terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Quer ser hipnotizado?

Olá!!, sou o Dr. Pimpolho.

Prepare-se para ser hipnotizado!!

Como lidar com vozes impertinentes

O que fazer quando a nossa mente é invadida por uma ideia que se repete e não nos larga?

1. Imagine que se trata de um diabinho dentro da sua cabeça que tem uma intenção qualquer com este acto altamente aborrecido. Pergunte-lhe o que quer atingir ao actuar assim dentro da sua mente. Se investigar a razão por detrás da razão, chegará a um objectivo positivo do diabinho. Mas agindo assim, o problema agrava-se ainda mais.

2. Agarre num papel e, sem pensar muito, comece a escrever de forma o mais automática possível, alternativas para atingir o objectivo que o diabinho deseja.

3. Proponha essas alternativas ao diabinho, uma por uma. Pergunte-lhe, directamente e de forma clara, se ele quer ir experimentar com estas novas alternativas para atingir o objectivo, em vez de andar às voltas na sua cabeça, algo que não conduz a parte nenhuma.

4. Se pouco depois a voz se calar, é sinal que as alternativas têm muitas possibilidades de estar já a atingir resultados. Se não for este o caso, ou o objectivo por detrás das razões dadas não foi ainda descoberto, ou as alternativas não são eficientes. Repita então o processo.

J.F.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Mudança com o Panorama Social, um workshop

O workshop de três dias realizado este fim-de-semana em Carcavelos parece ter mostrado, mais uma vez, a relevância das ferramentas do Panorama Social em coaching, (hipno)terapia e mediação. Ideal para pessoas ocupadas na sua auto-descoberta e desenvolvimento pessoal, é praticamente indispensável para profissionais nestas áreas, devido à simplicidade e eficiência das intervenções. Foram experimentadas técnicas no campo da auto-imagem e relações. Nas relações foram investigadas e transformadas relações íntimas perturbadoras, relações difíceis, autoridade e submissão, relações familiares determinantes de traços de carácter não funcional e foram empregues recursos de carácter espiritual para operar mudanças rápidas de sensações e comportamentos.
Brevemente terá lugar um novo workshop de introdução.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Melhorar a auto-imagem

Problemas com a auto-imagem, relações difíceis, traços de carácter não funcionais originados na vida familiar no passado, sensações desconfortáveis com algumas pessoas, complicações em relações íntimas e mesmo dificuldades no campo espiritual, são estes os temas do Panorama Social, uma metodologia que tem a sua base na PNL.
O Panorama Social, uma criação de Lucas Derks,  estuda os nossos mapas mentais e através de um trabalho com sub-modalidades e recursos, ajuda-nos, de uma forma fácil, a transformar os nossos "mapas", o que vai ter consequências na nossa vivência do mundo, transformar o comportamento e influenciar positivamente os outros.
São técnicas excelentes para aplicação própria e sobretudo ferramentas práticas de valor incalculável para especialistas em coaching e terapia.
Exemplo de uma Técnica para melhorar a auto-imagem num contexto específico:
1. Determine o contexto em que quer melhorar a sua auto-imagem
2. Associe-se no contexto
3. Pergunte-se: - quem sou eu neste contexto?
4. Ponha a mão no ponto do seu corpo onde a sensação de si é maior, o seu eu-cinestésico
5. Imagine que desse ponto sai uma linha que o liga à sua auto-imagem
6. Determine a que distância se encontra a sua auto-imagem, o tamanho, a altura dos olhos da auto-imagem em relação a si e para onde olha
7. Pense em alguém que valoriza e que possui as qualidades de que precisa para melhorar a sua auto-imagem neste contexto e ancore a sensação
8. Ligue agora a sensação positiva à auto-imagem e mantenha esta sensação durante, pelo menos, 3 minutos
9. Ligue a auto-imagem ao contexto
10. Teste possíveis objecções
11. Consolide dando a nova auto-imagem ao eu-jovem na linha do tempo e cresça, associado a ela, até ao presente, deixando que toda a linha se reestruture

(esta técnica pressupões conhecimentos básicos de PNL)

