Terminou este fim-de-semana mais um practitioner em Lisboa.
"PNL é despertar, ser o condutor da sua própria vida,
Uma mente que se abre a novas ideias.
Conhece-te para conheceres os outros.
PNL é sair do mundo da irritação e encontrar maior paz.
É um caminho para auto-suficiência,
E abrem-se as portas para o bem-estar.
Com PNL pode até fazer-se limonada, sem limões".
São simplesmente algumas palavras de avaliação...
(Interesse no Master practitioner?
21 dias, em 5 blocos, um bloco por mês,
com oferta especial dum training completo de Mindfulness
jose.figueira@pnl-portugal.com)
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Um pensamento do dia
Para quem aprecia a vida
é impossível falhar
William Faulkner (enviado por Dagelijkse gedachte, Holanda)
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Instantes
Se eu pudesse viver novamente a minha vida,
na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito... relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido, na
verdade bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico.
Correria mais riscos, viajaria mais,
contemplaria mais entardeceres, subiria mais
montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria
mais sorvete e menos lentilha, teria mais
problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente
cada minuto da vida;claro que tive momentos de
alegria.
Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de ter
somente bons momentos.
Porque, se não sabem, disso é feita a vida, só
de momentos, não percas o agora.
Eu era um desses que nunca ia a parte alguma
sem um termômetro e uma bolsa de água quente,
um guarda-chuva e um pára-quedas; se voltasse
a viver viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver, começaria a
andar descalço no começo da primavera e
continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua, contemplaria
mais amanheceres e brincaria com mais
crianças, se tivesse outra vez uma vida
pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo
da escritora americana Nadine Stair
um poema que, ao que parece, foi falsamente atribuído a Jorge Luis Borges
na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito... relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido, na
verdade bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico.
Correria mais riscos, viajaria mais,
contemplaria mais entardeceres, subiria mais
montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria
mais sorvete e menos lentilha, teria mais
problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente
cada minuto da vida;claro que tive momentos de
alegria.
Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de ter
somente bons momentos.
Porque, se não sabem, disso é feita a vida, só
de momentos, não percas o agora.
Eu era um desses que nunca ia a parte alguma
sem um termômetro e uma bolsa de água quente,
um guarda-chuva e um pára-quedas; se voltasse
a viver viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver, começaria a
andar descalço no começo da primavera e
continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua, contemplaria
mais amanheceres e brincaria com mais
crianças, se tivesse outra vez uma vida
pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo
da escritora americana Nadine Stair
um poema que, ao que parece, foi falsamente atribuído a Jorge Luis Borges
Quem é Ken Wilber?
Ken Wilber é considerado um dos mais brilhantes filósofos da atualidade.
Fundador dos chamados "Estudos Integrais", seus livros já foram publicados em mais de 30 idiomas, inclusive o português. Dentre eles se destacam Espiritualidade Integral, O Espectro da Consciência, O Projeto Atman, O Paradigma Holográfico, O Olho do Espírito, Psicologia Integral e Uma Teoria de Tudo.
Fundador dos chamados "Estudos Integrais", seus livros já foram publicados em mais de 30 idiomas, inclusive o português. Dentre eles se destacam Espiritualidade Integral, O Espectro da Consciência, O Projeto Atman, O Paradigma Holográfico, O Olho do Espírito, Psicologia Integral e Uma Teoria de Tudo.
Chamado por muitos de o "Einstein da Consciência", desenvolveu uma teoria que busca englobar os princípios fundamentais de todas as grandes tradições espirituais, filosóficas, científicas e psicológicas do Oriente e do Ocidente, tornando-se um dos pensadores mais influentes de sua geração.
APAIXONAR-SE MAIS
1. Pense na pessoa que ama.
2. Recorde a primeira vez que se sentiu apaixonado por ela. Imagine que foi ontem. Veja o que viu, ouça o que ouviu, sinta o quão bem se sentiu. Faça girar as sensações de amor através do seu corpo.
3. Pense em algo que o incomoda acerca do comportamento dessa pessoa e dissocie-se desse comportamento e das recordações, de forma a olhar à distância para a pessoa que ama.
4. Traga imediatamente ao de cima todas as recordações dos tempos em que gostava de estar com ela, entre nessas recordações e associe-se a elas, para ver e viver o que viu e sentir o que sentiu na altura.
5. Repasse rapidamente todas essas maravilhosas experiências, amplifique a sensação de amor e faça-a girar através do seu corpo. A seguir, olhe para a pessoa que ama e veja-se a sentir o que sentiu da primeira vez que se apaixonou por ela.
