sábado, 31 de dezembro de 2005

Ano Novo...

Dentro de algumas horas, um Ano Novo vai chegar a esta estação.

Se não puder ser o maquinista, seja o seu mais divertido passageiro.


Procure um lugar próximo à janela desfrute cada uma das paisagens que o tempo lhe oferecer, com o prazer de quem realiza a primeira viagem.


Não se assuste com os abismos, nem com as curvas que não lhe deixam ver os caminhos que estão por vir.


Procure curtir a viagem da vida, observando cada arbusto, cada riacho, beirais de estrada e tons mutantes de paisagem.


Desdobre o mapa e planeje roteiros.


Preste atenção em cada ponto de parada, e fique atento ao apito da partida.


E quando decidir descer na estação onde a esperança lhe acenou não hesite.


Desembarque nela os seus sonhos...


Desejo que a sua viagem pelos dias desse novo ano seja de

PRIMEIRA CLASSE


Metáfora da Semana 31/12/2005
http://www.golfinho.com.br/

sexta-feira, 30 de dezembro de 2005

2006



Obrigado Slvia

J.F.

PARABÉNS TÓ

MUITOS PARABÉNS TÓ.
UM DIA E MUITOS DIAS FELIZES PARA TI.

Aproveito para desejar um Excelente Ano 2006 para todos.

O teimoso e o persistente

Qual é a diferença entre o teimoso e o persistente ?
O teimoso é aquele que, não conseguindo o seu objectivo, repete os mesmos comportamentos e atitudes na expectativa de lograr sucesso.
O persistente é aquele que altera criativa e flexivelmente os seus comportamentos e atitudes até alcançar o objetivo desejado.

Qualidade começa em mim
Chung, Dr. Tom

quarta-feira, 28 de dezembro de 2005

Mais do que rápido

Connirae e Steve Andreas

Um amigo nosso nos contou sobre um casal que, alguns anos atrás, sobreviveu a um grave acidente aéreo. Ambos experimentaram o horror do queda e das chamas, a dor dos graves ferimentos, o esforço para escapar e o alívio quando alcançaram um lugar seguro. Tempos depois, a vida dos dois mudou radicalmente. Enquanto um deles se tornou um agorafóbico recluso, quase totalmente incapacitado pelas horríveis memórias, o outro experimentou o acidente como uma vívida lembrança da preciosidade da vida. Ele parou de usar drogas, perdeu 20 quilos e se concentrou em dar mais sentido para a sua vida.
Muitas pessoas relatam experiências que mudaram suas vidas, de uma maneira extraordinária, numa questão de instantes. Cair de amores, ter um filho, mudar-se, trocar de emprego ou ter êxito numa tarefa difícil também pode trazer dramáticas mudanças na percepção da pessoa, suas atitudes e no seu comportamento. Como é possível que algumas mudanças espontâneas possam ocorrer tão rapidamente, quando as tentativas dos terapeutas para produzir mudanças são, as vezes, laboriosas e demoradas?
Um ar de mistério envolve as experiências de mudança rápida. As pessoas, algumas vezes, usam termos espirituais ou globais para descrever essas experiências, deixando-as soar misteriosas e evasivas. O nosso conhecimento das experiências transformacionais tem sido nebuloso porque usamos uma linguagem obscura para descrever os processos internos que as pessoas usam para compreender o mundo. Nesse artigo gostaríamos de demonstrar que existe uma linguagem nova e poderosa que nos permite, não apenas entender esses processos, mas também, de modo surpreendente, provocar mudanças terapêuticas duradouras na vida das pessoas em curtos períodos de tempo.

Quer ler o resto do artigo? Uma introdução bastante clara sobre o cerne da PNL, o trabalho com sub modalidades:
Artigo do mês - 22/12/2005
http://www.golfinho.com.br/artigos/artigodomes.htm

segunda-feira, 26 de dezembro de 2005

sábado, 24 de dezembro de 2005

...e que a tua gota de água possa vir a ser o mar...

...Desde o mesmo instante
em que vieste a este
mundo da existência,
uma escada foi colocada
diante de ti
para permitir-te escapar.
Primeiro foste mineral,
depois tornaste-te planta;
Então tornaste-te animal:
como é que o ignoravas?
Depois foste criado homem,
dotado de conhecimento,
de razão e de fé;
Considera este corpo extraído do pó:
que perfeição ele adquiriu!
Quando tiveres transcendido
a tua condição de homem,
tornar-te-ás sem dúvida num anjo.
Então, terás terminado
a tua função na terra;
a tua morada será o céu.
Ultrapassa mesmo a condição angélica;
penetra neste oceano,
de modo que a tua gota de água
possa vir a ser o mar.

Rûmî (Odes Mystiques, II)

Feliz Natal e um maravilhoso ano 2006,
...e que a tua gota de água possa
vir a ser o mar...

Um abraço,
António

sexta-feira, 23 de dezembro de 2005

A Lâmpada Queimada

Era véspera de Natal.
Em todas as casas havia intensa alegria. Nas ruas, era grande o movimento. Pessoas transitavam com pacotes, entrando e saindo de lojas cheias de compradores e vendedores ansiosos.
O homem e a mulher se aproximaram de um restaurante. A mulher trazia nos olhos o brilho dos que sabem compartilhar alegrias e se sentem felizes com pequenas coisas. Sorria.
O homem se apresentava carrancudo. O rosto marcado por rugas de preocupação. No coração, um tanto de revolta. Sentaram-se à mesa e, enquanto ela olhava o cardápio, procurando algo simples e gostoso para o lanche, ele começou a reclamar. Reclamou que as coisas não estavam dando certo. Ele tinha investido em um determinado produto em sua loja, contando que as vendas fossem excelentes, mas não foram.O produto não era tão atraente assim. Ou talvez fosse o preço. Enfim, o comerciante reclamava e reclamava. De repente, ele parou de falar.
Observou que sua esposa parecia não estar ouvindo o que ele dizia. Em verdade, ela estava mesmo era em outra esfera. Olhava fixamente para uma árvore de natal que enfeitava o balcão do pequeno restaurante. Sim, ela não estava interessada na sua conversa. Ele também olhou na mesma direção e, de forma mecânica, comentou:
- A árvore está bem enfeitada, mas tem uma lâmpada queimada no meio das luzes.
- É verdade, respondeu a mulher. Há uma lâmpada queimada. E você conseguiu vê-la porque está pessimista, meu amor. Não conseguiu perceber a beleza das dezenas de outras luzes coloridas que acendem e apagam, lançando reflexos no ambiente.
...

Metáfora da Semana 17/12/2005
Autor desconhecido
http://www.golfinho.com.br/

quinta-feira, 22 de dezembro de 2005

"Não podemos salvar todas as vidas.
Mas as que podemos, devemos salvar."
Bono Vox

terça-feira, 20 de dezembro de 2005

É Natal, Amigos!


Toca a enfeitar esta árvore de Natal,
Preenchê-la de pensamentos estrelados,
Bolas e anjinhos também não ficam mal
Luzes e música de sinos encantados...

Embelezemo-la com os biscoitos da avó
Com os doces do São Nicolau - Pai Natal...
Aqueles que deixou junto à aletria e ao pão de ló
Ou os outros deixados naquela meia especial...

Acendamos a lareira, que se torna mais acolhedor!
Para receber os amigos PNL'ianos, já tão familiares...
Enchamos a mesa de sabor, beleza e cor...
Como o fazem em todos os lares!

E aqui há de tudo - Pudim e rabanadas
Bolo rei, sonhos de cenoura e o bacalhau
Peru recheado e filhós enroladas...
E depois da ceia vem o Sarau...

