sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011! Seja Realmente Bom!

Temos uma enorme tendência para nos protegermos atrás de citações e frases feitas por outros que conseguiram notoriedade, aplauso e grande impacto social, procurando as mais das vezes o apoio dessas muletas para dizer o que quer que seja, ao ponto de, frequentemente, quando dizemos algo por nós próprios, sermos tomados por arrogantes.
Bom, quem me conhece sabe que sou simplesmente optimista; quem ainda não conhece sempre poderá começar com o benefício da dúvida, certo?
Quero desejar um feliz Ano de 2011, com bondade efectiva; mais que formal e aparente, uma bondade real do indivíduo em si mesmo, afirmada perante os outros.
Estudos científicos demonstram (lá está a muleta, chamemos-lhe fundamento, dado que é a origem da informação), que pelo menos 50% da felicidade decorre da forma positiva como tratamos com os outros; do que damos (de nós e do que temos), com efectividade e evidência exterior  — a evidência é importante, embora antes de parecer seja necessário ser, sob pena de o parecer soar a falso — uma vez que importa concretizar, produzindo efeitos objectivamente verificáveis no mundo exterior.
Ora é este o ponto fulcral da reflexão, o cerne da questão:
Ser evidentemente bom.
Ser realmente, evidenciando isso externamente, mas ser de verdade.
E, então, o que é ser bom?
Primeiro, ser bom para si mesmo. E, ser bom para si mesmo, implica ser equilibrado, entendendo-se, sendo capaz de se interpretar a si próprio e às suas mais profundas motivações, ajustando-se aos seus desejos positivos mais profundos. Depois, conseguir projectar isso no meio exterior, designadamente na relação com os outros.
Diversamente das vidas de abdicação e servilismo, mais ou menos religioso ou transcendental, defendo uma competência efectiva de se reconstruir permanentemente e direccionar para os outros essa energia positiva e essa capacidade de construir que a indicação de caminhos e possibilidades sempre traz.
Aqui entra então o poder imenso da PNL ao facultar-nos instrumentos realmente eficazes para evidenciar externamente essa ideia de bondade interior, projectando-a a dois níveis:
Interno
Externo
Pensar é importante, mas se não se conjugar internamente esse pensamento, de pouco vale, pois sentir é fundamental, pelo que se revela de crucial importância gerir bem as emoções e a concreta forma como lidamos connosco próprios.
Tudo isto, que é muito, adquire uma plenitude efectiva e um desenvolvimento exponencial, se for aplicado externamente.
Pois é, a melhor forma de aprender, é praticar e ensinar.
Praticar, praticar, praticar, evidenciando conscientemente o que se sabe, se é e defende, faz-nos crescer muito mais e, sobretudo, realizar verdadeiramente a função social de indivíduos integrados que, mais ou menos conscientemente todos temos e queremos.
O desafio para 2011 é pois esse mesmo:
Ser realmente bom, construindo um mundo melhor a cada momento e em cada momento, em nós e com os outros, na convicção profunda de que assim estamos a ser mais felizes, mais ricos e mais poderosos, entendendo isso como quer que individualmente o entendermos.
Formulo pois expressamente, votos de um excelente ano de 2011, na certeza plena de que, se fizermos apelo às possibilidades ilimitadas e colocarmos os olhos em horizontes elevados e objectivos poderosos, bem definidos, à nossa melhor medida, temporizados, com etapas claras, concretamente e regularmente avaliados e decorrentes de realizações próprias, por que nos responsabilizemos pessoalmente, será na verdade o melhor ano de sempre!
António

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Um pensamento de grande alcance

Tome calmamente o tempo necessário para ser feliz.
O tempo não é uma auto-estrada entre a nascença e a morte,
mas sim um parque de estacionamento ao sol.
Phil Bosmans

