No intuito de evitar que a terapia se tornasse um caso frustrante e sem fim, Bandler e Grinder (1979) e Camron Bandler (1985) enfatizaram a importância de formular previamente os objectivos da terapia. Este é um hábito proveniente da terapia comportamental.
Os terapeutas focados na solução fazem a chamada “pergunta do milagre” para obter um objectivo terapêutico: “Imagine-se acordar amanhã com o seu problema já resolvido. Que diferença perceberia?" Ou “Imagine ter encontrado um mágico capaz de fazer aparecer uma solução. O que lhe pediria?” Em resumo: “Como quer que a solução seja?”
Prestar atenção ao objectivo desejado, é útil para guiar a terapia (do panorama familiar) na direcção certa. Ter os objectivos como referência torna muito mais fácil descobrir qual a configuração de personificações que está a bloquear o cliente.
Bandler e Grinder (1979) sugerem algumas condições a que, em suas opiniões, os objectivos devem obedecer, para serem funcionais (Derks e Hollander, 1996a):
1. O objectivo deve ser formulado em termos positivos (sem negações na forma como é expresso);
2. Deve estar no âmbito do controle pessoal do cliente;
3. Deve haver uma prova clara e sensorial para informar ao cliente quando ele alcançou o objectivo;
4. O contexto no qual o objectivo será realizado deve ser descrito com clareza;
5. Não deve haver quaisquer objecções em relação a alcançar o objectivo.
“Panorama Social, Dinâmica interior dos Relacionamentos Humanos”, Lucas Derks, editora idph, Brasil, pag.256/7
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Virginia Satir
"Tento ajudar as pessoas (...) a experimentar a conexão com a sua espiritualidade, levando-as a entrar em contacto com a sua ternura e com a sua força. Para tanto (...) precisamos entender que nascemos para evoluir (...) É um crescimento - e não há por que ter medo. Já ouvimos essa mensagem antes. É sobre isto que falavam Jesus, Buda, tantos outros. Mas, no passado, a maioria das pessoas (...) dizia: "Eles estão acima de nós, eles são divinos (...) somos apenas humanos, portanto não podemos estabelecer a mesma conexão". Mas agora, começamos a perceber que podemos."
Virginia Satir (26-06-1916 - 10-09-1988), psicoterapeuta conhecida pelas terapias familiares, constelações, change process model, modelada por Bandler e Grinder, está na base do modelo meta de linguagem, o primeiro produto da Programção NeuroLinguística.
Virginia Satir (26-06-1916 - 10-09-1988), psicoterapeuta conhecida pelas terapias familiares, constelações, change process model, modelada por Bandler e Grinder, está na base do modelo meta de linguagem, o primeiro produto da Programção NeuroLinguística.
Um pensamento do dia
As grandes decisões da vida têm, via de regra, muito mais a ver com o instinto e outros misteriosos factores inconscientes do que com a boa vontade consciente e a razão bem-intencionada.
C.G. Jung
The Enneagram and NLP
The Enneagram is an ancient typology of personality that precedes an important key to our strengths and limitations, our preoccupations, passions and defenses. Created by safe mathematicians in the 16th century it is sometimes known as ‘the face of God’. It is organized with the numbers one to nine placed in a circle with lines drawn between the numbers indicating certain relationships. The Enneagram proposes that there are nine basic personality types, each shaped and influenced by several other pivotal types under various circumstances. This elegant process is one of the reasons - unlike other typologies - that the Enneagram does not put you in a box, nor is it so vague that the information becomes no more than another interesting theory. It helps you identify the thread that sews through your life while giving you the space to be the unique individual you are. Identifying your number (type) brings a deeper understanding of who you are, what your challenges are and which possibilities you have for your personal evolution.
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(na foto: Anné Linden, conhecida como The First Lady of NLP, fundadora do The New York Training Institute for NLP, o primeiro centro de Programação NeuroLinguística do mundo, 31 anos de experiência; para além de ser uma das mais conceituadas trainers mundiais é especialista em NLP e eneagrama)
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(na foto: Anné Linden, conhecida como The First Lady of NLP, fundadora do The New York Training Institute for NLP, o primeiro centro de Programação NeuroLinguística do mundo, 31 anos de experiência; para além de ser uma das mais conceituadas trainers mundiais é especialista em NLP e eneagrama)
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Nada é mais importante que este momento
O maior impedimento no campo do crescimento, aprendizagem, desenvolvimento pessoal?
