segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A TRANSFORMAÇÃO IMEDIATA DA HISTÓRIA PESSOAL


Uma técnica simples (do Panorama Social, aqui muito simplificada, mas mantendo o essencial)e ao alcance de todos, suficiente para transformar, aqui e agora, a sua vida. Funciona desde que se tenha compreendido que as determinantes da sua vida não são os factos. Os “factos” são, no fim de contas, o que imaginamos sobre nós e sobre a nossa vida. Tudo aquilo a que chamamos de acontecimentos da nossa vida, são interpretações e não a realidade! O que fazemos é a transformação da interpretação através duma nova visão sobre os acontecimentos.

1. Pergunte-se, tendo em consideração que as pessoas fazem sempre o melhor que está ao alcance da sua compreensão e das suas competências no momento: - Qual é a minha necessidade fundamental, a necessidade que em criança o meu pai ou a minha mãe não preencheram… (porque muito possivelmente eles também a não receberam de seus pais)? Faça um inventário dos recursos que lhes faltaram e que eles não lhe souberam transmitir.
2. Veja, ouça, sinta, cheire, prove, como é que poderia ter acontecido se eles tivessem possuído esses recursos. Imagine, por exemplo, que os seus avós tinham os recursos necessários de que os seus pais necessitavam. Formule-os um por um. Crie uma metáfora, cor, um simbolismo qualquer que represente esses recursos. Imagine os seus avós envoltos e possuindo esses recursos.
3. Imagine agora os seus pais, à nascença, recebendo esses recursos dos seus avôs. Imagine os seus pais crescendo com os recursos até se encontrarem e formarem um lar cheio de recursos.
4. Imagine-se a nascer de pais com estes recursos num novo lar. Brinque, experimente, interaja, com este pai e esta mãe ideal. Sinta-se a crescer, agora na posse dos recursos. Pense os pensamentos deles para consigo, sinta, veja, ouça, prove as intenções e comportamentos deles agora de posse de todas as competências ideais. E receba tudo isto no seu íntimo: o amor, a atenção, a segurança.
4. Sinta o que é vivenciar este novo pai, esta nova mãe. Aperceba-se dos novos recursos de que está usufruindo e abra-se perante as novas perspectivas da sua história. Sinta como todo o seu passado é imbuído de nova informação.
5. Neste novo estado, apoiado pela nova memória de seu pai e de sua mãe, por estes novos pais agora presentes, pergunte-se:
- O que é que esta nova situação acrescenta à minha vida actual?
- Quais são as repercussões no futuro, agora na posse destes novos recursos?

(A única razão pela qual este exercício pode não funcionar, é você dizer: - isto é imaginação, a realidade foi outra. Claro que não funciona desta maneira e nada funcionará na sua vida até que saiba, com todas as suas células, que esta imaginação é tão real como as memórias que traz consigo a que chama reais. O que realmente conta, são as interpretações que se faz de si, dos outros, do mundo).

Citações de Damásio

« Minha alma é uma orquestra oculta;
não sei que instrumentos tangem e ran-
gem, cordas e harpas, timbales e tambo-
res, dentro de mim. Só me conheço como
sinfonia.»

FERNANDO PESSOA
Livro do desassossego


« O que não consigo construir não consigo
compreender.»

RICHARD FEYNMAN

Citações de abertura no último livro de António Damásio, "O Livro da Consciência, A Construção do Cérebro Consciente", um livro interessante, brilhante, e talvez imprescindível para quem quer aprofundar os seus conhecimentos de PNL, conhecer as bases da experiência subjectiva, o aparecimento e funcionamentos dos mapas mentais que formam a base da Programação NeuroLinguística. Isto se tiver a coragem de enfrentar as mais de 400 páginas descritas numa linguagem altamente técnica. Este livro podia, na verdade, ao lado da versão corrente, alargar a sua influência para um público vasto, ser altamente simplificado e contribuir para a compreensão do nosso funcionamento e auto-conhecimento. 

domingo, 30 de janeiro de 2011

Poções Naturais Libertadoras

Um fabricante muito hábil pode induzir uma paixão louca, mas ainda ninguém conseguiu criar a ligação verdadeiramente inquebrável, eterna e incondicional que se designa por Amor.
Hector Dagworth-Granger: fundador da Excelentíssima Sociedade dos Fabricantes de Poções
in notas do Professor Dumbledore (J.K.Rowling)

