terça-feira, 15 de maio de 2012

Sobre meditação, um ponto de vista


É muito importante meditar meia hora por dia,
à exceção dos momentos em que estamos muito ocupados.
Nesse caso
é absolutamente necessário
meditar uma hora completa.

St Francis de Sales

Educação para o futuro

Torna-se uma responsabilidade cada vez maior para pais e educadores preparar os nossos filhos não só cognitivamente mas, sobretudo emocionalmente, para estarem em estado de ter sucesso num mundo cada vez mais exigente e inseguro.
Através de jogos, de uma forma natural e agradável, a criança pode aprender a observar, focar-se, escutar, liderar, ser assertiva, dar espaço quando é preciso dar espaço, lidar com falhas, enfrentar desafios e muito mais.
É isso que vamos aprender no workshop da Dra. Henriette Mol, investigadora e especialista de jogos neurológicos na educação e ensino, a 26 e 27 de maio no Estoril.
Com tradução do inglês e material de trabalho em português.
Últimas inscrições: info@pnl-portugal.com, 96 55 42 777 / 91 85 41 233 (www.pnl-portugal.com)

Os bons exemplos (1)

Os bons exemplos (2)

Dica



As meninas que são bem comportadas e não fumam, nem têm uma vida promíscua, nem bebem demais, nem dão desgostos a ninguém e têm uma moral e ética irrepreensível, precisam ter em casa muitos comprimidos para acalmar.
(encontrado no blogue “novomundoperfeito”)

Pensamento do dia

Educai as crianças,
para que não seja necessário punir os adultos.

Pitágoras

sábado, 12 de maio de 2012

Qual a mais-valia da Masterclass para pais e educadores com a Dra. Henriette Mol?

Por exemplo, imagine que através de um único jogo-brincadeira pode descobrir facilmente na criança coisas como reconhecer padrões, quem toma a iniciativa, como a criança lida com os seus próprios erros/falhas/desilusões, como se concentra/se foca/está alerta, como lida com regras de forma mais ou menos criativa, como coloca o seu interesse perante os outros, como se adapta e influencia, como desenvolve a sua sensibilidade para normas e como lida com elas? E tudo num único jogo, entre muitos os que são estudados e apresentados…

E, no mesmo jogo, como a criança aprende a contar, escutar, sentir, sincronizar, trabalhar em equipa, desenvolver a criatividade, ousar, avançar ou saber calar-se, estabelecer os seus próprios critérios, saber pesar a sua intervenção e adaptar-se, preencher o espaço, quebrar padrões, tomar a iniciativa, criar desafios, saber esperar e manter a sua própria autonomia…
Demasiado para ser verdade?

Pois é isso que se pretende nos “Jogos Neurológicos com Crianças” que vai ter lugar a 26 e 27 de maio no Estoril com a Dra. Henriette Mol.
Pode consultar e inscrever-se através de:

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Uma lição em pensamento utópico

Como podemos fazer para que “aprender” se torne possível?
por Dr. Lucas Derks e Dra. Henriette Mol
O que estes heróis, especialistas do ensino, Boeke, Neill, Reimer, Comenius, Fernandez, Illich, Korczak en Montessori, têm em comum, é a capacidade de se libertarem de formas de pensar que aprisionam o mundo do ensino. Como fazem isso? Como é que se escapa de quadros e maneiras de pensar obsoletos?
Fazendo as perguntas proibidas!
A primeira coisa que nos chama a atenção é que, a partir do seu envolvimento intenso, fazem perguntas. Perguntas difíceis, fundamentais. Eles colocam questões brutais. É o tipo de perguntas que nenhum professor, mestre ou educador, sabe a resposta. Colocam questões que na sala de aula mereceriam castigo, espancamentos e humilhação pública.
 As perguntas que estes heróis do ensino fazem têm sempre a ver com axiomas ampla e socialmente aceites. Ser capaz de fazer tais perguntas é uma arte que precede a descoberta do ar ou da gravidade: trata-se de ser capaz de distinguir aquilo para o que os outros são cegos. Quando estes profetas da educação e do ensino capturam tais banalidades socialmente aceites, vão brincar com isso. Perguntam-se, por exemplo, sobre o que será totalmente oposto ao estabelecido. E vão armazenar provas para comprovar a veracidade do contrário ao socialmente correto. De preferência, procuram evidências de efeito dramático para semear a dúvida. É então o momento para criar sistemas alternativos escolares de ensino que prometem ser melhores e mais efetivos.