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

“… Ao avaliarmos a nossa evolução enquanto indivíduos tendemos a concentrar-nos em factores externos como a posição social, o poder de influência e a popularidade, a riqueza e o nível de instrução. Estes são, de facto, factores importantes para a avaliação do sucesso individual no que se refere a aspectos materiais e é perfeitamente compreensível que muitas pessoas se empenhem em alcançá-los. Existem no entanto factores internos que podem ser ainda mais decisivos na avaliação de uma pessoa enquanto ser humano: a honestidade, a sinceridade, a simplicidade, a humildade, a generosidade, a ausência de vaidade, a disponibilidade para ajudar os outros - qualidades ao alcance de todas as almas – constituem os alicerces da vida espiritual de cada um de nós. A evolução em matérias desta natureza é impensável sem uma introspecção séria, sem nos conhecermos a nós próprios, sem conhecermos as nossas fraquezas e os nossos erros. No mínimo, se não nos der mais nada, a cela proporciona-nos a oportunidade de analisarmos todos os dias a nossa conduta na sua globalidade, de ultrapassarmos o que de mau houver em nós e desenvolvermos o que possamos ter de bom…”

De: Nelson Mandela (excerto de carta escrita na prisão de Kroonstad a 01.02.1975)

Festas Felizes.
(enviado por A.G. Obrigado)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Perguntas lindas que me fazem

Uma troca de e-mails

Olá José!
É possível, ao fazer o exercício de pnl sobre a identidades "Eu SOU", aquele a que perguntamos quem sou e o que sempre fui, quem sou o que sempre serei...
é possível começar a chorar?
beijos de todas as cores!
Daniela

Daniela,
Quando se chega ao essencial em nós ou quando nos encontramos de verdade com o outro, há sensibilidade.
É como voltar e reconhecer um lar que deixámos há muitos anos
e que sempre esteve lá, mas que perdemos o caminho de regresso.
E quando nos reencontramos, as palavras deixam de ter sentido.
Então o corpo responde com uma lágrima.
Um feliz Natal
José

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Um pensamento...

Tudo o que recebe atenção, cresce

Aristoteles
(enviado por Dagelijksegedachte)

"Beijos de todas as cores"

Ama o teu próximo como te amas a ti próprio!

(votos de Feliz Natal, enviado por Daniela Reis)

Resolução de problemas com a ajuda do Pai Natal

Uma técnica de PNL para ajuda na resolução de qualquer problema com a ajuda de recursos espirituais, neste caso, aproveitando a estadia do Pai Natal

1. Pense num problema, numa questão que o(a) apoquenta, uma decisão que o(a) incomoda, um traço de carácter não funcional, e como isso o(a) está prejudicando para a realização, com sucesso, de objectivos para o próximo ano.
2. Classifique a sensação desagradável com a ajuda de uma escala de 1 a 10.
3. Escolha um lugar sossegado em que sabe que não será incomodado(a).
4. Agora, recorde na sua mente um lugar, algures, digno de um encontro com o Pai Natal.
5. Visualize o Pai Natal. Deixe que Ele desça até si. Faça-se mais pequeno(a) do que é e dê ao Pai Natal uma maior dimensão, mais brilho e, sobretudo, coloque-o numa posição acima de si. Enumere as qualidades que o Pai Natal tem, que você não tem ou que, neste momento, ainda não estão activas. E, só depois disso, exponha-lhe, então, as suas questões. Tome o tempo necessário.
6. Meta-se depois na pele do Pai Natal. Veja com os Seus olhos, ouça com os Seus ouvidos e sinta-se como Ele. Sinta as qualidades do Pai Natal relevantes para o problema que quer resolver.
7. Totalmente associado(a) com o Pai Natal, responda ao seu problema actual como se fosse Ele, dê sugestões para a questão que o(a) apoquenta e dicas para a construção do 2011.
8. Peça em seguida ao Pai Natal que lhe ofereça, como presente, um símbolo, uma âncora que será tanto mais poderosa quanto mais ela abranja todos os sentidos (pelo menos, o visual, o auditivo e o cinestésico) – é uma âncora que engloba os recursos de que precisa e que pode ser uma imagem, um som, uma sensação, um cheiro, um paladar, uma palavra, ou o símbolo pode incorporar tudo isto.
9. Aprecie agora a qualidade dos pensamentos do Pai Natal, considere as sugestões e os novos recursos actualizados na âncora e veja-se, ouça e sinta-se aplicando as sugestões do Pai Natal.
10. Dê atenção à sensação que tem e classifique a sensação numa escala de 1 a 10. O que é que se modificou? Tire as suas próprias conclusões.
11. Veja-se, agora, em 2011, realizando o seu futuro. Certifique-se de que possui as condições necessárias que o(a) vão inspirar na realização dum novo ano, pleno de novos significados. Vá a, pelo menos, três contextos diferentes no futuro. Certifique-se que tem agora estes novos recursos à sua disposição e que o que vê, neste filme do seu futuro, está mesmo em ordem.
12. Se ainda não estiver totalmente satisfeito(a), exponha as suas novas questões ao Pai Natal. Volte pois ao ponto 5, tantas vezes quantas forem necessárias até estar seguro(a) de que possui os recursos de que precisa. Se necessário, peça-Lhe para adaptar o símbolo aos novos recursos. Este símbolo é a sua âncora para 2011.
13. Agradeça e despeça-se, respeitosamente, do Pai Natal.