sábado, 29 de janeiro de 2011

Os agentes de mudança em PNL

Entre 1974 e 1980, Bandler e Grinder inventaram a PNL a partir de grandes linhas de pensamento na altura, do contacto directo com génios da ciência e linguística e da modelagem de terapeutas de renome. Criaram uma metodologia nova para transformação, que devido à diversidade de temas e origens, não se deixa definir facilmente em poucas palavras. Após a sua separação, foram outros que, no meu entender, aprofundaram e fizeram da PNL o que ela é hoje. Devemos a PNL aos seus fundadores, mas também a figuras como, por exemplo, Robert Dilts, Tad James, Lucas Derks, Michael Hall, John Overdurf, Penny Tompkins, James Lawley, Steve Andreas, Richard Bolstad, Anné Linden, Connirae Andreas, Joseph O`Connor, Todd Epstein, Robert McDonald... e muitos outros.
Em grandes linhas, pretende-se reduzir a distância entre uma situação actual considerada como indesejável e uma situação que a pessoa acha mais funcional, menos dolorosa e mais agradável.

Clique aqui se quer ler o artigo completo: http://www.pnl-portugal.com/artigos_agentes%20de%20transforma%C3%A7%C3%A3o.htm
(publicado na revista PNL-Portugal, Fevereiro de 2011, distribuída por e-mail)

PNL, uma solução? Ou o caminho para um mal maior?

Muitas pessoas chegam à PNL para resolver problemas e algumas vezes parecem sair com mais problemas ainda: divórcios, desmotivação para o trabalho que fazem, desemprego, confusão, conflitos com a ordem social estabelecida…
Ora não é a PNL que provoca estas aparentes “desgraças”. As pessoas substituem simplesmente problemas do dia-a-dia por questões mais significativas para as suas vidas. Digamos que o “problema” passou do nível do comportamento para um nível neurológico superior (crenças sobre si e sobre os outros, valores essenciais, identidade e missão no mundo). Qualquer solução que as pessoas procurem a seguir, deixou de ser apenas uma substituição de meios de sobrevivência, para se tornar também uma busca de integração e congruência maior nas suas vidas.
A publicidade à volta da PNL tem algumas vezes a sua origem nos aparentes resultados de sucesso a curto prazo ao nível das aplicações, nos comportamentos e competências: - é que são técnicas excepcionais de persuasão! Felizmente que, se aplicadas unicamente como ferramentas ao nível das competências, como persuasão desprovida de ética, ou não funcionam ou, em geral, só funcionam uma única vez. Para uma pessoa honesta, acabam por não satisfazer. E a pessoa utilizada, seja a mais simples criatura sem estatuto de cultura oficial, possui os mesmos neurónios e dignidade que qualquer ser humano na terra – e mesmo não consciente disso, acabará por sentir inconscientemente o “truque”.
As ferramentas da PNL, para funcionarem e deixarem marca, terão, no meu entender, que satisfazer regras básicas da ecologia humana e social. Terão de ter em conta o indivíduo como um todo, com necessidades de realização espiritual (realização de um significado maior), integradas num alargado contexto direccionado à construção dum mundo melhor.
(Publicado na revista mensal distribuída por e-mail, PNL- Portugal, Fevereiro de 2011)

Um conceito de felicidade

Felicidade é querer ser
quem você é

Anselm Grun, enviado por Dagelijkse Gedachte, Hoanda

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Como atingir paz interior

No texto que se segue, de Paul Wilson (“Um pouco de Paz”), são apontadas duas ferramentas fundamentais na maneira de lidar com problemas.

A primeira é a forma clássica da PNL, chamada “contraste ou sobreposição de sub-modalidades sensoriais”. As características sensoriais da imagem duma sensação positiva neutralizam a sensação negativa. Em PNL são empregues técnicas altamente sofisticadas que empregam este princípio do funcionamento da mente. No livro "Tenha agora a vida que quer”, Richard Bandler, o co-inventor da PNL, apresenta dezenas de variações do mesmo princípio.

A segunda ferramenta é conhecida como mindfulness, cada vez mais utilizada na medicina comportamental e em alguma psicologia cognitiva. Embora com a sua origem no budismo tradicional foi trazida para o mundo ocidental do dia-a-dia, por Thich Nhat Hanh (pode consultar “ Happiness; Esencial Mindfulness Practices”) e tem vindo a ser aplicada, há anos, na medicina, por Jon Kabat-Zinn, em primeira instância, numa clínica americana para tratamento do stress.

Quietude para levar

Num mundo ideal poderia levar consigo um pouco de tranquilidade, que usaria quando sentisse a pressão aumentar. Poderá dar-se o caso de você viver num mundo ideal?
O modo mais óbvio de fazer isto é usar as suas recordações ou imaginação. Recorde-se de um momento no passado em que você estava tranquilo e satisfeito. Mergulhe nos pormenores. Permita que a recordação dos sentimentos originais mude a forma como se está a sentir agora.
Reparou na diferença que uma simples recordação pode fazer?