Assim que se sentir ainda mais apaixonado, vai precisar de fazer determinadas coisas de maneira diferente. Precisa de dizer as coisas que não está a dizer. Se calhar não diz ao seu marido que o ama. Não diz à sua mulher que a ama. Não elogia os seus filhos pelas coisas que fazem bem. Se calhar tem mau génio. Se calhar zanga-se em demasia e ainda não se decidiu a fazer algo em relação a isso. Isto resume-se ao facto de que primeiro tem de tomar a decisão de que quer mudar alguma coisa. Pode fazê-lo reparando nas qualidades das decisões que levou até ao fim e depois decidir dizer aos seus entes queridos que os ama, colocando essa decisão dentro das mesmas qualidades das decisões que levou até ao fim.
Richard Bandler, Tenha Agora a Vida que Quer, Ed. Leya, Lua de papel (pag. 123/124)
2. Recorde a primeira vez que se sentiu apaixonado por ela. Imagine que foi ontem. Veja o que viu, ouça o que ouviu, sinta o quão bem se sentiu. Faça girar as sensações de amor através do seu corpo.
3. Pense em algo que o incomoda acerca do comportamento dessa pessoa e dissocie-se desse comportamento e das recordações, de forma a olhar à distância para a pessoa que ama.
4. Traga imediatamente ao de cima todas as recordações dos tempos em que gostava de estar com ela, entre nessas recordações e associe-se a elas, para ver e viver o que viu e sentir o que sentiu na altura.
5. Repasse rapidamente todas essas maravilhosas experiências, amplifique a sensação de amor e faça-a girar através do seu corpo. A seguir, olhe para a pessoa que ama e veja-se a sentir o que sentiu da primeira vez que se apaixonou por ela.
Assim que se sentir ainda mais apaixonado, vai precisar de fazer determinadas coisas de maneira diferente. Precisa de dizer as coisas que não está a dizer. Se calhar não diz ao seu marido que o ama. Não diz à sua mulher que a ama. Não elogia os seus filhos pelas coisas que fazem bem. Se calhar tem mau génio. Se calhar zanga-se em demasia e ainda não se decidiu a fazer algo em relação a isso. Isto resume-se ao facto de que primeiro tem de tomar a decisão de que quer mudar alguma coisa. Pode fazê-lo reparando nas qualidades das decisões que levou até ao fim e depois decidir dizer aos seus entes queridos que os ama, colocando essa decisão dentro das mesmas qualidades das decisões que levou até ao fim.
Richard Bandler, Tenha Agora a Vida que Quer, Ed. Leya, Lua de papel (pag. 123/124)
Um pensamento do dia
Com pensamentos tranquilos, experienciamos emoções de paz
E levamo-las connosco em cada situação da nossa vida
Dr.Wayne Dyer (enviado por Dagelijkse gedachte)
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Um pensamento do dia
Um bom jardineiro pode ver o adubo na rosa e na rosa o adubo.
Sem adubo não há rosas, sem rosas não há adubo.
Thich Nhat Hanh (enviado por Dagelijkse gedachte, Holanda)
Sem adubo não há rosas, sem rosas não há adubo.
Thich Nhat Hanh (enviado por Dagelijkse gedachte, Holanda)
sábado, 2 de outubro de 2010
Krishnamurti disse um dia…
... A luz é luz; não anda à procura de mais luz.
A meditação é a brisa que entra quando deixamos a janela aberta; mas se deliberadamente a mantemos aberta, com o propósito de atrair a brisa, ela não aparece.
... E nessa atenção não existe nenhuma fronteira, nenhum centro, nenhum “eu” que esteja atento. Essa atenção, esse silêncio, é um estado de meditação.
Meditar é descobrir se há um campo que não esteja já contaminado pelo conhecido.
... Quando o pensamento está silencioso, há vazio, e este vazio é ordem.
Na meditação, temos de descobrir se é possível um cessar dos conhecimentos, e libertarmo-nos, assim, do conhecido.
A meditação é a acção do silêncio.
Meditar é libertarmo-nos do pensamento; é um movimento no êxtase da verdade.
Meditar é destruir a “segurança”...
A “morte” a que a meditação dá origem é a imortalidade do novo.
Enough
Enough. These few words are enough.
If not these words, this breath.
If not this breath, this sitting here.
This opening to the life
we have refused
again and again
until now.
Until now
David Whyte, Where Many Rivers Meet
If not these words, this breath.
If not this breath, this sitting here.
This opening to the life
we have refused
again and again
until now.
Until now
David Whyte, Where Many Rivers Meet
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