É essencial que se não deixem intimidar por colegas que declaram: "Isso é impossível. Nós já tentámos. Com o nosso tipo de alunos isso não funciona. Isso é uma utopia! "
 Queremos resolver o problema das altas taxas de abandono escolar, agressão, falta de pessoal habilitado, maus resultados, etc.? Isso pode talvez ser resolvido quando o "pensamento utópico" se tornar uma atividade natural para qualquer pessoa ligada ao ensino.

(tradução J.F.)

A Dra. Henriette Mol, ortopedagoga, trainer e terapeuta, investigadora de jogos com crianças é uma figura inspiradora, com anos de experiência no trabalho com crianças, pais, educadores, tanto individualmente, como com grupos, em escolas, organizações. Tal como já diversas vezes tivemos a visita de Lucas Derks em Portugal, temos agora o privilégio de receber a visita da Dra. Henriette Mol para uma Masterclasse para pais, terapeutas e educadores, a 26 e 27 de maio no Estoril :http://pnl-portugal.com/cursos-e-atividades/kids-games-with-nlp/

Contribua para o crescimento e felicidade da criança

Criação de espaço e abertura no trabalho com crianças através da brincadeira e jogos didáticos que aumentam o prazer. A criança aprende sem dar por isso e os pais ou educadores divertem-se e, num ambiente de segurança, criam laços mais fortes que contribuem para o bem-estar e para o crescimento.

É o que se pretende com “Jogos neurológicos para crianças”, um workshop de dois dias a 26 e 27 de maio, no Estoril, com a Dra. Henriette Moll, ortopedagoga holandesa que há mais de 20 anos investiga técnicas de jogos aplicados à educação.
Pode consultar:
http://pnl-portugal.com/cursos-e-atividades/kids-games-with-nlp/


Mail

Olá N.
Podia ter acontecido muita coisa ou poderia ter faltado muita coisa na nossa vida...
Mas há uma pessoa que observa tudo isso, há uma pessoa que não é o que lhe aconteceu.
Essa pessoa só é ferida se se esquecer que ela não é os acontecimentos que ocorreram.
Essa pessoa somos nós. Nós estamos aqui e na nossa frente está o filme da nossa vida e aquela pessoa que vemos no filme não somos nós!
O que há de bom é que podemos aprender do filme!
J.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Sobre o Bem e o Mal, sobre Monstros e Fadas...

A maioria das pessoas pensa que para realizar o seu propósito de vida e alcançar a felicidade precisa destruir o “monstro” dentro delas que as impede de alcançar o objetivo desejado.
Esta luta adquire diversas formas em diversos contextos, seja na família, nas relações sociais, no trabalho, no desenvolvimento pessoal…
e o que as pessoas em geral fazem e investem e gastam em cursos, livros e “brinquedos” e histórias encantadas de “fadas”, para calarem e controlarem o “monstro” dentro delas!

Por experiência universal sabemos que isso não resulta: quanto mais lutamos contra o nosso “monstro interior”, mais atenção lhe estamos a dar e simultaneamente mais forte ele se torna.
Ora a maior parte dos livros e programas de auto ajuda no mercado partem da premissa que é preciso calar o monstro utilizando para isso as mais variadas formas de pensamento cor-de-rosa e positivo.
E por experiência universal sabemos que isso não resulta!