Uma maneira mais conveniente é ganhar o hábito de estar mentalmente presente quando está fisicamente presente.
Quando está no trabalho, convoque toda a sua atenção para o local de trabalho; não pense em fazer compras, em casa ou no jantar dessa noite.
Quando está em casa, mantenha a sua atenção em casa.
Quando está a ler, caminhar, a fazer compras, a varrer, a cozinhar, a comer, a remendar, a vigiar, a velejar, a bronzear-se ou a fazer amor, faça-o com toda a sua atenção.
Estar mentalmente presente permite-lhe experimentar tranquilidade e paz interior em qualquer tipo de situação – independentemente de quão difíceis ou banais possam ser.

A Deusa de Sal

Era uma vez uma ilha longínqua onde vivia uma solitária deusa de sal apaixonada pelo mar.
Passava dias e noites na praia observando o balanço das ondas, as ondas que vão e vêm no seu ritmo cadenciado, observando beleza, enxergando mistério, embevecida na magnitude das águas. Um desejo enorme começou a apossar-se do seu coração: vivenciar no seu corpo a sensualidade de toda aquela beleza.
O desejo aumentou tanto que um dia a deusa resolveu entrar pelo mar dentro. Imediatamente os seus pés derreteram-se.
Encantada, seguiu em frente e as suas pernas e as coxas desapareceram.
A deusa, deleitada, seguiu adiante sentindo todas partes do seu corpo a derreterem-se até ficar apenas com o rosto do lado de fora.
Uma estrela que a observava, dirigiu-se-lhe:
- Linda deusa, vais desaparecer por completo. Daqui a pouco não mais existirás.
Entretanto a água do mar desfazia o rosto da deusa, mas ela respondeu, fazendo um esforço:
- Continuarei existindo, porque agora eu sou o mar também.
A deusa passou a ser o mar que ela tanto admirava da praia. O mar, por sua vez, também nunca mais foi o mesmo. Transformou-se, salgado pela deusa.

(Adaptado de uma metáfora de autor desconhecido. Publicado na revista de PNL-Portugal de Fevereiro 2011)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Divagando sobre acreditações

É bom que a gente converse. Ontem almocei com um colega. Tema: Associação de PNL, credibilidade dos cursos e dos trainers, reconhecimento oficial.

Fez-se-me luz a nível consciente do que sinto e tenho sentido há muito sobre este tema.

Antes de continuar: Sou defensor incondicional da existência duma Associação e de ligações a organizações mais abrangentes que estejam garantes, ou se empenhem em manter e desenvolver um mínimo de profissionalidade, princípios éticos de acção, e que seja ponto de recepção de possíveis descontentamentos da parte dos consumidores.
Posto isto esclarecido, a pergunta que me faço é esta:

- Porque é que alguns profissionais querem tanto uma Associação?

Talvez, confesso, exagerando um pouco, encontrei uma diferença entre os ditos profissionais:
- Para se credibilizarem a si mesmos ("eu sou membro da associação, uso legalmente o logo da associação, pago as minhas quotas… e por isso sou um profissional autêntico!")
ou
- Para que os consumidores dos produtos possam confiar num mínimo de critérios de profissionalismo e princípios éticos dos membros dessa Associação.

No primeiro caso o acento está no "eu", no segundo caso, nos "outros".

Claro que os dois aspectos se completam. Mas há uma nuance e, num mundo às vezes tão preto e branco, é bom estar atento às nuances.

A grande implicação parece-me esta:

- No primeiro caso, deparamo-nos com um profissional reconhecido dentro das leis formais vigentes na democracia. Pelo menos disso podemos estar seguros.
- No segundo caso, independente de todos os diplomas adquiridos, aumentam as chances de nos deparamos com um aspirante, com alguém que trabalha continuamente para aumentar honestamente o seu profissionalismo e a sua credibilidade.

Se conseguirmos juntar os dois, todos beneficiam. Tanto o profissional honesto, como o consumidor.

Estou aqui a falar de PNL, mas como é o caso nesta metodologia, estas divagações abrangem todos os sectores da nossa vida.Depois de regressar da Holanda, pasmado... constatei o número de vezes que, diariamente, ouvi pronunciada a palavra "doutor". Talvez seja essa singularidade nacional que, de uma ou de outra forma, causa certo "efeito" no meu modelo do mundo. 

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Que trainer, que instituto devo escolher?