Há quem faça alguma modelagem:
Anedotas, canções ou teatros sem igual...
E que belo quadro, que bela imagem!
A TODOS UM BOM NATAL!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2005

Um bom Natal e um feliz...

Ano Novo a todos PNLianos deste magnifico território.

Experimentar no nível lógico missão, testar as posições preceptivas, a localização temporal bem como as modalidades de percepção, submodalidades e os metaprogramas,
possivelmente provoque mudanças incrivelmente desejadas...
são os meus votos de sinceridade, liberdade, autenticidade, genuinidade...

Abraços e beijos deste também PNLiano e vosso admirador

Henrique Oliveira
(Master practitioner internacional)

PNL-PORTUGAL

PNL-PORTUGAL
O AGORA
Veja a futilidade de se correr atrás da satisfação no futuro, e perceba que nada mais é necessário. Não Adie.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2005

Homenagem a Joaquim Catarino



Tenho saudades do teu Natal, Avô!
E no entanto, o teu Natal continua em mim,
a perpertuar-se em todos os que estão ao meu lado
e a quem entrego o meu Natal...
Continuo a vivê-lo junto da minha família,
dos meus amigos, das pessoas
que são mais ou menos significativas na minha vida...
Por vezes, revivo o teu Natal
no sorriso que me ensinaste a dar aos desconhecidos,
ao anónimo que se cruza comigo na rua...
Ao doente que sofre...
Ao triste que, simplesmente, desistiu de amar...
À criança que deixou de sorrir...
E por vezes, revivo o teu Natal na alegria da partilha!
Na alegria de dar! E na alegria de receber!
Na alegria da oração que nunca descuraste!
Na alegria de reencontrar os velhos amigos!
Na contemplação das pequenas coisas!
Tenho saudades dos teus moinhos de vento!
Feitos de cana e papel!
Tenho saudades do teu guizo de botão!
Tenho saudades das adivinhas e graçolas!
Que maravilhosos brinquedos nos oferecias!
Teus beijos, o papel de fantasia, teus abraços os laços de amor!
E sempre que me recordo de ti,
Revivo o teu Natal!
E desejo um Bom Natal a todos!

Expansão e Profissionalização da PNL em Portugal

Segue-se o texto enviado a todos os inscritos nos grupos de apoio e desenvolvimento da PNL em Portugal, o convite para as próximas reuniões:

PNLIANOS:

CONFORME FOI COMBINADO NO ÚLTIMO ENCONTRO NO GRUPO DE "APOIO AO TRABALHO DE EMPRESAS E ORGANIZAÇÕES", O PRÓXIMO ENCONTRO TERÁ LUGAR A
18 DE JANEIRO DE 2006, ÀS 19.30

ACHO POR AGORA QUE É UMA BOA IDÉIA COMBINAR O GRUPO "SAÚDE" com o grupo "COACH E TERAPIA". QUERO CONVIDAR ESTES DOIS GRUPOS PARA UM PRIMEIRO ENCONTRO A
24 DE JANEIRO DE 2006, ÁS 19.30 HORAS,

ENTRETANTO TODOS RECEBERÃO OS TRABALHOS DO PRIMEIRO GRUPO DE TRABALHO PARA QUE A PARTIR DAÍ POSSAMOS AVANÇAR.

ENVIO ESTA MENSAGEM PARA TODOS, ASSIM TODA A GENTE TEM OS ENDEREÇOS DE TODA A GENTE.
COMUNIQUEM-SE!


DESEJO A TODOS UM FELIZ NATAL E
UM ANO NOVO O TOPO DO TOPO.

2006 SERÁ O ANO DO GRANDE SALTO DA PNL EM PORTUGAL!

ABRAÇOS

josé figueira

quinta-feira, 15 de dezembro de 2005

Histórias que uma avó contava

Deixe-me contar-lhe um poema que li um dia, já não sei onde, de repente surgido assim vindo lá do fundo das memórias...


Passeando no escuro da noite na aldeia distante no tempo...

Larga a minha mão, disse a avó um dia,
Emprega os teus pés, dá os teus próprios passos.
A noite de Dezembro pode ser fria
Mas o teu coração é forte.

Aquece e ilumina o teu caminho
E se puderes dá um pouco de brilho ao caminho dos outros,
Dizia cantarolando,
Tens a minha bênção, meu neto!


Para todos, uma feliz Natal e
Que os desejos mais íntimos e significativos
Venham a ser satisfeitos!
E se cada um der o seu quinhão iluminando o caminho dos outros
Aquece-se e aquece.
E todos, um por um, tem mais para dar do que pensa que pode.
Somos imensamente ricos!
A noite do mundo pode ser fria, mas o coração é forte.
Um obrigado àquela avó da história saída do fundo das memórias...

Apoio ao trabalho de empresas e organizações com PNL

Realizou-se ontem o primeiro grupo de apoio ao trabalho de empresas e organizações.
Estiveram presentes 7 pessoas, algumas vindas mesmo de longe.
Sublinhou-se a necessidade desta iniciativa tendo em conta o momento histórico em que se espera a abertura para breve de dois centros, um perto de Lisboa, outro em Fátima e uma secção de PNL dentro duma empresa de formação existente.
Foi um animado e inspirador brainstorm. A energia daquilo que faz a diferença esteve sempre bem presente.
Cada um convidou-se a levar como trabalho de casa uma continuação do brainstorm à volta de temas como: regras gerais para a estrutura de apoio, em que consiste exactamente esse apoio; o que é que vai fazer mesmo a diferença que a PNL leva às empresas e organizações, que programas; e como se vai fazer a expansão da PNL nas empresas nos próximos tempos.
Muitas das ideias aplicam-se a todos os outros grupos de apoio, portanto todos os inscritos em todos os grupos receberão no começo do próximo ano o primeiro documento de trabalho.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2005

Grisalho e branco

Quando ainda era uma criança, Nasrudin perguntou ao pai:
“por que seu cabelo é grisalho?”
“ora, Nasrudin, porque filhos que fazem perguntas impossíveis deixam brancos os cabelos de um homem.”
“Entendo”, disse o Mullá. “Então é por isso que os cabelos do vovô são brancos feito neve?”

Aprender a aprender

O Mullá mandou um menino pegar água no poço.
“Tome cuidado para não quebrar o pote!”, gritou o Mullá e deu uma bordoada no garoto.
“Mullá”, perguntou um observador, “por que bater em alguém que não fez nada?”
“Ora, seu estúpido”, disse o Mullá; “porque depois que quebrasse o pote seria muito tarde para puni-lo, não acha?”

Apenas por ter pedido

Ouvi dizer que você tem um vinagre de quarenta anos”, disse um vizinho a Nasrudin.
“Me dá um pouco?”
“Claro que não”, disse o Mullá.
“Ele não teria quarenta anos, se eu o ficasse distribuindo, não acha?”

Percebe o que quero dizer?

Nasrudin esparramava punhados de migalhas em volta de sua casa.
“O que você está fazendo?”, alguém perguntou.
“Afugentado os tigres.”
“Mas por aqui não há tigres?!”
“Viu só como funciona?!”

Verdade

“O que é a verdade?” perguntou um discípulo a Nasrudin.
“Algo que nunca, em nenhum momento, eu falei – nem falarei.”

KEN - precisa-se!


Boa tarde!
Eu tenho uma amiga que quer muito um Ken!
(Pelo menos pede-me um todos os dias).
Sabem, aquele boneco que é o marido, namorado, flirt, paixão, companheiro, amigo ou lá o que lhe quiserem chamar, da BARBIE.
Os practicioners deste fim de semana de Fátima, façam favor:
ofereçam um bombom à SI arranjando uns KEN's...
Ela agradece!
Ah! E nem é preciso pedir: É SEGREDO!!!!!!!!!