Técnica: José Figueira (Master practitioner, trainer de PNL, terapeuta e consultor do Panorama Social)
Publicado no Natal de 2006 e 2008 em http://www.pnl-portugal.blogspot.com/
(versão actualizada)

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Trégua de Natal em plena Primeira Guerra Mundial

Foi num inverno do ano de 1914, Primeira Guerra mundial, numa batalha onde alemães haviam cavado uma enorme trincheira de um lado, e franceses e ingleses do outro. E daqueles largos buracos lamacentos eles atiravam, uns contra os outros, e muitos morriam diariamente.
Passaram-se dias de batalha até que os sons de tiros e explosões cessaram. Era natal. Uma estranha calma reinava. Os ingleses que observavam com binóculos a trincheira alemã, presenciaram uma inusitada surpresa: - os alemães estavam pendurando árvores de natal e muitas velas sobre sua trincheira, de maneira que os ingleses pudessem ver. Ouviram então os soldados alemães cantando "Noite Feliz".
Não demorou muito para que um enorme coro pudesse ser ouvido de todos os lados e em três idiomas simultâneos cantando "Noite Feliz", em inglês, francês e alemão. Cada exército na sua trincheira, a cantar no seu idioma.
Surgiram, algum tempo depois, placas levantadas da trincheira alemã com dizeres em inglês ruim: “You no fight, We no fight” (Vocês não lutam, nós não lutamos).
Do outro lado, na trincheira inglesa, surgiram placas com “Merry Christmas” (Feliz natal), assim se seguiu com várias placas de ambos os lados surgindo com felicitações de natal.
Um trégua mais que espontânea havia sido travada de maneira nunca antes vista. E não parou por aí: oficiais apresentaram-se, trocaram apertos de mão e presentes e, de uma maneira fora de controle, ninguém mais estava nas trincheiras. Todos os, até então inimigos, estavam juntos na terra de ninguém (espaço conhecido entre as trincheiras) conversando, bebendo cerveja, celebrando o natal, contando piadas, até que surgiu uma bola e começaram a jogar uma partida de futebol com 60 jogadores de cada lado: alemães e ingleses (Diz-se que os alemães ganharam por 3×2).
Essa trégua-confraternização espalhou-se por toda a trincheira. A guerra parecia ali não ter mais possibilidades.
Fotos impressionantes tiradas nesse dia, como esta acima, ficaram para uma emocionada posteridade. Soldados ingleses e alemães juntos em confraternização.
Essa trégua surreal  prolongou-se por vários dias. Os soldados de ambos os exércitos trocaram presentes, cartões de natal e cartões postais; trocaram cartas que deveriam ser entregues a entes queridos que estavam a morar no país inimigo, e fizeram amizades.
Os generais dos exércitos não gostaram nem um pouco do que estava acontecendo quando descobriram. Logo sérias ordens, sob pena de morte por traição, caso descumpridas, deveriam ser cumpridas: a batalha devia recomeçar e assim teve que ser feito - cada exército voltou para sua trincheira e começaram a atirar uns contra os outros. Estranhamente as balas de ambos os lados não passavam nem sequer perto do “inimigo”. Todos estavam desperdiçando munição, atirando acima do “inimigo” para não acertar nele.
O alto comando chegou à conclusão que aquela batalha jamais iria acabar se aqueles soldados continuassem ali. Ambos os exércitos substituíram os soldados e só assim a batalha pôde ter continuidade. Foi erigido nesse local um marco, para lembrar a emocionante “Trégua de Natal” que houve em 1914.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O Rei e o seu Reino

