terça-feira, 16 de setembro de 2008

Silenciar a voz

Podemos neste momento atingir uma profunda sensação de calma apenas fazendo uma coisa: parar o pensamento.
Assim que a mente se acalma, o nosso estado de consciência transforma-se num estado meditativo.
Mas já se apercebeu de que através dum esforço mental, não pára o pensamento.
As palavras podem ajudar.
As suas palavras são em grande parte o mesmo que o diálogo interno – quer dizer as palavras ou as sub-vocalizações que emprega para compreender o que se passa à sua volta. Desde que diminua a tagarelice interna, tem menos pensamentos.
Acabe totalmente com as palavras, e terá silêncio e paz.
Isso faz-se da seguinte maneira:
Numa conversa normal fala-se quando se expira. A tagarelice interna funciona segundo o mesmo padrão.
Se portanto se focalizar na expiração, corta o diálogo interno. Quanto mais se focar na expiração, mais silenciosos se tornam os pensamentos.
Ouça isso agora.



Paul Wilson, também chamado:
“o guru do silêncio”. Tradução e publicação não autorizadas. “A piece of the quiet. Instant piece and quiet for a noisy”.

Saudade e PNL


Peguei na ponta da Linha do Tempo
E reparei que estava um pouco gasta
Quase rota
A partir.

Então
Pedi a um amigo para me dar
Uns fios
Da Linha do Tempo dele.
Logo outro se prontificou a acrescentar
Mais alguns.
Teci-os a todos
Bem tecidos
Com amor e cuidado
Uni-os.

(Quando olhei para o lado
Tu sorrias
E eu percebi
Que afinal
Permanecias lá.)

Pude seguir
Tranquila
O meu caminho.
- E a minha Linha do Tempo
Refez-se do uso e
Agradeceu.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Mais um pensamento do dia

Recebo todos os dias da Holanda ("dagelijkse gedachte") o pensamento do dia.
São pensamentos (clássicos ou não) que os leitores enviam para um site central que, quando seleccionados, são enviados para as pessoas inscritas.

Hoje recebi um pensamento de Séneca.
Não resisto em publicá-lo, não porque esteja de acordo ou porque me inspira... É mais para compartilhar e pedir a vossa opinião. O que acham?

QUEM ESTÁ EM TODA A PARTE,
NÃO ESTÁ EM PARTE NENHUMA.

Basta apenas uma percepção mais destendida,

"Quando se cura a mãe, se cura toda a família",
diz a psicanalista Marie Rose Moro, professora da Universidade Paris XIII.


O alcance invisível da luz aproxima cada um da sua compreensão universal, onde a sensação desejada é totalmente conseguida plena de elegância e alegria em tudo.
Henrique Pires de Oliveira.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Um pensamento do dia

A cabeça procura
mas é o coração que encontra

George Sand, enviado por "dagelijkse gedachte", holanda

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

The key to conscious creatorship is the allowance of change: the birthing of the unknown into the known.

The basis of allowance is acceptance.
To change your reality you must first accept it.
As long as you reject what you do not like about your reality you are in denial of your creatorship, leaving you feeling stuck.
To accept that you are choosing your reality, release attachment to any preconception of how life should be and instead love what is.
This comes through the taking of complete responsibility for every element of your reality.
This is to love your choice.
It is to love yourself.
You are the choice of yourself.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Pensar SAÚDE Mental

Agradeço a visita! ;-)
Um grande abraço para todos/as
IsaPerry

O "EU" É FICÇÃO?

A única conclusão a que, legitimamente, se pode chegar é a de que o "eu" é uma ficção, uma simples etiqueta colada aos agregados, um conceito criado e coisificado pela mente, mas ao qual falta qualquer realidade substancial.
Contudo, este processo de raciocínio, só por si, não elimina a idéia do "eu"- limita-se a enfraquecê-la. Porque ela está tão profundamente enraizada, a idéia do "eu" só é eliminada através das repetidas meditações sobre as razões do não-eu, que permitem que o yogin se torne progressivamente mais familiarizado com o entendimento de que não existe um "eu" ou uma "essência".
O Dalai Lama conclui que "quando um tal entendimento é mantido e reforçado através da constante meditação e familiarização, você será capaz de desenvolvê-lo e de transformar tal entendimento numa experiência directa ou intuitiva." (in "Path to Bliss".)


Muitos ocidentais rejeitam esta noção, alegando que seria uma espécie de suicídio cognitivo. A ideia de que o "eu" (conceito que é assumido até mesmo por pessoas que rejeitam as religiões que o advogam ) não existe, é profundamente perturbadora para muitos não-budistas, mas no pensamento budista a negação do "eu" não é vista como uma perda mas, ao contrário, é encarada como uma visão profundamente libertadora.
Uma vez que a idéia inata do "eu" implica uma essência autónoma e imutável, se tal coisa fosse, de facto, o núcleo do nosso ser, isso significaria que seria impossível mudar, e ficaríamos amarrados e condenados a ser apenas aquilo que somos agora. Porém, e porque não há esse "eu", nós estamos abertos para o futuro. A nossa natureza nunca é fixa e determinada e, por isso, através do comprometimento na prática budista, podemos exercer controle sobre o processo de mudança e sobre o progresso na sabedoria, compaixão, paciência, e outras boas qualidades. Podemos, mesmo, tornarmo-nos um Buda, um ser totalmente desperto que é totalmente liberto de todas as fragilidades, sofrimentos e limitações dos seres ordinários. Mas isto só é possível porque não há nenhum "eu" permanente e estático, nenhuma alma que exista de forma auto-suficiente, separada do processo de mudança que está sempre em curso.


