quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Entusiasmo, entusiasma, entusiasmante.

"Temos de ser alguém antes de podermos ser ninguém."

JACK ENGLER

"Despertar - Escolher - Entender - Ser"

Uma grande iniciativa,
Algumas das pessoas que a tomaram são nossas bem conhecidas
A maioria Master-practitioners em PNL
Que outras iniciativas destas se sigam


" Somos um grupo de amigas … entre conversas, cursos, choros, práticas, risos, vivências e histórias… reunimo-nos dedicando-nos a um conjunto de práticas que manifestam a nossa crença e respeito pelo que é sagrado: a VIDA…
Foi crescendo um desejo real e profundo de transmitir aos outros, o desafio de viver um dia a dia mais consciente e intenso.
Um dia a dia feito de escolhas e criações. Em que cada momento tem valor em si mesmo…em que cada opção é a mais justa e certeira, em que os erros não existem e os desafios são grandes propostas a aceitar..."

Clique:
www.vivenciasretiros.wordpress.com




Sandra;
Assim o mundo torna-se cada vez melhor. E nós crescemos e realizamos e vivenciamos a VIDA.
Não sei se gostas deste termos, mas o vosso grupo até me faz "inveja".
Que actividades! Como gostaria de ir numa das vossas "caminhadas"
Joana's, Paula, Sacha, Sandra
Desejo-vos do fundo do coração muitos sucessos na partilha, no amor, na expansão, na alegria...

Um xi coração
José Figueira




terça-feira, 25 de setembro de 2007


Para poder ouvir Mariza na Quinta da Regaleira cantando "Cavaleiro Monge" de Fernando Pessoa, é preciso desligar primeiro The World's Greatest, de R. Kelly. Clique depois duas vezes na imagem.

Mariza - Cavaleiro Monge - 2003

Do vale à montanha,
Da montanha ao monte,
Cavalo de sombra,
Cavaleiro monge,
Por casas,por prados.
Por quinta e por fonte,
Caminhais aliados.
Do vale à montanha,
Da montanha ao monte,
Cavalo de sombra,
Cavaleiro monge,
Por penhascos pretos,
Atrás e defronte,
Caminhais secretos.
Do vale à montanha,
Da montanha ao monte,
Cavalo de sombra,
Cavaleiro monge,
Por plainos desertos
Sem ter horizontes,
Caminhais libertos.
Do vale à montanha,
Da montanha ao monte,
Cavalo de sombra,
Cavaleiro monge,
Por ínvios caminhos,
Por rios sem ponte,
Caminhais sozinhos.
Do vale à montanha,
Da montanha ao monte,
Cavalo de sombra,
Cavaleiro monge,
Por quanto é sem fim,
Sem ninguém que o conte,
Caminhais em mim.

(Fernando Pessoa)

O que é que ele está a fazer?


Sugestões?

Um modelo de comunicação em PNL


Trata-se da impossibilidade de conhecer o mundo
Somos nós que criamos a nossa representação de nós e do mundo
Sentimos e agimos como resultado directo da nossa imaginação e não directamente aos estímulos do mundo

Fantástico!

Isso abre-nos a possibilidade a sentirmo-nos então felizes quando quisermos porque somos só nós que fabricamos a felicidade.
Podemos transformar o mundo para melhor porque o que fazemos é o resultado das nossas sensações e das nossas representações internas e só nós somos responsáveis por elas.

O outro lado da moeda ao consciencializarmo-nos do funcionamento da mente: - não podemos mais deitar as culpas aos outros!
Pode não ser fácil no começo, é que não estamos habituados a pensar assim.
Mas a pouco e pouco e pouco “viciamo-nos” no caminho das inúmeras possibilidades.



Comportamento e «gostar de...»

Imaginem um pai que diz ao filho, que se comportou indevidamente:
«Gosto muito de ti, MAS podias ter-te comportado melhor».
E outro pai, em situação semelhante:
«Podias ter-te comportado melhor, MAS mesmo assim gosto muito de ti».
Como esta segunda frase é bem melhor!!