Os programas de auto ajuda e crescimento pessoal que, no meu entender, nos podem levar mais longe neste processo de auto consciencialização, vivência e sensação de auto realização do propósito de vida, são aqueles programas que nos ensinam a, pura e simplesmente, abandonar o local de combate. É que não há nenhum “monstro” a combater dentro de nós. Essa ideia de “monstros”, baseada talvez nos monstros sagrados, doutorados e poderosos externos da sociedade que nos sugam o sangue e a alma, foi-nos impingida e nós acreditámos nela. E assim sentimo-nos impuros, culpados e incompletos e prostituímos o nosso corpo no mercado e seguimos doutrinas de gurus para, um dia, virmos a ser as pessoas decentes que adotámos como sonho.
Ora há que viver a vida. Agora!
Deixe interiormente o policiamento, o exército, o advogado e o juiz interno, a chefia, deixe isso tudo aos “pobres de espírito”.
Não acredite na linguagem e sobretudo não acredite em si porque você é o que perceciona, você é o observador e analista. Você é isso mesmo, tudo e muito mais, e nenhum julgamento sobre si ou nenhum ditador no mundo pode impedir de manifestar a sua grandeza.
O seu único problema é acreditar em “monstros interiores”.

José Figueira

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Pensamento

Uma lição que me levou muitos anos a aprender:

"É que nunca ninguém aprendeu a tocar piano
por ter lido um livro de instruções"

Edel Maex

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Capital Humano

Já pode ser lida online a entrevista Atingir mais... de forma mais fácil,
publicada em "Pontos de Vista" de o jornal "Público" de 30 de Abril.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Falar em Público

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Revista mensal online de Programação NeuroLinguística
Ano 2 – 05, MAIO 2012
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Muitas pessoas sentem uma necessidade enorme de ferramentas que lhes permitam falar em público com mais facilidade e maior eficiência nos resultados. Existem no mercado muitos cursos com esse fim. Pela nossa parte, em PNL, falamos de apresentações carismática e íntegras, conquistar toda a audiência indo ao encontro dos diversos estilos de aprendizagem do público e, não só transmitir ensino de caráter cognitivo, mas estar em estado de produzir transformações profundas nos participantes, transformações essas que contribuam para o seu desenvolvimento e que possam ter, se possível, um impacto positivo no mundo exterior.



Sobre a autenticidade

É curioso que a grande maioria das pessoas que faz uma apresentação em público, mesmo que só estejam cinco ou seis pessoas na sala, adota muitas vezes uma postura e tonalidade com as características falsas de um mau ator. Deixam de se comportar como elas mesmas e adquirem comportamentos que as afastam da sua autenticidade. Quando nos cursos as conduzo a estados em que se sentem totalmente à vontade esquecendo a “apresentação”, partilhando pura e simplesmente o conteúdo, parecem sempre estar em estado de poderem facilmente transmitir a mensagem desejada de forma precisa, natural e até mesmo com algo de carismático.

A exposição pessoal

A causa da teatralidade forçada tem possivelmente muito a ver com diversos fatores. Falar em público é associado inconscientemente com modelos que a pessoa, sem dar por isso, pretende imitar. Faz o que pensa corresponder à imagem do que acha que os outros consideram uma apresentação social correta. Ao adquirir uma postura e tonalidade de “apresentador”, pretende controlar-se e controlar a situação. Ora são precisamente os elementos emocionais incontroláveis da sua história pessoal que acabam por tomar o controlo. A maioria das vezes a pessoa tenta esconder uma autoimagem negativa de si. E tudo isto ocorre a nível inconsciente. Na verdade é impossível esconder-se. Quanto mais esforços as pessoas fazem para “apresentar” bem, ou causar boa impressão, menos são elas mesmas e, por todos os poros é manifesta a imagem limitada que o apresentador tem de si. E o público, embora não tenha muitas vezes consciência disso, sente o que se passa por detrás da pele do apresentador. E o apresentador também sabe disso. É por isso que muitas vezes ele não sabe onde se há de meter.