O esquecimento!
É o esquecermo-nos que o mapa não é o território.
J.F.
O homem é um ser de histórias. Pensamos em termos de histórias, comunicamos com histórias.
Uma boa história é qualquer coisa de fantástico. É esta a força das histórias, mas também o seu perigo.
Uma história tem repetições, tem ramificações, desvia-se do caminho; há círculos.
Uma história é um labirinto onde nos podemos perder. Pode ser agradável deixarmo-nos levar, mas o labirinto não é a realidade.
As histórias podem apanhar-nos de tal forma que acabemos por ter a ilusão que são mais importantes que a realidade. Quando isso acontece, perdemo-nos. As histórias tiram-nos do momento - o que lhe prega uma grande partida no que diz respeito à história da sua vida: sobre quem você é, quem deverá ser, sobre as suas ambições, os dramas e sucessos. Se acreditar muito nisso, vai jogar o papel que se imaginou jogar, torna-se então prisioneiro da sua própria história.
Pode apreciar uma história enquanto escolhe identificar-se com ela, desde que esteja consciente que é uma história, e nesse caso pode voltar ao aqui e agora. Reconhece então as histórias como histórias, não se deixando capturar por elas.
As histórias são para a gente se divertir com elas, não para nos aprisionarem.
Enviado da Holanda tradução de J.F., texto de Rob Brandsma
O esquecimento!
É o esquecermo-nos que o mapa não é o território.
J.F.
O homem é um ser de histórias. Pensamos em termos de histórias, comunicamos com histórias.
Uma boa história é qualquer coisa de fantástico. É esta a força das histórias, mas também o seu perigo.
Uma história tem repetições, tem ramificações, desvia-se do caminho; há círculos.
Uma história é um labirinto onde nos podemos perder. Pode ser agradável deixarmo-nos levar, mas o labirinto não é a realidade.
As histórias podem apanhar-nos de tal forma que acabemos por ter a ilusão que são mais importantes que a realidade. Quando isso acontece, perdemo-nos. As histórias tiram-nos do momento - o que lhe prega uma grande partida no que diz respeito à história da sua vida: sobre quem você é, quem deverá ser, sobre as suas ambições, os dramas e sucessos. Se acreditar muito nisso, vai jogar o papel que se imaginou jogar, torna-se então prisioneiro da sua própria história.
Pode apreciar uma história enquanto escolhe identificar-se com ela, desde que esteja consciente que é uma história, e nesse caso pode voltar ao aqui e agora. Reconhece então as histórias como histórias, não se deixando capturar por elas.
As histórias são para a gente se divertir com elas, não para nos aprisionarem.
Enviado da Holanda tradução de J.F., texto de Rob Brandsma
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
O Panorama Social e a sub-modalidade “localização”
Relação=Localização, é o ponto de partida do Panorama Social, que é a maneira como organizamos as nossas relações na nossa mente. Uma pessoa, num determinado lugar, significa uma relação emocional Social específica. Modifique o lugar, modifica a relação. Modifica a relação, modifica então automaticamente o lugar. Este pressuposto implica também que um determinado tipo de relação, corresponde com um lugar determinado no Panorama Social de alguém. Há um espaço para enamorados, um espaço para pessoas de confiança, um espaço para inimigos... Confrontados com uma relação não funcional, procedemos à deslocação da relação para uma posição mais adequada na nossa mente. Isto pode fazer-se com ex-namorados, com o nosso chefe, com um grupo social, com pessoas falecidas, com personificações familiares, etc. Tal vai implicar uma modificação na relação. A pessoa irá certamente agir doutra maneira e o outro, consciente ou inconscientemente, irá reagir doutra forma - a relação será inevitavelmente transformada.
Com o Panorama Social, Lucas Derks acrescentou uma importante mais-valia à Programação NeuroLinguística.
http://www.panorama-social.blogspot.com/
Formado (a)?!...
Estamos a assistir a uma revolução silenciosa e, não obstante, os factos reclamam e gritam com a sua evidência, nem sempre porém os conseguimos ver...
Este é o Século do feminino, da sensibilidade, da criatividade e da mente ou talvez do espírito... enfim, do crescimento permanente da inteligência cada vez mais autónoma em si mesma...
É ainda muito comum ver e ouvir as pessoas dizerem que “são formadas” em... direito; engenharia; economia... enfim.
Presentemente ninguém é já formado em coisa alguma! As pessoas estão em permanente crescimento ou a “morrer”, mas sem darem por isso!
