segunda-feira, 23 de outubro de 2006

Consertando o mundo

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Se não conseguir, aqui vai a metáfora:

Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de minimizá-los. Passava dias no seu laboratório em busca de respostas para as suas dúvidas.
Certo dia o seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou que o filho fosse brincar para outro lugar. Vendo que seria impossível movê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objectivo de distrair a sua atenção. De repente, deparou-se com o mapa do mundo, o que procurava! Com o auxílio de uma tesoura recortou o mapa em vários pedaços e junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:
- Gostas de quebra-cabeças? Então vou dar-te o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Vê se consegues consertá-lo direitinho! Faz tudo sozinho.
Ele calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Mas algumas horas depois ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:
- Papá, já fiz tudo. Consegui terminar tudo!
A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível na sua idade ter conseguido recompor um mapa que jamais tinha visto. Relutante, o cientista levantou os olhos das suas anotações, certo de que veria um trabalho próprio duma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares.
Como é possível? Como é que o menino foi capaz?
- Não sabias como era o mundo, meu filho, como conseguiste?
- Papá, eu não sabia como era o mundo, mas quando o pai tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura dum homem. Quando me deu o mundo para consertar, eu tentei mas não consegui. Foi então que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o "mundo".

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