FELIZ NATAL

Desejo a todos os Pnlianos, Feliz Natal e um Novo Ano repleto de Projectos e muita Alegria!

terça-feira, 13 de dezembro de 2005

UM HINO AO COACH

Foi desta forma encantadora que a Cesária Silva, (paciente de Coach a quem pedi autorização expressa para divulgar a Identidade), se manifestou relativamente às sessões de coaching que juntas temos partilhado. A ela os meus Parabéns pelo caminho desbravado, pela sensibilidade demonstrada, pelas Metas alcançadas!

Do seu CÉU interior soa o HINO:

"É possível falar sem um nó na garganta.
É possível Amar sem que venham proibir.
É possível correr sem que seja a fugir.
Se tens vontade de cantar não tenhas medo: canta.
É possível andar sem olhar para o chão.
É possível viver sem que seja de rastos.
Os teus olhos nasceram para olhar os Astros.
Se te apetece dizer não, grita comigo: Não!
É possível viver de outro modo (...).
É possível viver o Amor (...).
É possível viver de pé.
Não te deixes murchar.
Não deixes que te domem.
É possível viver sem fingir que se vive.
É possível ser Homem.
É possível ser livre, livre, livre."

Manuel Alegre, In o Canto e as Armas

segunda-feira, 12 de dezembro de 2005

Grupo de trabalho PNL

Um grande número mostrou interesse no grupo de trabalho “Apoio a empresas”.
Alguns ainda um pouco longe duma especialização como trainer ou coach mas isso só pode aumentar a motivação e a focalização na aprendizagem.

A intenção dos grupos de trabalho de aplicação da PNL é o desenvolvimento e preparação para uma actuação profissional a partir da metodologia
Crescimento e divulgação da PNL em Portugal
A criação duma estrutura de apoio e desenvolvimento de aplicações
O desenvolvimento de programas de qualidade
A clarificação de especialismos e características pessoais
No fundo – a criação de uma infra-estrutura de colaboração
Criar uma ramificação de profissionais de qualidade e excelência
em que tudo começa e acaba numa situação de ganho-ganho

Neste momento temos gente inscrita para os seguintes grupos:

Educação e Ensino (3 pessoas)
Coach e Terapia (7 pessoas)
Empresas e organização (12 pessoas)
Comunicação corporal e Deporto (1 pessoa)
Saúde (3 pessoas)

Pelo que vemos uma iniciatica que encontrou boa resposta e ao que me parece com apoio suficiente para avançar.
"Apoio a empresas e oprganizações" começa já na próxima quarta-feira.

Porque escrevo?


Porque escrevo?
Porque te amo, eternidade!
Pois não conheço outra forma
de controlar meus pensamentos.
..
Nietzsche

Aprendi o silêncio com os tagarelas;
a tolerância com os intolerantes
e bondade com os maldosos.
Não devo ser ingrato com esses professores.

- Gibran Kahlil Gibran -

sexta-feira, 9 de dezembro de 2005

O QUE PODEMOS APRENDER COM AS CRIANÇAS!


Ao Primeiro Ano de Vida
LEVANTE-SE DEPOIS DE CAIR
Já toda a gente observou um bebé a aprender a andar. Cai e levanta-se, cai e levanta-se... Infelizmente, apesar de podermos passar horas a vê-los, a maioria de nós não aprendeu nada com eles. Quantas vezes não desistimos de conquistar o emprego, o amor ou o croissant da nossa vida só porque chegou lá outra pessoa mais cedo, ele não sabe que nós existimos ou já não nos apetece ir às compras?

Ao segundo ano de vida
VIVA COM ENTUSIASMO
Achar graça às pequenas coisas da vida é o conselho que nos enviam dez vezes por dia naqueles e-mais piegas tipo "corrente do amor universal". Acenamos sempre que sim e quantos de nós é que dizemos "Olha que lindo, um passarinho" assim que saimos de casa de manhã e damos com um pardal a fazer arte no vidro do nosso carro? Quantos de nós somos capazes de nos entreter com um elástico? Com um rolo de papel higiénico sem papel? Com uma caixa de sapatos sem sapatos? Quantos de nós damos 18 gargalhadas por dia sem medo de nos acharem tolinhos?

Ao terceiro ano de vida
LUTE PELO QUE QUER
Para quem atura uma birra de soco e pontapé, o verdadeiro objectivo da guerra pode escapar-nos e o que é uma birra senão uma afirmação de vontade e personalidade? É verdade que nem sempre resulta para o lado deles, é verdade que não é a melhor maneira de resolver uma situação e também é verdade que muita gente continua a resolver as coisas desta maneira aos 45 anos, no entanto podemos tirar uma lição das crises de fúria dos anjinhos; é importante lutar pelo que queremos. De preferência, com métodos mais subtis, mais democráticos e um décibeis abaixo deles.

Ao quarto ano de vida
PERGUNTE QUANDO NÃO SABE
Em média, uma criança de 4 anos faz 437 perguntas por dia, segundo um estudo brasileiro. Não sabem? Fazem perguntas. Gostavam de dominar o mundo? Fazem perguntas. Gostavam de manter aquela pessoa mais tempo perto delas? Fazem perguntas (grande truque)... Em vez de andarmos assim envergonhadas pela vida fora, podiamos seguir-lhes o exemplo. Porque é que as moscas voam? Quantos dentes têm os gatos? Quanto vamos pagar de imposto? Porque é que o dinheiro parece que voa? Afinal, gostas de mim ou não? Pergunte!

Ao quinto ano de vida
FAÇA EXPERIÊNCIAS
Se puser o rato no microondas, o livro na banheira ou no prato DVD's, será que explode? Onde vai dar este caminho? Como se faz este puzzle? É verdade que são uns tiranos se os deixarem, é verdade que têm mais sede de poder do que um ditador do terceiro mundo, é verdade que querem ser bombeirossó por causa do camião vermelho ou princesas por causa da coroa e, no entanto, aprendem coisas todos os dias e fazem amigos com uma facilidade assustadora, enquanto nós... O que é que aprendemos hoje? Que caminho novo experimetámos? A quem é que "atiramos" o nosso melhor sorriso? Se disséssemos bom-dia a alguém no elevador em vez de ter aquele ar de "não estou aqui, não me estás a ver, isto é uma imagem holográfica"?

Ao sexto ano de vida
AJUDE OS OUTROS
Nunca mais se é tão angélico como aos 6 anos, nunca mais se está assim disposto a colaborar, a seguir regras, a ajudar a pôr a mesa, a tratar dos irmãos, a dar banho ao cão... Muita desta ajuda vem de gostarem de imitar o que os pais fazem. E nós, quem é que ajudámos hoje? Fizemos ouvidos moucos à colega atolada em trabalho (ela que se desenrasque), não levámos a nossa criança ao cinema (ela só gosta de desenhos animados japoneses e eu estou demasiado cansada) e não ligámos à tia Augusta (é uma santa senhora mas fica eternidades ao telefone). Aprender a partilha e a colaboração não dá assim tanto trabalho: basta querer ajudar.

Ao sétimo ano de vida
SEJA VALENTE
Há quem chame aos 7 anos uma espécie de adolescência da infância: é a idade das neuras, das zangas súbitas, a idade em que se pensa que o professor não gosta de nós e os outros meninos também não. As coisas boas de se ser criança — aprender a correr bem, aprender que sim, que o rato explode se o puserem no microondas mas é melhor não tentar, saber quantos dinossauros havia, e como e porquê aprender a ler, aprender como funcionam os relógios — já não são novidade. E acontece uma espécie de pausa: começam a perceber que é possível que aqueles que nos amam deixem de nos amar, ainda se tem medo do escuro, e do vento, e dos ladrões, e de ficar pobre, e de ficar sem amigos, e sem pais, e sem casa.. Parecem cheias de medos súbitos e sem razão, mas não há nada que meta mais medo do que enfrentar os nossos próprios fantasmas, e, no entanto, elas fazem-no...