Potencialidades do Metamodelo em problemas de aprendizagem

É sabido em PNL que as convicções criam o potencial para a aprendizagem, e que é este potencial que conduz à acção e a resultados. Ora existem alunos que por vezes verbalizam convicções limitadores do tipo: (1)«Não sou bom a Matemática» ou (2)«No meu bairro ninguém é bom a Matemática» ou (3)«A Matemática é muito difícil». Como seria importante a um professor, depois de algum rapport com o aluno, aplicar o Metamodelo de Virginia Satir para desbloquer convicções limitadoras nos alunos! No exemplo (1) teríamos: «Quem disse?» ou «Como é que sabes?». No exemplo (2) o professor poderia dizer: «E se tu, mesmo vivendo nesse bairro, fosses bom a Matemática?». No exemplo (3): «A Matemática difícil? Difícil em relação a quê? Ora... ainda não é fácil para ti, mas sê-lo-á em breve!!».

Agradecimentos

Caro Dr. José Figueira: O meu agradecimento pela possibilidade de participar neste blog com tanto material de qualidade! O material deste blog dá já para imprimir e constituir um autêntico livro volumoso, com testemunhos e mesmo, nalguns casos, lições de PNL de grande utilidade. É já uma referência obrigatória para quem se interessa por PNL em Portugal! Um grande abraço deste seu formando!

Metáfora

A sua mensagem parece clara, o inconsciente reservatório de memórias, aprendizagens, fica poderoso, domina, define comportamentos, atitudes, uma armadilha, é preciso fazer qualquer coisa, estar descentrado, depois centrado na essência, este blog aponta sentidos, direcções na diversidade, por isso continuo a gostar muito dos conteudos.
O monge mordido
Um monge e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem, tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada . Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.
- Mestre deve estar muito doente! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda, picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!
O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu:
-
Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha.
(De um exercício escolar do Centro Educacional Leonardo da Vinci - Brasília)
O primeiro passo às vezes não é fácil;
até uma pequena poça de água já pode parecer muito funda.


David Baird (enviado por dagelijkse gedachte – Holanda)
O que deseja ter,
terá que primeiro dar.

Lao-tse

domingo, 23 de setembro de 2007

AINDA A PROPOSITO DA NOSSA BELEZA ESSENCIAL....

"Em Africa, na Zambia, conta-se a historia de uma mulher chamada Liulu, ou seja, CEU, que tinha orelhas de elefante e era desprezada pela familia por ser feia. Porem, o grande rei Mukulumpe ouviu falar dela e mandou que a trouxessem a sua presenca. Ficou sem saber muito bem o que havia de pensar das orelhas de Liulu, mas viu nela qualquer coisa que o atraiu e desposou-a.
Esta historia apresenta-se como uma reconciliacao com o divino e relaciona-se com o assunto da nossa beleza essencial. Talvez por vezes tenhamos orelhas de elefante, metaforicamente falando, mas seremos capazes, com uma visao adequada, distinguir a beleza na nossa "anomalia" essencial e de compreender que ela provem do CEU. Talvez sejamos abencoados por uma qualquer dadiva desse tipo, mesmo que ela nos possa parecer totalmente fora de contexto. Embora tenhamos, provavelmente, de alargar a nossa Imaginacao para a apreciar, podemos basear nela a nossa vida."
Thomas Moore

sábado, 22 de setembro de 2007

DESCOBRIR A NOSSA BELEZA ESSENCIAL

"Quando somos capazes de descobrir a nossa beleza essencial, apesar de todos os nossos problemas e imperfeicoes, estaremos no caminho para o bem-estar. Um passo preliminar e aceitarmo-nos com todas as nossas falhas e imperfeicoes. Devemos afastar do caminho do ego, a ideia de que somos tao superiores que, em estado refinado, seriamos seres perfeitos. A aceitacao e o principio do afecto genuino e honesto por nos proprios, e um requisito para sermos capazes de captar a nossa propria beleza. Reconhecer a nossa beleza, sem um egocentrismo extravagante, e o primeiro passo para descobrirmos a nossa alma e para lhe prestarmos a atencao e os cuidados de que necessita. Nao se trata de amor por nos proprios, mas antes de afecto pela nossa Alma, mais vasta e misteriosa. Comecamos por nos ver tal como somos, depois amamos a nossa Alma, e a seguir, respiramos com facilidade.
A nossa beleza costuma implicar algumas imperfeicoes, transgressoes e lacunas. A nossa beleza surge de todo o nosso Ser, dos seus aspectos bons, e menos bons. Um amante pode ve-la. Um pai pode aceita-la. Um amigo pode opor-se a ela, mas aprecia-la!"
Thomas Moore