A criação do efeito oposto

O que muitas vezes acontece é que a representação interna criada no público é precisamente o contrário do que o apresentador pretende. Às vezes, quanto mais quer parecer seguro, sério, entusiasmar e ser preciso, menos atinge o que deseja, isto porque a linguagem corporal e tonalidade têm 93% de impacto na comunicação. E os 7% de impacto da linguagem também levam correntemente a efeitos contrários do que se pretende. A maioria das pessoas não tem consciência de que a linguagem é constituída por diversos níveis de mensagens. Por detrás da expressão empregue estão a ser transmitidos pressupostos de que nem o apresentador, na maioria das vezes, se dá conta.

Sobre a formação de trainers de PNL

Conscientes dos fatores que jogam um papel real na comunicação e na formação em particular e devido ao alto grande grau de exigência, os nossos cursos para “trainers training” em PNL têm uma duração de 22 dias, são exclusivos para master practitioners diplomados e tem lugar um exame com um observador externo especializado. Damos atenção às inúmeras técnicas que temos à nossa disposição e concentramo-nos, ao mesmo tempo, nos aspetos pessoais dos candidatos a formadores (trainers) de PNL. Aliás, os processos pessoais ocupam um lugar central em todos os nossos cursos. As técnicas são absolutamente necessárias para fazer chegar, da forma o mais pura possível, a mensagem que desejamos. Infelizmente podemos também utilizar as ferramentas de falar em público para fortalecer o nosso ego e manipular. Não é raro assistir a apresentações em público em que o apresentador se está a aproveitar do público para dar um show de si mesmo. Ora é precisamente isso que pretendemos evitar.

O característico da PNL nas apresentações

Desde que se aja com seriedade, a PNL como epistemologia e método para aumentar a excelência na comunicação, possui um número enorme de ferramentas que facilitam a vida do apresentador e são muito úteis para o público, não só porque aumentam a possibilidade de compreensão do assunto como criam a disponibilidade e o estado ótimo para uma aprendizagem efetiva e crescimento saudável. Em qualquer apresentação há que ter em conta a transmissão de mensagens a, pelo menos, dois níveis: a informação que se quer passar a nível consciente e a criação de estados favoráveis à transformação, aprendizagem, captação do assunto a nível inconsciente. São assim empregues ferramentas que têm como fim fazer a ligação entre o assunto e o conteúdo emocional correspondente. Existe uma preocupação de serviço, entrega e contribuição. Ideal é colocar qualquer assunto na perspetiva da realização de significados de vida, o que aumenta a relevância e interesse da apresentação para toda a gente.

Como chegar a todo o público

Quem está familiarizado com PNL, mesmo que só tenha algumas noções básicas, conhece já algumas ferramentas inestimáveis para comunicar com todo o estilo de pessoas na sala: por exemplo, o emprego de todos os sistemas de representação de modo a chegar aos diversos sistemas de preferência sensorial do público. Também muito conhecido é o conceito “rapport” que nas apresentações para o grande público exige, para além do mencionado uso das diversas representações sensoriais, uma tradução específica que sincronize com os conhecimentos prévios e modelo do mundo do público em questão. Um outro exemplo mais sofisticado é a utilização do sistema 4-Mat, uma adaptação muito prática dos estilos de aprendizagem de David Colb, em que a apresentação passa pelas fases de: 1 - motivação, 2 - explicação do assunto, 3 - experimentação e 4 - aplicação prática.

Como facilitar o nosso trabalho

Nem sempre, mesmo as pessoas com bastantes conhecimentos e experiência de PNL, se apercebem do poder das “âncoras” no contexto de falar em público. As âncoras produzem estados imediatos, independentemente das nossas escolhas, porque ocorrem a um nível impercetível para a mente consciente. Assim podem ser utilizados gestos, lugares no palco, tonalidades, palavras específicas para produzir automaticamente efeitos desejados. Mais um aspeto altamente aprimorado que as pessoas não se lembram de considerar como âncoras, são as posturas e gestos com características universais e que funcionam como arquétipos despertando estados e reações automáticas, conhecidos em PNL como as categorias ou estilos de apresentação de Virgínia Satir, modelada por Bandler e Grinder, os co-autores da PNL.