Ao oitavo ano de vida
SINTA ANTES DE PENSAR
Vigorosos, dramáticos, curiosos, impacientes... Podem ser um cansaço, mas não há um ‘choninhas’ de 8 anos. Estão prontos para tudo: seja fazer amigos, experimentar um jogo novo, escalar o Evereste ou testar ideias novas. Todo o dia é um dia bom para a aventura. E nós? Onde está a nossa aventura? Quando nos falam em ‘aventura’, só pensamos em ter um caso num hotel de Cascais, mas nem todas as aventuras são amorosas, e mesmo essas, geralmente, ficam-se pelo sonho, a bem da paz doméstica e porque, enfim, os candidatos a aventureiros também...

Ao nono ano de vida
DEFENDA A JUSTIÇA
Cerebrais e ansiosos, esta é a idade em que tudo tem de fazer sentido. São exigentes com os outros e com eles próprios e têm uma enorme noção da justiça. Em vez de lhes dar ordens, o melhor é explicar porquê: esta já não é uma idade que aceite tudo sem mais. Faríamos bem em segui-los: quando nos querem dar ordens, podíamos perguntar porquê... Claro que dá muito menos trabalho não fazer quaisquer perguntas. Mas não é esse o exemplo que os nossos filhos nos dão.

Ao décimo ano de vida
GOSTE DE SI PRÓPRIO
Garantem os psicólogos que esta é a idade de ouro da infância, a idade em que as crianças estão de bem com o mundo e com elas próprias, em que já resolveram os medos, aprenderam a lidar com as velhas angústias e ainda não apareceram angústias novas. Claro que começam a perceber, de repente, que a infância não irá durar sempre mas isso ainda não os angustia mais do que um regresso às coisas boas daquilo que ainda não é passado... Esta é a altura em que mesmo as crianças que nunca foram de colo se abraçam ao pescoço dos pais, e dos avós, e dos tios, é a altura em que voltam a brincar com a casinha das bonecas ou com os carrinhos velhos... E nós, há quanto tempo não damos um abraço a quem quer que seja? E há quanto tempo não olhamos para um espelho e dizemos: “És mesmo gira, ó tu desse lado”?

Ao décimo primeiro ano de vida
FALE ALTO
É verdade que podem ser um bocado enervantes: não sabem como vai ser o futuro, embora intuam que vai ser qual quer coisa diferente do que eles estão à espera. Por outro lado, muita desta ‘angústia’ é provocada pelos próprios pais, pois tanto estão à espera de um adolescente maniento e irritante que se recusam a conversar com ele de igual para igual. E depois, quando eles se enervam com justa causa, a culpa é das hormonas... Se ele se revolta e quer ser ouvido, ouça-o e respeite-o. E, já agora, siga o exemplo: quantas vezes nos calamos porque é mais fácil, quantas vezes não damos a nossa opinião por medo, quantas vezes não vestimos aquela camisola cor de laranja por receio de chamar a atenção, quantas vezes não sabemos ‘vender-nos’ por medo de que nos achem convencidos?

Ao décimo segundo ano de vida
TRATE BEM OS SEUS AMIGOS
Com esta idade são todos o Kofi Annan: adoram promover a solidariedade e a igualdade. Gostam de trabalhar pelo prazer que isso lhes dá, gostam de ajudar os outros, gostam de provar que são adultos e confiáveis, gostam de defender causas e gostam de estar com os amigos. Querem ser amigos de toda a gente, é a altura daquelas intermináveis festas de anos com a turma inteira... O que podemos aprender? A olhar mais para os outros, a ligar aos nossos amigos a quem nunca ligamos, a ter uma vida própria, a ir ao cinema com a Joana e a Paula como dantes, a voltar a ter conversas parvas ao telemóvel, como dantes, como na altura em que nem sequer havia telemóvel (somos mesmo velhos...).

Ao décimo terceiro ano de vida
PONHA-SE EM CAUSA
Bem-vindos à idade mais triste da adolescência. E óbvio que cada pessoa é diferente, mas geralmente esta é a altura em que toda a gente se recorda de ter sido muitíssimo infeliz, mesmo quando se tinha uns pais fantásticos, uma casa confortável e um cão divertido. Parece que há uma crise, uma melancolia, como se se estivesse a fazer o luto definitivo da infância num só ano. E, no entanto, nem tudo é negro: este voltar-se para dentro, se for bem feito, faz com que se comece a perceber que tipo de pessoa se é, faz com que se comece a traçar um rumo de vida e a perceber que se pode sobreviver a uma crise. Há poucos adultos capazes de fazerem aquilo que as ex-crianças fazem nesta fase: pôr-se em causa, ver-se ao espelho e examinar impiedosamente cada borbulha, cada defeito, interior e exterior, e sobretudo perguntar: “Qual é o meu verdadeiro valor e como é que posso melhorar?”

Ao décimo quarto ano de vida
APRENDA A NEGOCIAR
Estão entalados entre dois mundos e a ‘velha pele’ pode ser difícil de largar. Sentem que ninguém os compreende (e a verdade é que não compreendem mesmo, porque a maioria dos adultos tem uma memória muito curti nha). Parece que ter 14 anos foi tão mau que o cérebro apagou todas os ficheiros do disco rígido. Todos lhes dizem: "Só tens 14 anos" em vez de "já tens 14 anos". Podem ser cansativos quando põem tudo em causa: e por que é que os pratos têm de estar assim na mesa, e por que é que eu tenho que chegar às 2 horas e não às 3 horas, e por que é que temos de ir todos, ao domingo, almoçar a casa da avó. Entrar em lutas de poder é inútil: não podemos obrigá-los a fazer o quer nós queremos. As vezes, eles precisam de espaço, e serem malcriados é a maneira de nos mostrarem isso. Por isso o melhor é negociar, negociar, até não poder mais: o que pode dar um bom traquejo para lidar com o chefe, o ex-marido, a sogra...

Ao décimo quinto ano de vida
MORRA DE AMOR
Nunca ninguém amou ninguém como ela ama o Tiago. Quando, de repente percebe que o Tiago, de quem gosta mesmo, é namorado da Marta, o mundo desaba. Fecha-se no quarto. Jura que nunca mais na vida irá amar alguém. Chora. Encharca a almofada. Acha que não será possível sobreviver. Só que depois o Diogo telefona... E de repente percebe que sim, que é possível sobreviver a um tal desgosto. Não entende então como foi possível amar o ‘chunga’ do Tiago (que tem borbulhas, olhos de carneiro mal-morto, zero a matemática e T-shirts sebentas). Pois o recomendável não é passar do Tiago para o Diogo e do Diogo para o Zezinho numa semana, como elas (até porque, na maioria das vezes, não temos assim tanto quórum. .), no entanto podíamos recuperar alguma dessa paixão para os nossos amores tão mornos e aprender outra vez a morrer de amor por alguém.
Revista Activa
Dezembro/2005
(Uma das coisas boas de que se
pode usufruir num salão de cabeleireiro)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2005

SYSTEMIC VOODOO

SOBRE CONSTELAÇÕES FAMILIARES

“NLP is part of our 'individualistic' Western culture. A culture that teaches: 'I can take control over my own life.' But as soon as we focus on social systems, we enter a different world. A world in which greater powers than me are in control. Where the we dominates the me. Where collectivity overpowers individuality; and where the spirit of the nation, the tribe, the family or the ancestors seem to decide over our fate.
In 'Family constellation therapy', as it was developed by the German psychotherapist and former priest Bert Hellinger, 'fate' is an central concept. In this article we argue that Hellingers work thanks part of its succes to how it integrates some elements of primordial relegious healing practices. By making these latter aspects more visable, we hope to add something to an ecological application of some of the ingredients of Hellingers work within NLP.”