Haverá cada vez maior oferta de PNL no mercado. Que trainer escolher então? Em que Instituto me vou inscrever?
A questão é que após as divergências dos autores Bandler e Grinder e os longos processos jurídicos entre estes mestres, foi decretado pelos tribunais Americano e Inglês (US Superior Court e Engels High Court) que o termo PNL pode ser empregue livremente. (veja “Relações Bandler-Grinder e direitos de autor” neste blogue, 6 de Março de 2010, http://pnl-portugal.blogspot.com/search?q=Rela%C3%A7%C3%B5es+Bandler-Grinder). Ninguém pode assumir internacionalmente em PNL direitos de autor. Em princípio qualquer pessoa pode pôr uma tabuleta na porta e dar cursos de PNL.
Por isso, torna-se importante ter cuidados extra na escolha de um trainer ou Instituto. Mas a que dar atenção? Que critérios utilizar na escolha?
Seguem-se algumas sugestões que me parecem pertinentes a ter conta numa escolha…

1. Embora os certificados não sejam tudo na vida, é conveniente assegurar-se que no fim do curso, desde que tenha obedecido às normas, receba o seu certificado (se quiser fazer um curso noutro instituto, em Portugal ou no estrangeiro, precisa do certificado);
2. Conveniente ter, para além do certificado, informação específica das horas de treino e do conteúdo (veja, por exemplo, critérios de certificação em… http://pnl-portugal.blogspot.com/p/criterios-de-certificacao-e-codigo.html. Investigue também os critérios do código ético do trainer;
3. Assegure-se de que o certificado tem muitas possibilidades de ser reconhecido por institutos internacionais (isto também para o caso de querer continuar os seus estudos no estrangeiro);
4. Investigue a transparência das normas de certificação e exames;
5. Investigue a transparência dos preços, possíveis descontos, sinais para inscrição, etc.;
6. Qual é o grau de credibilidade do trainer ou instituto? Embora tenha sempre um carácter subjectivo, pode investigar isso em pessoas que já fizeram o curso.
7. Certifique-se da organização ou organizações a que o trainer ou Instituto está ligado. Certifique-se concretamente da possibilidade de contacto (pessoas, número de telefone, mail) dessas organizações;
8. O trainer pode ser muito bom trainer, mas é importante que o curso se ajuste às suas necessidades específicas. Os programas podem ser os mesmos, mas cada trainer dá-lhe um acento especial (aplicações, processos pessoais, linguagem corporal, espiritualidade, etc.) Investigue o que caracteriza e distingue este trainer/instituto em relação aos outros trainers e institutos;
9. Investigue se a “pessoa” do trainer se encaixa com a sua pessoa.

Se tiverem mais sugestões, preencham-nas como comentário.
Obrigado.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Mindfulness Reminder

Recebo todos os dias da Holanda um inspirador pensamento do dia.
Recebo também da Holanda, menos regularmente, um "Mindfulness Reminder".
Aqui partilho a tradução do "reminder" que acabei de receber:

É muitas vezes mais fácil libertarmo-nos do agradável,
que lutar contra o desagradável.

(Tineke Liefhebber)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Palavras para abrir a semana...

Procurava o pensamento da semana quando abri um livrinho em que, há anos, escrevia pequenos trechos que ia encontrando e, às vezes, traduzindo. Deparei-me com um poema de N.M.MIN. Não me recordo já onde encontrei o poema. Procurei pelo autor na internet. Nada achei.
Não resisto a partilhar o poema.

O espelho olha para mim
e balbucia
e o meu ouvido não ouve
e os meus olhos não vêm.
Para perceber bem
preciso,
se calhar,
nascer novamente.

domingo, 23 de janeiro de 2011

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A diferença

Era uma vez um escritor que morava numa praia tranquila, junto a uma aldeia de pescadores. Todas as manhãs caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa a escrever.
Certo dia, ao caminhar pela praia, viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar mais perto, reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.
"Por que é que está a fazer isso?"- perguntou o escritor.
"Você não vê!” - explicou o jovem – “A maré está baixa e o sol a brilhar. Irão secar e morrer se ficarem aqui na areia".
O escritor espantou-se.
"Meu jovem, existem milhares de quilómetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Deitas umas tantas de volta ao oceano, mas a maioria vai perecer de qualquer forma”.
O jovem pegou em mais uma estrela-do-mar e lançou-a de volta ao oceano e olhou para o escritor:
"Para esta aqui, eu fiz a diferença..."
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, nem sequer dormir. Na manhã seguinte, voltou à praia, procurou o jovem, e juntos, começaram a deitar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Sejamos, portanto, mais um dos que fazem a diferença, que querem fazer do mundo, um lugar melhor.
http://mundodasfabulasemetaforas.blogspot.com/

Falando de pulgas

Ao que parece, as pulgas podem dar pulos de 1 metro de altura.

Agora imagine que fecha uma pulga num frasco tapado. A pulga investigará a altura possível dos seus saltos batendo, por assim dizer, com a cabeça contra a tampa.

Passado um tempo, mesmo que abra a tampa do frasco, a pulga não sairá – é que, entretanto, esqueceu a capacidade de salto que, por natureza, tem.