A linguagem

As duas estruturas de bases que formam o fundamento da PNL são, no campo da expressão verbal, os padrões linguísticos de Satir fundamentados na gramática transformacional de Chomsky e o modelo hipnótico de Milton Erickson. Enquanto um nos permite ajudar a encontrar e transmitir a mensagem com precisão, o outro, pelo seu grau vago de abstração, permite-nos delinear grandes linhas e criar o ambiente propício à absorção da informação a nível mais profundo. Numa apresentação estamos conscientes de um dos elementos essenciais em PNL, a “segmentação” da informação. Escolhemos, em geral, pelo método dedutivo: começamos pelo geral e criação do quadro (chunking up) e no decorrer estreitamos os conceitos até que se tornem altamente práticos e utilizáveis (chunking down). Isto parece na prática contribuir imenso para a compreensão, vivência e aplicação do assunto.

Carisma

Uma apresentação carismática e ecológica é o resultado não só dos elementos expostos atrás como exemplo, mas do grau energético do apresentador, da sua focalização e visão abrangente e periférica, do emprego de padrões linguísticos específicos, e sobretudo do seu grau de autenticidade e entrega à causa maior do bem do outro e do mundo. A “energia” flui tanto mais quanto maior for o grau de serviço e entrega pessoal, tal como podemos observar, muitas vezes de forma altamente exagerada, em algumas igrejas.

Apresentar em público para todos

Uma versão mais acessível do trainerstraining, sem fazer qualquer concessão aos nossos princípios, é um curso que apresentamos de forma mais condensada e que é aplicável em qualquer área. Este curso (Apresentar em público para todos) possui os elementos essenciais para uma apresentação sincera e carismática. É dirigido a diretores, gestores, políticos, formadores, professores, chefes de departamentos, todas as pessoas que, profissionalmente, tenham de falar em público. Neste curso afloramos e praticamos aspetos como a atitude do apresentador, tipos de apresentação e princípios básicos orientadores; os níveis neurológicos de comunicação na apresentação e a sua congruência como condição básica de sucesso; a organização da apresentação com base nos estilos de aprendizagem (4-Mat), o que permite organizar a apresentação de modo a captar todos os tipos de aprendizagem presentes na sala; chunks de informação, padrões linguísticos, dedução e indução, o geral e o detalhe, padrões hipnóticos de linguagem e criação de representações internas no público e a organização do assunto; sanduíche feedback e o seu emprego para evitar resistências e proporcionar uma maior aprendizagem; uso eficiente de metáforas, criação de metáforas isomórficas e emprego eficiente de metáforas cruzadas; apresentação e acompanhamento de exercícios, motivar os participantes para exercícios práticos e as instruções para obter bons resultados; energia, visão periférica e autoimagem, o equilíbrio num corpo centrado, formas de focalização, sensação de segurança e tranquilidade e estado de recursos; voz, respiração, balanço, variação de tonalidade para obter resultados específicos, ressonância e projeção; estilos de apresentação, as categorias de Satir e o seu emprego nas diversas fases da apresentação; lidar com perguntas, entender padrões atrás das perguntas e generalizar a resposta para abranger toda a sala; âncoras de palco e organização do espaço para facilitar a criação automática de estados sensoriais no público. Finalmente é dada atenção a fenómenos psíquicos de transferência e contra transferência: a dinâmica inconsciente da projeção da história pessoal do apresentador no seu público e a projeção imaginária do público no apresentador.

José Figueira

Atividades (clique: agenda)

Contacto
Para mais informação e inscrições pode entrar em contacto com:
PNL-Portugal (José Figueira)
INFO@PNL-PORTUGAL
965542777 / 918541233