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

PNL E PANORAMA SOCIAL, workshop


COM AS NOVAS FERRAMENTAS PARA COACH E TERAPIA DO PANORAMA SOCIAL, SÃO POSSÍVEIS MUDANÇAS FÁCEIS, RÁPIDAS, DURADOURAS

Estas mudanças, que as pessoas experimentam como relativamente fáceis e rápidas, utilizam as técnicas da PNL enriquecidas na metodologia do Panorama Social. As transformações ocorrem transformando directamente, na mente, as interacções entre as auto-imagens e as imagens que se tem dos outros. Estes outros, abrange um vasto campo que vai de relações de trabalho, a família, grupos,  coisas "personificadas", espíritos...
( Social Panorama, ILMSR - The International Laboratory for Mental Space Research)

Relações, é o tema do workshop de 3 dias sobre o Panorama Social (18, 19 e 20 de Fevereiro), em Carcavelos
http://pnl-portugal.blogspot.com/p/programas-pnorama-social.html

Um pensamento do dia

Todos os dias recebo um mail da Holanda com um pensamento inspirador para o dia.
Desta vez partilho um provérbio chinês que hoje recebi:

“Crispação”, é quem tu pensas que deves ser
“Relaxamento”, é quem tu és.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Imagem



Como as pessoas
se representam a si mesmas
aos outros
suas interações
e relações
em suas mentes
Dali (1951)
Portrait of
Katharina Cornell




segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

As aparentes dificuldades da “modelagem” em PNL

A primeira condição: Se se não gosta de fazer uma “modelagem”, ela nunca resulta. (É como tudo na vida!). Mas se se está interessado em aprender algo em especial e, se se conhece alguém que se admira e que possui essa capacidade: - então a modelagem está praticamente feita. Já está feita na verdade!
A dificuldade aparente dos cursistas do Master Practitioner reside, penso eu, em não se ter percebido a simplicidade da modelagem. É esta mensagem que tento passar e, até agora, não tenho conseguido totalmente.

Porque é que, nestas circunstâncias (interesse numa competência e admiração pela pessoa que a possui), a modelagem já está feita? Porque é isto que nós fazemos na vida! (simplesmente modelamos é muito que, se calhar, não devíamos modelar!) A modelagem é coisa comum, e pelas coisas comuns, não damos por isso.
Se queremos aprender algo e conhecemos uma pessoa que possui o que queremos e a admiramos, inconscientemente pomo-nos a fazer como ela! É isso a modelagem. As crianças não fazem outra coisa.

No projecto oficial de modelagem no Master Practitioner, o que fazemos é detalhar o processo conscientemente. É tudo. Empregamos para isso as estruturas e ferramentas da PNL. Fazemo-lo primeiro, o mais importante, intuitivamente (inside modeling, 2ª posição para entrar no outro e 3ª posição para a consciencialização) e depois analiticamente (outside modeling), utilizando pois todas as ferramentas clássicas da PNL. Se resolvermos o que queremos com o inside modeling, então o outside pode até nem ser necessário.

Diz-se que a modelagem é a base da PNL. Na verdade não há comunicação, rapport, aprendizagem, auto-conhecimento, sem modelagem. Sem ela, não existiríamos como somos hoje. PNL fornece as categorias conceptuais (por exemplo, as componentes nos diferentes níveis neurológicos de comunicação) que nos permitem tornar o processo consciente.

No projecto oficial de modelagem no Master, acabamos com um relatório. Este é uma espécie de artigo que poderia muito bem ser (idealmente) uma obra de carácter "científico" contribuindo mundialmente, entre os colegas pnlianos, para o desenvolvimento da disciplina PNL (!)

É sempre o mesmo, das coisas mais simples fazemos um bicho-de-sete-cabeças. É esta simplicidade que, até agora, não tenho conseguido clarificar. Seguem-se, o que acho, são passos básicos na modelagem:

1º - Faça de conta que é o outro
2º - Quando sentir que o comportamento e sensação desejada se aproxima o suficiente do que faz e sente o outro, em princípio, a modelagem está concluída. É tudo. Isto é suficiente para o dia-a-dia.
3º - Subamos agora a um nível superior na modelagem: faça um apanhado geral do que aprendeu intuitivamente (comportamento do outro, habilidades, crenças, valores, programas psicológicos, auto-imagem, possíveis situações marcantes na vida, missão no mundo…) Pergunte-se o que é essencial nisto para poder manifestar a competência? O que tem a pessoa modelada que você julgava que não tinha? O que fez, passo a passo, para manifestar, na medida que acha suficiente, a competência?
4º - Quer elevar o nível da modelagem ainda mais, testar, fundamentá-la melhor, aperfeiçoá-la, profissionalizar o trabalho? Aplique à pessoa modelada todas as técnicas formais da PNL (observação fisiologia, linguagem não verbal, padrões linguísticos, posições perceptivas, orientação temporal, nível neurológico de funcionamento, sistemas representacionais de preferência, sub-modalidades sensoriais, estratégia mental, crenças e crenças atrás de crenças, valores, metáforas, dilemas, programas psicológicos, etc.).
5º - Codifique, compare com outras pessoas, tire a palha, extraia o essencial, experimente em si, experimente noutros, fabrique uma técnica, aplique-a a si e ensine-a.