Leia o resto do artigo em:
http://home.planet.nl/~silva002/systemic%20voodoo.htm


Dr. Lucas Derks (co-autor do artigo indicado), psicólogo, investigador e escritor, o criador do modelo Panorama Social Mental, dará o primeiro curso em Portugal para se poder especializar profissionalmente como Consultor
(http://www.pnl-portugal.com/social_panorama.htm)


Inscrições no:
IPPNL -
espacointegral@sapo.pt,
91 788 70 86

Brecht (1898 – 1956)

"eu era filho de pessoas que tinham posses
meus pais puseram um colarinho engomado ao redor do meu pescoço
e me educaram para ser servido
e me ensinaram a arte de dar ordens
olhei ao redor de mim,
não gostei das pessoas da minha classe
nem de dar ordens, muito menos de ser servido
e abandonei as pessoas da minha classe
para viver ao lado dos humildes "

bertolt brecht

Pensando na Yola, um dia único, total, histórico, abençoado

Deixai-me partilhar também um momento único para mim...
pois hoje a Yola fez recordar-me o significado profundo da palavra “mãe”!
Em cada um de nós sobem imagens de bênçãos na memória para partilhar,
Em cada um de nós, sempre à sua própria maneira e de acordo com as suas próprias recordações...
Pois eu quero homenageá-la também à minha própria maneira!

Para mim, o significado da palavra mãe nunca foi tão intenso como o cantado por Bertolt Brecht (1898 – 1956) na metáfora “A mãe Coragem e os seus filhos”, a mãe que sobrevive com os seus filhos a 30 anos de guerra, que odeia a guerra, mas para quem a sua única forma de sobrevivência é a guerra.

Dois poemas de Bertold Brecht, duas metáforas, infelizmente metaforicamente actuais:

Die Geschichte von der Mutter Courage

Era uma vez uma mãe
Conhecida por "Mãe Coragem"
Ela andou na Guerra dos Trinta Anos
Como vendedeira através do País.

Ela não tinha nenhum medo das guerras
Apenas queria o seu quinhão,
Levou os seus três filhos consigo
Para que eles também por algo lutassem.

O mais velho caiu, por ser um herói,
O segundo por ser demasiado valente,
A filha tinha um coração bondoso em demasia
Ao encontrar uma bala no seu caminho.


E a grande mensagem da Mãe Coragem:

Das Lied der Mutter Courage

Meu Tenente, deixe descansar o tambor,
E mande parar a sua tropa:
Aqui vem a Mãe Coragem, que traz os sapatos,
Que lhes irão permitir correr melhor.
Irão marchar para o campo de batalha
Com os seus piolhos, parasitas,
Mochilas, canhões e parelhas,
Por isso precisam de bons sapatos.
Chega a Primavera. Acordem, por Cristo!
A neve vai derreter. Os mortos descansam.
E quem ainda não morreu,
Tem de enfiar agora as meias.

Meu Tenente, a sua gente não pode
Sem salsichas marchar para a morte...
Deixe que a Mãe Coragem lhes cure com vinho
As necessidades do corpo e do espírito.
Canhões contra estômagos vazios,
não é saudável, meu Tenente!
Daqui a pouco, já estão satisfeitos, têm a minha benção,
Pode então conduzi-los para o abismo.
Chega a Primavera. Acordem, por Cristo!
A neve vai derreter. Os mortos descansam.
E quem ainda não morreu,
Tem de enfiar agora as meias.
*
Obrigado Yola, por seres Mãe e assumires o teu papel de mãe.
José Figueira

Deixai-me partilhar!


Deixai-me partilhar um momento único para mim...
Pois hoje é mais um dia muito feliz!
Comemoro hoje, juntamente com todos os que continuam a vivenciar esta realidade comigo, o oitavo aniversário sobre o momento mais feliz da minha vida!
O momento em que me foi concedida a benção de ser mãe!
Que todos vós possam receber um "muito" desta alegria que sinto e que partilho convosco!

Perceber que a iluminação espiritual é mais um caminho que um destino é mais útil que avidamente tentar deitar as mãos a um pressuposto marco espiritual. Neste caminho cada passo conta.
*
The Three Minute Meditator
David Harp, 1996

Ainda o jantar de Natal

Desculpem, esqueci-me de referir. Por favor confirmem para mim através do email mariopardo@gethigh.com.pt ou pelo telemóvel 91 973 72 76.

Divirtam-se!

:-)

Jantar de Natal

Alô malta,

A fim de promover o convívio e coesão de todos nós que de alguma forma estamos ligados à PNL e ao desenvolvimento pessoal, há dias surgiu a ideia de aproveitarmos a oportunidade do Natal para realizarmos um Outstanding jantar.
E sendo assim, alinhavámos para dia 15, às 20h no “Restaurante Terra” sito na R. da Palmeira, nº 15, ao Príncipe Real, em Lisboa.
Por favor confirmem a vossa presença logo que possível, para podermos saber que tamanho de mesa precisamos e passem esta informação a quem acharem por bem.

Entretanto, façam deste um Grande dia.

Abraços,

Mário Pardo

Assunto: Fernando Pessoa - pedras no caminho...

Vale a pena ler, é mesmo muito bonito ou não fosse de quem é

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas nãoesqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar queela vá a falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar detodos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar deser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. Éatravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis norecôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo.É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica,mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

Fernando Pessoa

(foto: http://www.architoile.com/Falguier/pessoa.html)

Texto enviado por Céu Romeiro
Uma meta é um sonho dotado de pernas
Adrea Lages & Joseph O´Connor
em Coaching com PNL

quarta-feira, 7 de dezembro de 2005

Tomar de empréstimo...

Uma dos modelos PNL que mais estimo é o dos Níveis Neurológicos. Só não gosto do nome...
Para os visitantes menos dentro do tema, trata-se de uma série de níveis sobre os quais se desenvolve o nosso eu. A partir do mundo exterior, temos o comportamento, as capacidades, as crenças e valores, a identidade e, sobre tudo, algo para lá da identidade que podemos definir como nível espiritual ou missão.
Grande parte dos problemas que sofremos pode ser atribuída a um desalinhamento ou incongruência entre estes vários níveis.
Como pode ser feliz ou maximizar o seu potencial alguem que julga as suas capacidades como desadequadas ao seu trabalho, ou as suas crenças não validando o seu comportamento ?
E que sucede se alguem não tem um destes "níveis neurológicos" suficientemente desenvolvido?
Se o problema ocorrer ao nível das capacidades, parece fácil: pode sempre treinar as que tem ou desenvolver outras.
E ao nível dos valores, da identidade ou da missão?
Aqui aparece a figura do empréstimo. Se alguem não elaborou a sua missão, provavelmente vai tomar como sua a missão que tiver mais cotação no meio social em que se move. Talvez assim se explique como tanta gente parece apostada em subir mais e mais a todo o custo em carreiras que pouco contentamento trazem.
A falta de elaboração ao nível dos valores e da identidade explica também a adesão cega a tribos, movimentos ou grupos. Nestas estruturas sociais encontram-se, prontos a usar, os padrões de comportamento que podem dar uma ilusão de completude.
Se não tenho, tomo de empréstimo...
Convem, entretanto, verificar bem se aquilo que tomo emprestado me serve para aumentar a riqueza e a congruência da minha experiência consciente.

Spiral Dynamics (Dinâmica da Espiral)

Afinal parece que até já há uma tradução portuguesa!!!

