabalho e sacrifício não havia sido em vão.Eles iam crescer perfeitamente bem.
Patrícia A. Rinaldi
Do livro: Histórias para Aquecer o Coração das Mães
Jack Canfield, Mark Victor Hansen e outros
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