Era uma vez...
um rei que vivia num reino mágico muito distante daqui.
Um dia, o rei percebeu que havia um problema num estado do norte de seu reino. O rei sabia que este problema precisava ser resolvido para restabelecer a paz. No entanto, ele não estava muito seguro de como fazer isto e, perturbado pelo problema, pensou nele a tarde inteira. À noite, quando foi dormir, caiu num sono profundo e sonhou que estava numa reunião com os ministros do reino. Nesta reunião estavam presentes o Ministro do Interior, o Ministro das Relações Exteriores, o Ministro da Saúde, o Ministro da Educação e do Bem-Estar Social e o Ministro das Minas e Energia. Durante este encontro, os seus ministros foram capazes de colocar e abordar as suas questões de tal maneira, que cada um ficou satisfeito. Quando acordou do seu sono, ele estava alegre e feliz porque tinha aprendido uma nova maneira de resolver o problema. O rei, então, aplicou a nova capacidade encontrada para dirigir seu reino.

Sou dona de mim

Eu sou eu
Em todo o mundo,
Não há ninguém igual a mim.
Há pessoas,
Que têm alguns talentos iguais aos meus,
Mas a natureza de ninguém se compara à minha.
Por essa razão, tudo
Que sai de mim é meu de verdade
Porque eu sozinha fiz a escolha.
Sou dona de tudo o que diz respeito a mim.
Meu corpo, inclusive
Tudo o que ele faz;
Minha mente e inclusive todos os seus pensamentos e ideias;
Meus olhos, inclusive as imagens de tudo o que contemplam;
Meus sentimentos, seja quais forem
Raiva, alegria, frustração, amor, desengano, excitação;
Minha boca e todas as palavras que dela provêm;
Gentis, doces ou ásperas,
Próprias ou impróprias;
Minha voz, ruidosa ou suave;
E todas as minhas atitudes,
Com os outros ou comigo mesma.
Sou dona de minhas fantasias, meus sonhos, minhas esperanças,
Meus temores.
Sou dona de todos os meus triunfos e sucessos, de todos
Os meus fracassos e erros.
Porque sou dona de mim, sei o que se passa em meu íntimo.
Então, gosto de mim e sou afectuosa comigo em tudo que me diz respeito.
Desse modo, possibilito a mim trabalhar como um todo para o meu bem.
Sei que há em mim alguns aspectos que não conheço.
Mas enquanto eu for terna e
Afectuosa comigo mesma,
Poderei com coragem e esperança,
Procurar soluções para os enigmas e meios de descobrir mais sobre mim.
Seja como for que eu pareça e me comporte,
O que quer que diga e faça, pense e sinta em dado momento, tudo isso sou eu.
É autêntico e representa onde estou neste exato momento.
Quando mais tarde recordo como pareci e me comportei, o que disse e fiz e pensei e senti,
Talvez algumas partes revelem-se inadequadas...
Jogo fora o que não me serve, guardo o que foi aprovado e invento algo novo para substituir o que descartei.
Vejo, ouço, sinto, penso, falo e faço.
Tenho as ferramentas para sobreviver, para ficar perto dos outros, para ser criativa e compreender o mundo das pessoas e as coisas fora de mim. Sou dona de mim!!!

Virgínia Satir

Virginia Satir (26 de junho de 1916 - 10 de setembro de 1988) foi uma notável autora e psicoterapeuta norte-americana, conhecida sobretudo pela sua abordagem de terapia familiar e por seu trabalho com constelações sistêmicas. Os seus livros mais conhecidos são Conjoint Family Therapy, de 1964, Peoplemaking, de 1972, eThe New Peoplemaking, 1988. É também conhecida por criar o "Virginia Satir - Change Process Model", um modelo psicológico que foi desenvolvido através de estudos clínicos. Gurus organizacionais e de gestão da mudança das décadas de 1990 e 2000 abraçam esse modelo para definir como mudanças influenciam nas organizações.
Para a PNL ela é umas das 3 fuguras de base modeladas por Bandler e Grinder e que ofereceram os fundamentos para a metodologia da Programação NeuroLinguística.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Fritz Perls

"Eu não estou neste mundo para viver correspondendo às expectativas de ninguém, nem acho que o mundo deva corresponder às minhas".

"Our dependency makes slaves out of us, especially if this dependency is a dependency of our self-esteem. If you need encouragement, praise, pats on the back from everybody, then you make everybody your judge".