Dinâmica da Espiral
We are honored that Spiral Dynamics® is published in the Portuguese Language by

INSTITUTO PIAGET- Divisão Editorial
as part of their "Sociedade e organizações" collection


INSTITUTO PIAGET
Avª João Paulo II Lote 544 - 2º
1900-726 LISBOAPortugal
Phone: 218316500Fax: 218316510
e.mail: piaget.editora@mail.telepac.pt

SPIRAL DYNAMICS

Uma figura que misteriosamente assina como “Bal” publicou há dias um texto ("A construção do Eu") inspirado de Mihaly Csikszentmihaly.)

Ora venham mais destas iniciativas! Podem contribuir em muito para sair do que alguns consideram um simplismo soft e alargar a nossa visão de nós próprios e do mundo.

Mihaly Csikszentmihaly está contribuindo embora que, talvez indirectamente, para novos caminhos às vezes até já em combinação com a PNL.
No seu livro “Evolving Self” dá uma maior base ao conceito MEMES para identificar a origem do comportamento. Memes são uma espécie de psico-cultural DNA - paradigmas básicos, estruturas de pensamento, através dos quais observamos e reagimos ao mundo (em termos de PNL falamos de convicções, valores e aspectos identidade que formam o nosso mapa do mundo).

O modelo Memes foi desenvolvido por Clare W. Graves a partir da investigação sobre os seus colegas Maslov, Rogers e Skinner.
Clare W. Graves ao que parece, segundo os seus admiradores, estava demasiado avançado para o seu tempo. Coube a Don Edward Beck e Christopher C. Cowan a criação dum modelo dinâmico, com base nos Memes e vMemes, a que eles chamaram de “SPIRAL DYNAMICS”.

Spiral Dynamics™ é um modelo para quem está interessado em conhecer processos, forças impulsionadoras (wMemes), desenvolvimento e tranformação de pessoas, empresas, organizações, grupos e a sociedade na sua totalidade, para quem está interessado em intervir e contribuir neste processo. O desenvolvimento tem lugar como numa espiral caracterizada com diversas cores:

BEIGE - Survival; biogenic needs satisfaction; reproduction; satisfy instinctive urges.
PURPLE - Placate spirit realm; honor ancestors; protection from harm; family bonds.
RED - Power/action; asserting self to dominate others; control; sensory pleasure.
BLUE - Stability/order; obedience to earn reward later; meaning; purpose; certainty.
ORANGE - Opportunity/success; competing to achieve results; influence; autonomy.
GREEN - Harmony/love; joining together for mutual growth; awareness; belonging.
YELLOW - Independence/self-worth; fitting a living system; knowing; good questions.
TURQUOISE - Global community/life force; survival of life on Earth; consciousness.
O próximo estádio é o de CORAL.

Eis um livro actual impressionante que sugiro para quem está interessado:

SPIRAL DYNAMICS, Mastering Values, Ledership and Change
Don Edward Beck e Christopher C. CownBlackwell
Publishing Ltd, Oxford

Há cada vez no mundo mais centros de formação, consultoria e desenvolvimento pessoal empregando este modelo altamente dinâmico. Em Portugal ainda nunca ouvi falar nisto.

Quem conhece? Quem quer ir para a frente?

http://www.spiraldynamics.com
http://www.spiraldynamics.net
http://www.spiraldynamics.org
http://www.wie.org/spiral/

(Para iniciativas no sentido do estudo, apresentações e lançamento de tudo o que possa contribuir para o desenvolvimento individual e colectivo, a minha casa está ao dispôr)

Adivinha: o amor que sinto,...a quem o dedico?

O amor que sinto
a quem o dedico,
a quê me entrego
a quem me permito,
escolho, ou sou escolhido?
e se o milagre acontecesse...
e descubrisse que só o amor importa,
com quem ou em quê estaria neste momento?

Annio

...é como a beleza dos nós na madeira?...

« Il y a des moments dans la vie où une sorte de beauté
vient de la multiplicité des ennuis qui nous accablent. »
Marcel Proust

A Transformação Essencial

Citação de Tehyi Hsieh:

A acção afasta a dúvida que a teoria não consegue eliminar

Esta citação abre o capítulo:
AGINDO!
O Exercício do Estado Essencial
Chegar à fonte interior

*
Sobre o Método “Transformação essencial”:
“Este método consta de dez passos em busca de um núcleo pessoal profundo, que servirá como nascente donde jorrarão as águas de uma mudança genuína e efectiva”
*

A técnica mais fantástica em PNL que conheço que liga o temporal ao intemporal, o que é transformável ao intransformável, com o fim de criar, enriquecer ou transformar a partir do encontro com a transcendência, é a
TRANSFORMAÇÃO ESSENCIAL,
atingindo a nascente interior
Connirae Andres com Tâmara Andreas (Sumus, Brasil)
(Core Transformation, Reaching the wellspring within)
Esta técnica brilhante que desde o começo introduzi nos meus cursos, a técnica a que eu muitas vezes chamo de “mística com pés na terra” integra-se na preocupação actual da PNL cada vez mais focada para a transformação a partir da espiritualidade e da missão.

terça-feira, 6 de dezembro de 2005

Valor de um Sorriso

Autor: desconhecido

Um sorriso não custa nada e cria muito...Dura um só momento, mas sua lembrança perdura por toda uma vida...
Não se pode comprá-lo, pedi-lo emprestado ou roubá-lo...
E não tem utilidade enquanto não é dado!
Por isso, se no teu caminho encontrares alguém cansado demais para dar um sorriso, deixa-lhe o teu, com optimismo...
Pois ninguém precisa tanto de um sorriso quanto aquele que não tem mais sorrisos para oferecer...
E já agora? Vamos sorrir um pouco?

http://www.possibilidades.com.br/humor/risadas.pps

"Olho por olho, e o mundo acabará cego"
Mohandas Karamchand Gandhi [1869-1948]

segunda-feira, 5 de dezembro de 2005

lacher prise

É preciso encontrar uma prática que não possa ser recuperada pelo ego,
e esta consiste a inclinar-se interiormente, a reconhecer aquilo que é.
Agir sempre a partir daquilo que é, e não a partir daquilo que segundo eu deveria ser.
" -Não é justo, ele ou ela deveria ter dito ou feito de outra maneira, etc.
O lacher prise face a este modo errado de funcionar não exclui em nehum caso a acção: esta simplesmente provém de outra fonte. Já não é mais o eu que quer, é a situação que exige uma resposta oportuna.
É a partir daqui que a nossa acção se realiza no presente e não a partir duma reacção superficial e mecânica fundamentada nos nossos velhos esquemas de funcionamento.
Precisamos continuamente perguntarnos o que somos relação a estas reacções físicas, emocionais e mentais. Como fazer lacher prise frente aos momentos felizes ou infelizes, quando estamos de bom ou mau humor?
A prática deste lacher prise coloca em causa o egocentrismo. Ela implica um abandono do nosso querer pessoal, e deste abandono resulta uma descontração.

É a submissão àquilo que é e não ao que deveria ser, e partilhado por todos os mestres zen, sufis, hindus ou cristãos: a frase célebre: «Que seja feita a Tua vontade e não a minha.» Neste momento não existe mais a separação, dualidade, entre mim e a realidade do momento.

Arnaud Desjardins

PNL e o desenvolvimento de aplicações

Poucos responderam até agora ao meu apelo para a formação de grupos de trabalho com o fim do desenvolvimento em Portugal na aplicação da PNL em diversos contextos.
Das poucas respostas, embora a maioria nos começos do seu trajecto em PNL, manifesta-se sim uma grande motivação.
Como espero que dentro em breve haja um pedido enorme de
APOIO A EMPRESAS, formação, consultoria e coach a partir de PNL, irei convocar para muito breve todos os inscritos para o começo dos trabalhos.

