segunda-feira, 30 de agosto de 2010

400 almas ligadas a dançar sob as estrelas, na praia do Tamariz

Possivelmente que muitos desconhecem que o desenvolvimento da PNL (Programação NeuroLinguística) em Portugal tem algo a ver com a Biodanza e, sobretudo, com Nuno Pinto.

As primeiras grandes divulgações de massa da PNL em Portugal, foram feitas através do canal de Astrologia do Sapo, há dez anos atrás, geridas pelo Nuno. Ele foi das primeiras pessoas, para além da Maria José Costa Félix e outros, que me ajudaram a passar à acção a minha missão – contribuição para pessoas mais felizes, em uníssono com o seu sentido de ser mais profundo, enraizadas no seu corpo e na terra, agindo na transformação dum mundo de que nos possamos sentir orgulhosos de ter dado, nem que seja só uma pequena contribuição.

Ao fim de 10 anos, a PNL tem em Portugal uma expansão de que nem os mais crentes se apercebiam, e a Biodanza faz sessões na praia do Tamariz entre 300 a 400 pessoas.

Só duas palavras que tudo resumem:
Há esperança!

Posto isto, e as pessoas que seguem os meus cursos já estão habituadas aos meus palavrões, deixemo-nos de “merdices” e abramos os nossos corações, contagiando com as nossas vibrações, os mais putrefactos elementos da exploração humana do sistema vigente mundial, e ergamos a nossa bandeira do Amor e da Vida – e ofereçamos às gerações futuras o único presente que podemos oferecer:
- o coração da Paz, da Fraternidade, da Justiça, do Amor.

Obrigado Nuno!

O segredo atrás dos segredos da PNL (?)

Tudo o que é importante ocorre agora,
nem ontem, nem amanhã.
Tudo o que achamos, às vezes, importante,
nunca é importante no momento. Só
que não achamos solução.
Não achamos solução porque estamos
ou no ontem, ou no amanhã.
São os nossos sentimentos que determinam a acção.
E, como os nossos sentimentos são determinados, em geral,
pelo ontem e pelo amanhã,
os nossos sentimentos são, portanto, geralmente,
inadequados para responder ao presente.

Uma metodologia de acção no mundo
- livre e criativa –
só tem valor
desde que nos ensine algo sobre
a criação de sentimentos.

É este o segredo mágico do sucesso da metodologia da PNL:
- desvenda o segredo da criação de sentimentos!

(o problema é que, como muitas coisas simples na vida,
precisamos de passar por uma série de complicações,
para poder perceber, ver, ouvir e sentir
a simplicidade do seu funcionamento… e
mais umas tantas complicações, para pôr isto em prática…)

J.F.

sábado, 28 de agosto de 2010

Tudo se move,
a não ser que o impeçam!

(Thomas Hobbes , enviado por Dagelijksegedachte, Holanda)
Aquilo que consegues na vida

é o resultado directo dos limites

que a tua auto-imagem te impõe

Marcel Sanders (enviado por Dagelijksegedachte, Holanda)

SER OU NÃO SER

Sente-se, simplesmente… sente-se.

Não é preciso fazer nada, não é preciso ir a lado nenhum. A gente pensa que é necessário estar ocupado, e que é preciso fazer coisas, e que é preciso alcançar coisas, para se ser alguém.
Não é preciso fazer nada para se ser alguém. O que somos já o somos desde nascença, e fizeram-nos crer, no decorrer da vida, que é preciso esforço, lutar para se ser alguém. Ensinaram-nos, então, que não somos nada, a não ser que façamos alguma coisa para SER. Este é o drama, o drama dos nossos pais, o nosso drama, o drama da sociedade em que vivemos. TER QUE SER!

Para quê? Para quem?
Foi imbuído em nós um sentimento de culpa, de pecado original - o mito do castigo e da imperfeição.
E uma PNL superficial e colaboradora, coopera nesse mito – é preciso que alcancemos sucesso e que nos tornemos excelentes, para finalmente alcançar o significado da vida!
Confessemos que, muitas vezes, isto cheira muito a Tretas!

Já Korzybski, que fornece, talvez, o maior fundamento da PNL, dizia, e muitos, há alguns mil anos antes dele, que o modelo que temos do mundo é uma pura ilusão, e que sentimos, e nos comportamos, a partir da ilusão.
A PNL dá-nos, talvez duma forma nova e adequada aos tempos, um vislumbre dos processos de funcionamento da mente e justificadores, como forma de explicação, do mantimento dessa ilusão: - os processos de generalização, omissão e distorção da informação, baseados nos filtros da história pessoal, constituídos por experiências que formam a base das nossas convicções, valores e traços psicológicos. Para além disso, e talvez a maior contribuição, é que se trata de processos inconscientes e que qualquer tentativa consciente para os modificar pode ter consequências adversas.
A partir daí, desenvolveram-se diversas técnicas de intervenção que têm, como fim, uma acção directa no inconsciente para transformação dos pensamentos, sensações e história pessoal, todas tendo como ponto de partida uma nova forma de lidarmos connosco – uma atitude de respeito, ecologia, atenção especial para as intenções positivas dos aspectos que, muitas vezes, consideramos não funcionais e indesejáveis.

Posto isto, qual é o princípio atrás de todos os princípios? Qual é a instrução atrás de todas as instruções… se tudo o que se descobre é “mapa”, se de tudo o que tenho consciência, é a ilusão duma realidade que nunca abarcarei?