-- in A Concise Introduction to Tibetan Buddhism by John Powers, published by Snow Lion Publications

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Os pontos mais e menos positivos das palavras

As pessoas são entidades do palavreio.
Para nos tornarmos conscientes do que acontece à nossa volta, não empregamos factos, empregamos sim palavras, linguagem.
A prova concludente deste facto é a incisiva voz interior na nossa cabeça.
Possivelmente você já pensou que esta voz é a metáfora equivalente ao que chamamos de pensamento. Na realidade é uma forma de palavreado. Na realidade exprimimos este palavreado através duma forma física que é conhecida como “sub vocalização”.
Através do emprego de palavras - o diálogo interno – podemos compreender o mundo, subdividi-lo em categorias, julgá-lo em termos de bom, mau ou suficiente. Segundo o que pensamos, pensamentos são mais ou menos “palavras”.
Isto poderia ser óptimo, a questão é que o mundo se torna cada vez mais barulhento e esta voz quer fazer-se ouvir cada vez mais! Não se cala. E quanto mais ansiamos por silêncio, mais a voz interior grita. Quanto mais silêncio queremos, mais conversa fiada na nossa mente! Isto transforma-se não só em fonte de irritação em si, como o impedimento para atingir uma sensação interior de paz.




Tradução não autorizada.
PAUL WILSON
A piece of the quiet. Instant peasse and quiet for a noisy, non-stop world
ISBN 978 90 6305 333 8/ NUR 770

domingo, 7 de setembro de 2008

Toda a opinião que possamos ter sobre um assunto não diz nada sobre a verdade. Toda a opinião (tal como esta) é velha. Só fala da história pessoal que a produziu.

Não é o resultado que conta

Neste tempo direccionado à prestação, parece que não é natural e até que não é desejável estar totalmente engajado com alguma coisa sem ter em mira um determinado objectivo e resultados claros.
Mas quando falamos dum prestar interior, como por exemplo descontracção e desprendimento, estas são as condições necessárias para conseguir isso.
Porque, quando a gente fala de coisas do espirito - quer se trate de descontracção, compreensão, recordação, criatividade, emoção e intuição, a norma é esta: - quanto menos esforço maior é o resultado.
Somente quando se não pensa em resultados e a gente se concentra no aqui e agora, pode verdadeiramente encontrar a paz.

(tradução e publicação não autorizada)
Paul Wilson
A piece of the quiet, Instant peace and quiet for a noisy

Sucesso: Lições sobre a (in)felicidade

Só há duas maneiras para sermos infelizes: uma é não ter o que se quer, a outra é ter o que se quer.
Se as pessoas atingem o que o mundo acha que é desejável - riqueza, reconhecimento, propriedade, prestar, continuamos a não ser felizes; de qualquer forma, não o seremos por muito tempo. Não terão paz consigo mesmas. Não atingirão nenhum verdadeiro sentimento de segurança, o sentimento de terem chegado...
Eckart Tolle's Findhorn Retreat
(tradução e publicação não autorizada)

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Reality is a mirror of your being.

You are creation exploring itself in a space-time mirror.
Through what you choose to believe you create your reality.

You change your reality by changing your beliefs about both it and yourself.
The eyes with which you look actually shape what you see (this is now shown in quantum physics).
Perception is not passive; it is an act of creation.
Your choice of perception forms not only how you experience yourself, but your entire
reality.

Awakening to your creatorship leads your experience of reality to become more fluid and
direct.

This is to enter conscious creatorship where what you desire is quickly manifest.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

You are amazing.

You are the creation of yourself. You are that which creates. You are the
choice to experience existence – beingness. The only limit to what you can be is your self-belief
and your imagination. To be born into this reality is to enter a wonderful, shared illusion that
grants you complete free-will in the creation of your own personal reality; this is your
creatorship. Within the illusion we believe that we are looking at a separate, objective world
where we experience self and other; beneath this apparent separation we are unified; we are one.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

PNL - Atingir Mais de Forma Mais fácil

“Estava com receio que este curso fosse mais um... Mas afinal resultou ser ÚNICO! Se todos nós temos um dom é indiscutìvel que o professor José Figueira tem o dom de nos fazer viajar pelo complexo mundo que somos nós próprios e quando voltamos á realidade olhamos para a vida com olhos de um recém-nascido. Foram dois dias de intensas emoçóes e de um enriquecimento sem par. É muito mais do que um curso, é uma experiência a não perder.”

Margarita Holstein (Coach, Directora de conteúdos e desenvolvimento)

mais informações em www.newfreedom.pt