Quem ainda não se inscreveu pode anunciar-se para

Apoio a empresas e organizações (formação, consultoria e coach)
Educação e ensino
Saúde
Coach e terapia
Comunicação corporal e desporto
Apoio a empresas e organizações tem neste momento a minha prioridade. Será pois muito provavelmente o primeiro grupo de trabalho a funcionar.


PNL - José Figueira Unipessoal Lda

pnl-portugal@mail.telepac.pt

96 653 47 05

www.pnl-portugal.com

Lacher prise...

... Et q'est ce que je peux faire,
quand ma bouche, en suivant mon coeur
veut toucher tes lévres,
méme avant de te dire
que je t' aime?...


Annio

Almofadas no chão!


Por mais que os anos me pareçam
pesos acrescentados à minha bagagem,
nunca esquecerei uma caixa cheia de brinquedos.
Ainda que a alegria de hoje
não seja a mesma dos primeiros anos,
jamais me será possível esquecer
como era sorrir sem medo de ser feliz.
Mesmo que decepções tenham
abalado minha confiança nos semelhantes,
uma vez ou outra lembrar-me-ei
de alguém pequenino que há muitos anos
me deu um beijo melado numa festa de aniversário.
Ainda que muitos amores
entrem e saiam de minha vida,
as lembranças do primeiro amor
em nenhum tempo se apagarão de minha memória.
Depois de alguns fracassos,
talvez hoje eu creia que é não é fácil alcançar o sucesso,
e para sempre relembrarei
o orgulho que senti de mim mesma
quando recebi o meu primeiro diploma.
Se hoje nada mais me espanta,
depois de tantos desapontamentos,
por certo nunca esquecerei o espanto e o prazer
que senti quando descobri que Pai Natal era o meu pai.
Embora a solidão tantas vezes me assalte,
em certos momentos lembrar-me-ei
como era bom ficar sozinha,
falando com meus amigos invisíveis (para "gente grande").
Se hoje, nos dias de lazer, em praias ou campos,
Eu me vigio o tempo todo para não me sentir ridícula,
é bem nesses dias que me recordo
como já foi gostoso andar sem vestes,
inocentemente, e sem sentir vergonha.
Por mais que o tempo passe, sou uma criança e sempre serei.
Agora estou aqui, crescida, sofrida, cheia de boas e de "menos boas" experiências,
de vivências que me ajudam a prosseguir, e lá no fundo, bem no fundo,
eu sei que alguém que mais me tinha a ensinar era a criança
que eu mandei ficar quieta, comportada, sentada lá num cantinho
não podendo abrir a boca sem pedir licença.
Liberto-a para libertar-me.
Seja qual for a minha idade, isso pouco importa à minha criança.
É só chamá-la e ela aproximar-se-á.
Chamo-a! Rio com ela ... Brinco com ela ...
Ela está louquinha para fazer bagunça e para morrer de rir de mim e comigo.
Alegro-a! Ela merece! Eu mereço!
Não me importo com o que os outros possam pensar, pois eles também são crianças e sempre serão.
Convido-os para um passeio no seu trenzinho eléctrico.
Talvez eles se neguem a ir, e um dia se arrependam, ou talvez não.
Vou sem medo de cair!

Para crianças Deus coloca almofadas no chão.

Adaptado de Silvia Schmidt... Para todas as crianças como eu...

A construção do Eu

Recolhi este texto do livro do psicólogo e académico americano de origem húngara Mihaly Csikszentmihaly. A tradução francesa tem o título: Vivre-La psycologie du bonheur. Trata-se de uma obra muito esclarecedora sobre a optimização da experiência interior.

Os psicólogos que se debruçaram sobre o tema estimam que o desenvolvimento do conceito de eu e de um projecto de vida se faz por etapas.
No começo, a pessoa busca preservar-se, proteger o corpo e evitar a desintegração dos objectivos fundamentais. Neste estado, o sentido da vida corresponde à sobrevivência, ao conforto e ao prazer.
Logo que a integridade do eu físico esteja assegurada, a pessoa pode alargar o seu horizonte para que o sentido da vida abrace os valores da comunidade (familia, vizinhança, grupo religioso ou étnico). Esta etapa contribui para a complexidade do eu, mesmo se ela implica geralmente a conformidade com as normas ou padrões convencionais.
A etapa seguinte comporta um certo individualoismo reflexivo: a pessoa encontra novas bases para os valores em si presentes, não se conforma mais cegamente aos diktats da sociedade e desenvolve uma consciência autónoma. Neste estado, o principal objectivo da vida está no crescimento ou actualização do potencial.
Na última etapa, a pessoa descentra-se dela própria e busca a integração em valores universais. Neste estado, a pessoa, mesmo já muito individualizada, deseja fundir os seus interesses com os de uma realidade maior, como Siddharta, deixando o rio controlar o seu barco.

Neste cenário, o sentido constroi-se graças a um movimento dialéctico entre o Eu e o Outro.
No inicio, a energia psiquica é dirigida à satisfação das necessidades do organismo, obtendo prazer. De seguida, o individuo dirige a sua atenção aos objectivos e valores da comunidade(...) Terceiramente, a atenção regressa a si.(...) Nesta epapa, o encantamento, mais do que o prazer torna-se a fonte de recompensa. É neste ponto que pode suceder uma mudança de carreira e o desconforto face aos limites próprios: é a crisa da meia idade.
O individuo fica então pronto para a última transformação: a inclusão do seu projecto de vida num sistema mais vasto, podendo ser uma causa, uma ideia, uma entidade transcendental.

Alguem quer fazer comentários numa perspectiva PNL?

domingo, 4 de dezembro de 2005

Citações...


« Les convictions sont des ennemis de la vérité plus dangereux que les mensonges. »
Nietzsche


José Figueira said...
As únicas convicções que podem ser perigosas são as que se esquecem de que são simplesmente convicções.
José Figueira said...
A convicção que pode ser a mais perigosa de todas é a convicção de que existe uma verdade.
José Figueira said...
Uma convicção limitadora é de que a mentira é automaticamente perigosa.
Mais Reacções!

NOVA ADVINHA

Parece que a advinha de ontem era fácil de mais. Alguém acertou logo.
Vamos a ver esta:
*
Não tem forma
não tem jeito
Mas vê-se a longa distância
Não tem boca
não tem peito
Vence qualquer discordância
*
O que é?

The Social Panorama Model

Alguns dos workshops já confirmados:

Avignon: 24, 25 e 26 de Fevereiro de 2006 (introdução)
Berlin 26, 27 e 29 de Maio de 2006 - World Congress for NLP – (introdução)
Berg en Dal (Nijmegem): 28/10; 24e25/11; 1e 8/12 2006 (curso completo para consultor)
Kassel: 15 a 17 de Julho e 12 a 13 de Agosto de 2006 (curso completo para consultor)
São Paulo: 5, 6 e 7 de Setembro (introdução)
Heidelberg: 28 de Setembro de 2006 (introdução)
Queensland (Austrália) em 2007

E de 2 a 6 de Março, curso completo para consultor, em Fátima


Our lives are full of people; we are social animals. Most of our serious problems deal with how we relate to our fellowmen. Unconsciously we create an imaginary landscape of people around us: our social panorama. This workshop learns to change our social landscapes for the better. The social panorama is a strong NLP tool for working with all kinds social issues. Surprisingly simple it helps to improve relations with our lovers, friends, colleagues, children, parents, strangers, foreigners, the death, spirits and gods.
The social panorama is rooted in the social cognitive sciences: how do people think of people? But NLP’s practical method for the analysis of subjective experience, especially sub modalities, took it far beyond the level of scientific discourse. For people with a background in NLP, the model opens a door to intervene directly in the unconscious model of the social world. The techniques are new but familiar in structure. Especially when the social panorama techniques are used in combination and with other NLP tools it offers a higher level of effectiveness to coaches, therapist, managers, negotiators, politicians, mediators en everyone who deals with people that need to work together.