Ora é aqui que a PNL entra nesta dimensão do real, pois nos disponibiliza uma forma de crescimento adequado à nossa personalidade, tão adequado que pode até servir para mudar essa mesma personalidade, ou a forma como pensamos que a assumimos, fornecendo recursos e perspectivas enriquecedoras que nos permitem reconstruir permanentemente e crescer sempre em direcção a nós próprios e à ideia de pessoa que consigamos almejar como sendo a certa para nós.
Como estrutura de funcionamento da mente a PNL ajusta-se a qualquer contexto e funciona em qualquer área da vida e da actividade humana, daí a sua polivalência e significado, como ciência e arte até, seguramente como técnica ou conjunto racional de técnicas que funcionam e relevam pela sua efectiva utilidade independentemente das crenças e convicções que sobre a matéria se acalentem.
Importa por isso sublinhar que, diversamente do que por vezes se ouve e diz, a PNL, mais que uma “prática”, ou uma técnica que se usa ou não é uma forma de ser...
A Programação Neurolinguística é uma novíssima forma de ser pessoa e de estar na sociedade e fora dela... É realmente um sistema vasto de conhecimento que nos proporciona em termos práticos uma estrutura flexível e dinâmica que se ajusta a cada contexto e realidade (interna ou exterior à pessoa), e cujos resultados se manifestam sem que sejam necessárias crenças; basta fazer, maxime, ser assim!
António
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Cursos e livros de Crescimento e Sucesso
Há cada vez mais cursos, livros e pessoas que nos ajudam a descobrirmo-nos e a realizarmos o "sucesso" e a conseguir tudo o que se quer. Infelizmente os resultados, embora muitas vezes sejam positivos, não estão geralmente em relação directa com o prometido. A mente humana e o mundo, não se deixam aprisionar facilmente. Ora é essa, talvez, a maior mensagem da PNL (Programação NeuroLinguística): - que não lhe passe pela cabeça pensar que se conhece, nem sequer que tenha a pretensão de conhecer todas as variáveis que levam a um resultado e, sobretudo, talvez seja uma boa ideia, não se deixar limitar pelo social correcto de nominalismos como "sucesso" e "excelência" e outros termos semelhantes. Não vá na conversa de ninguém. Nem da minha. Não se limite, abra-se ao ilimitado que somos, sabendo que cada pensamento é simplesmente um pensamento, uma sensação, simplesmente uma sensação. São tudo produtos e a nossa mente unicamente omite, generaliza e distorse.
Não importa o que pensemos sobre nós. Somos sempre mais do que isso.
Não importa o que pensemos sobre nós. Somos sempre mais do que isso.
"O mapa não é o território".
J.F.
Motive-se com palavras
1. Pense em algo que se sinta facilmente motivado a fazer.
2. Repare no tom e no ritmo da voz interior que utiliza quando fala consigo próprio acerca dessas actividades.
3. Tenha consciência das diferentes palavras que melhor o motivam entre as seguintes hipóteses:
EU DESEJO EU QUERO EU PRECISO
EU TENHO DE EU TENHO DE CHEGAR A EU DEVO
EU DEVIA EU POSSO EU QUERO
EU VOU EU ESTOU A FAZER
4. Írá reparar que algumas destas palavras resultam melhor consigo do que outras e motivam-no mais do que outras.
Use as palavras e o tom e o ritmo das palavras que o motivam.
Richard Bandler, "Tenha agora a vida que quer"
2. Repare no tom e no ritmo da voz interior que utiliza quando fala consigo próprio acerca dessas actividades.
3. Tenha consciência das diferentes palavras que melhor o motivam entre as seguintes hipóteses:
EU DESEJO EU QUERO EU PRECISO
EU TENHO DE EU TENHO DE CHEGAR A EU DEVO
EU DEVIA EU POSSO EU QUERO
EU VOU EU ESTOU A FAZER
4. Írá reparar que algumas destas palavras resultam melhor consigo do que outras e motivam-no mais do que outras.
Use as palavras e o tom e o ritmo das palavras que o motivam.
Richard Bandler, "Tenha agora a vida que quer"
"Só quem está sendo asfixiado aprende que o ar existe."
Monteiro Lobato
publicado como pensamento do dia nohttp://www.golfinho.com.br/
Monteiro Lobato
publicado como pensamento do dia nohttp://www.golfinho.com.br/
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