Se começar pelo ponto 4, arranja um problema – é como em certas formas na psicanálise, pode levar anos! Se fizer o ponto 1, chega lá imediatamente. A razão? É tarefa demasiadamente grande para a mente consciente. Os neurónios de espelhamento, entre outras possibilidades do nosso cérebro, tornam a tarefa fácil. Usamo-los a todo o momento. A dificuldade? As pessoas não acreditam nas capacidades da nossa mente inconsciente e querem chegar à informação de forma racional e ter tudo sob controlo. Segredo na modelagem: Largue o controlo e faça de conta. Então, e só depois, pode encontrar a harmonia entre a mente consciente e inconsciente.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Reminder

Por favor, não o faças a ti mesmo:
- pensares que é preciso fazer alguma coisa
que é mais importante que simplesmente ser.

(Cheri Huber, enviado por Mindfulness Reminder, Holanda)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Só há um momento em que é fundamental despertar.
Este momento é agora.
(Buda)
Uma ilustração do que pode ser um chindogu (pode ler a seguir uma publicação sobre o chindogu)

O CHINDOGU

Olha, fazes-me um favor?
Coça-me aí no E5!
 Numa sociedade em que tudo deve ser útil, eficiente, produtivo, vantajoso, relevante, proveitoso, lucrativo, benéfico, direccionado ao sucesso e à excelência (a PNL é uma das ferramentas excelentes nesse sentido), o Chindogu é uma brisa que pode aliviar muita tortura diária ocasionada pela obsessão da realização e da produtividade.
O Chindogu é o termo japonês usado para designar a arte da concepção de ideias inúteis, ou a capacidade de deformar a utilidade de um objecto até transformá-lo em outro totalmente inútil.
Chin significa esquisito e Dogu significa aparelho.
O conceito foi criado pelo escritor e inventor Kenji Kawakami num livro publicado na década de 1990 sob o título “101 Invenções Inúteis Japonesas: A Arte do Chindogu”. Kawakami imagina e fabrica acessórios do quotidiano que são práticos, lógicos, e ao mesmo tempo absurdos, incapazes de ser utilizados.
Há um círculo mundial de Chindogu, mas não é tão fácil entrar neste círculo. Existe uma Sociedade Internacional de Chindogu, que estabelece as regras que permitirão a uma determinada criação entrar (ou não) no Olimpo dos Chindogus.

Os Dez Mandamentos do Chindogu:

1. Um chindogu não pode ser feito para uso real, não é utilizável, não tem aplicação prática. Desde que se afigure ter alguma utilidade, deixa de ser chindogu.
2. Um chindogu manifesta algo anárquico. São feitos porque são inúteis e reflectem liberdade de pensamento.
3. Um chindogu tem de ser fabricado. Não o pode utilizar mas tem de ser feito. Pode sim imaginar que poderia ser empregue para qualquer coisa.
4. Um chindogu é concebido para uso no dia-a-dia. Toda a gente percebe para o que pode servir.
5. Um chindogu não pode ser unicamente o resultado de humor. É sim o resultado de uma actividade com vistas à resolução de um problema.
6. Um chindogu não está à venda, não se compra.
7. Um chindogu não é propaganda. Um chindogu é inocente. São feitos para serem usados, embora não o sejam.
8. Um chindogu não pode ser patenteado. Um chindogu é uma dádiva à humanidade.
9. Um chindogu nunca é um tabu, nunca pode ter um fundamento de coisa barata e vulgar.
10. Um chindogu não tem preconceitos. Não discrimina raça ou religião, jovem ou idoso, mulher ou homem, pobre ou rico. Cada pessoa no mundo pode deliciar-se com o chindogu.

Encontrei pouca coisa em português, mas há muitos sites em inglês. Exemplos de sites:
International Chindogu Society (http://chindogu.com/chindogu/)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Mindfulness Reminder

A melhor maneira  de fazer com que os seus sonhos se realizem,
é despertar.
Paul Valery
(enviado por andacht training, Holanda)