Sente-se, simplesmente… sente-se e observe, sem julgamentos.
Não é preciso fazer nada, não é preciso ir a lado nenhum. A gente pensa que é necessário estar ocupado, e que é preciso fazer coisas, e que é preciso alcançar coisas, para se ser alguém.
Possivelmente não é preciso fazer nada para se ser alguém. O que somos, se calhar, já o somos desde nascença, e fizeram-nos crer, no decorrer da vida, que é preciso esforço, lutar para se ser alguém. Ensinaram-nos, então, que não somos nada, a não ser que façamos alguma coisa para SER.

Quem de direito fez e faz estas afirmações sobre Ser e Não-Ser?

J.F.

A única maneira para chegar onde se quer
É estar onde se está


(Anna Vali, texto enviado por infoMindfulness, Holanda)

PENSAMENTOS...

Pensamentos são processos, não são coisas.
Pensamentos, positivos ou negativos, não são factos,
São apenas representações internas,
Passado e futuro, ruminações despegadas do presente.
Mesmo aqueles pensamentos que se querem fazer passar por factos,
Não passam de pensamentos.
E nós não somos os nossos pensamentos.
Mas os pensamentos influenciam as nossas sensações
E, muitas vezes, só reparamos nas sensações já tarde demais,
Só quando os pensamentos já exerceram o seu trabalho.
O melhor caminho para a depressão e o stress
É deixar que os pensamentos façam o seu trabalho sem dar por eles.

J.F.

A VIAGEM

Um dia descobriste finalmente

o que tinhas que fazer, e começaste,
apesar das vozes à tua volta
continuarem a gritar-te
os seus maus conselhos -
apesar de toda a casa
ter começado a vacilar
e sentires o velho esticão
nos teus tornozelos.
"Corrige a minha vida!"
gritou cada uma das vozes.
Mas não paraste.
Sabias o que tinhas que fazer,
apesar do vento ter suplicado
com os dedos apontados
às mais profundas fundações,
apesar da sua melancolia
ser terrível.
Era já muito tarde,
e uma noite selvagem,
e a estrada cheia de ramos
caídos e pedras.
Mas, à medida que
deixavas as suas vozes para trás,
as estrelas começaram a arder
por entre as camadas das nuvens
e surgiu uma nova voz
que aos poucos
reconheceste como tua,
que te fez companhia
enquanto avançaste cada vez mais fundo
no interior do mundo,
determinada a fazer
a única coisa que podias fazer -
determinada a salvar
a única vida que podias salvar.

Mary Oliver (The Summer Day, House of Light, 1992)

Disney

(enviado por Marisol Couto Pinhal)

Terrorismo

… O terrorismo espalha terror e pessoas morrem. Dentro da nossa cabeça estamos ocupados com outro mundo de terrorismo que provoca a sua própria vítima: nós mesmos. Todos os dias disparamos sensações negativas que agem como bombas, ferem a nossa auto-imagem e provocam os nossos estados. Todos os dias desenvolvemos crenças que nos arrastam na cilada do entulho da apoquentação e do stress. Todos os dias somos aterrorizados para nos sentirmos mais ansiosos e muito mais…

Em “Conversations – Freedom is everything & love is all the rest”,
Capítulo: Declaração de guerra ao terrorismo mental
Richard Bandler, Owen Fitzpatrick

Love is Energy.... Pass it forward !

Enviado por Marisol Couto Pinhal
Obrigado!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

PABLO NERUDA:

Morre lentamente quem nao viaja, quem nao le, quem nao ouve musica, quem nao encontra graca em si mesmo.

Morre lentamente quem destroi o seu amor-proprio, quem nao se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do habito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem nao muda de marca, nao se
arrisca a vestir uma nova cor ou nao conversa com quem nao conhece.
Morre lentamente quem faz da televisao o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixao, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho
de emocoes, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, coracoes aos tropecos e sentimentos.
Morre lentamente quem nao vira a mesa quando esta infeliz com o seu trabalho, quem nao arrisca o certo pelo incerto para ir atras de um
sonho, quem nao se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de inicia-lo, nao pergunta sobre um assunto que desconhece ou nao responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforco muito maior que o simples facto de respirar.
Somente a perseveranca fara com que conquistemos um estagio esplendido de felicidade.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Mindfulness with Jon Kabat-Zinn

PNL de topo, o melhor de Bandler

Para quem domina o inglês:
"Conversations, Freedom is everything & love is All the rest"
Richard Bandler e Owen Fitzpatrick

É já um best-seller mundial.

"Há mais de 30 anos que o trabalho da minha vida, não trata de terapia, negócios ou de ensino, trata-se de liberdade pessoal. Quando se tem liberdade pessoal, tem-se todo o tempo para amar. Esta é a minha filosofia - A Liberdade é tudo e o amor é todo o resto."
Richard Bandler

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O BARCO DA LIBERDADE

Nos primeiros dias de Agosto um grupo de desconhecidos encontrou-se,
em Carcavelos frente ao mar, para aprender algo sobre PNL, e
embarcamos num navio a que chamamos LIBERDADE.
O navio naufragou, e mergulhamos no mar mais profundo de nós próprios.
Então construimos uma jangada, e de mãos dadas com Mindfulness,
voltamos no final da viagem à areia da praia.
Hoje, sem o navio ou a jangada, estamos unidos em liberdade ... o sol,
a areia, a vida brilham com mais intensidade.

Um obrigado muito especial ao capitão desta fabulosa viagem, rumo ao Master

enviado por : M. João