Lucas Derks
Still at university, Lucas Derks, discovered the work of Bandler and Grinder in 1977. It was love at first sight. After a successful carrier as a social psychological researcher, Lucas decided in 1986 to devote his attention to NLP and its development. In 1989 he started to work for the IEP in Nijmegen the Netherlands, one of the oldest and biggest NLP institutes in Europe. He has become famous for his clear and humoristic presentations. His background as a visual artist helps him to create clear and beautiful pictures to clarify his workshops.
NLP work on the identity level
The concept of mental space plays a mayor role in the social panorama work. It is in the space around them that people normally project the images of all who are relevant to them. The model of the social world is primarily a three dimensional model. It surrounds the self concept. Where other individuals are located in this landscape of social images decides about the emotional quality of the relationship. Intimate relations are held with people who’s images are kept close. Authorities are most often places high up somewhere.
As soon as somebody has a problem with someone else, we can check the locations where the self and the other is projected in the social panorama.
A very strong feature of the social panorama is the work with the self concept. In the way Lucas has developed that it has become very powerfull. NLP-ers know that the identity level is very important, but there are not many interventions specially desiged to generate self esteem, self confidence or ego strength. In the social panorama model these things have become of an astonishing simplicity. But it takes an experienced had to make these techniques work whith complex issues.

Content
Lucas Derks will demonstrate and explain his methods. A series of structured exercises will enable the participant to experience the mechanics.

- Gathering reliable information about a client’s social panorama
- Achieving lasting improvement in all types of social relationships
- Applications of the social panorama in education and training
- Reinforcement of the experience of self.
- Achieving personality change using the family panorama. A series of technical possibilities that, in particular, afford new approaches in psychotherapy.
- The use of the social panorama for the exploration and harmonisation of relationships with the dead, spirits and gods.

Reading: “Social Panoramas” (Crown House Publishing)
"... As ferramentas mais simples são as mais baratas!
Todos temos os recursos de que precisamos dentro de nós. Todos temos um corpo. É uma questão de utilizá-lo da devida maneira na altura própria:
Olhos ao alto, feche o punho e diga YES!
Vemos isso todos os dias nas pessoas bem sucedidas.
Não acredite nada sem experimentar. E se tiver receio que estejam a olhar para si e se se perguntar e tiver receio do que os outros podem pensar de si, então recolha-se num lugar que sabe que ninguém o vê, ou a vê, um lugar onde ninguém o ouve, ou a ouve, levante a cabeça, olhos ao alto, feche o punho e diga YES!
Não faça isso muitos vezes pois qualquer dia, se calhar, passa a ter cada vez mais dificuldades em sentir-se mal!..."
(José Figueira)

ESTRUTURA DA LINGUAGEM



Um artigo do Dr. Jairo Mancilha
em especial para o nosso Blog.


Segundo a Gramática Transformacional de Noam Chomsky, conceitos, idéias e pensamentos, (estruturas profundas) não estão inerentemente ligados a nenhuma forma de linguagem, mas podem ser expressos através de uma variedade de expressões lingüísticas (estruturas superficiais). Por exemplo as palavras casa, house ou chez referem-se ao mesmo conceito mental e aos mesmos dados experienciais. De maneira semelhante as frases o gato caçou o rato e o rato foi caçado pelo gato, referem-se ao mesmo evento, embora a seqüência de palavras seja diferente.

Idéias e pensamentos complexos chegam à superfície como linguagem, depois que uma série de "transformações" os convertem em frases bem formuladas. Estas transformações agem como um tipo de filtro para as nossas experiências profundas. O processo de transformação da estrutura profunda em estrutura superficial (linguagem) é chamado de "derivação".

A ESTRUTURA SUPERFICIAL é o que é falado ou escrito (que foi derivado da estrutura profunda)

A ESTRUTURA PROFUNDA são pensamentos, conceitos idéias (que são a origem e fonte da linguagem)

Os criadores da Programação Neurolingüística-PNL, Bandler e Grinder afirmam que este movimento da estrutura profunda para a estrutura superficial se dá através de processos de omissão, generalização e distorção. Então, alguma informação é necessariamente perdida ou distorcida na transformação ou "derivação" da estrutura profunda para a superficial.

Na linguagem, esses processos ocorrem durante a transição ou tradução da estrutura profunda (imagens mentais, sons sensações e outras representações sensoriais que estão guardadas em nosso sistema nervoso) para a estrutura superficial (palavras, sinais e símbolos que escolhemos para descrever ou representar nossa experiência sensorial primária).

O primeiro modelo da PNL, o Metamodelo de linguaguem, objetiva desfazer as omissões, generalizações e distorções da linguagem. Através de uma série de perguntas ele nos ajuda a conectar a linguagem (estrutura superficial) com a sua origem e o seu significado completo (estrutura profunda).

A PNL amplia a noção de estrutura superficial e estrutura profunda para incluir mais que os processos lingüísticos e as representações. Ela considera como parte da estrutura profunda as experiências sensoriais e emocionais ou "experiência primária". A linguagem é, então, "uma experiência secundária", isto é, uma parte de nosso modelo de mundo que é derivado de nossa experiência primária.

Para compreender e perceber o sentido das palavras e da linguagem que ouvimos ou lemos, fazemos, automaticamente, o movimento contrário, conectando a linguagem (estrutura superficial) com a estrutura profunda (experiência sensorial e emocional, registros, memória etc). Denominamos esse processo de "pesquisa ou busca transderivacional". Assim, as palavras funcionam como âncoras para experiências guardadas na estrutura profunda.

Quanto mais vaga e cheia de omissões, generalizações e distorções for a linguagem, mais pesquisa transderivacional será necessária para sua compreensão.

O segundo modelo da PNL, o Modelo Milton, utiliza, dentre outros padrões, desse padrão de linguagem cheio de omissões, generalizações e distorções. Como a indução do transe hipnótico se dá através do focar e internalizar a atenção, essa linguagem mais vaga funciona muito bem na indução.

Na indução e na hipnoterapia usando o Modelo Milton podemos guiar a experiência interna do cliente sem o risco de choque com a sua experiência sensorial. Podemos denominar esses padrões de linguagem hipnótica de "linguagem de processo" ou linguagem sem conteúdo. O ouvinte vai colocando o conteúdo que ele necessita trabalhar.

Essa é a linguagem ideal para ativarmos buscas e processos inconscientes no cliente. Assim o cliente processa a resolução de seus problemas e conflitos, acessando seus recursos internos para atingir seus objetivos na terapia.

Jairo Mancilha, M.D., Ph.D., Diretor do INAp-Instituto de Neurolingüística
Aplicada e do IMERJ-Instituto Milton Erickson do Rio de Janeiro
http://www.pnl.med.br

sábado, 3 de dezembro de 2005

Advinha

De dia ninguém as vê,
pairam longe, escondidas...
em famílias integradas tomam formas esplendorosas
e algumas são famosas.
O que são?

Social Panorama, 2 a 6 de Março em Fátima

Power Struggle in the Social Panorama
By Lucas A.C. Derks

In the mediation of political conflicts the notion of social power plays a mayor role. Only when we translate ‘power’ in terms of cognitive and representational operations, we will be able to apply NLP-like tools on it.
Than the question is: What visions, beliefs and social representations create social power in people’s minds? How are concepts of power transmitted from individual to individual, and by what communicative strategies can these be influenced?
The connection between politics and religion complicates the mediation of conflicts. It is my view that the social panorama model may serve as an important tool where ideologies mingle with struggle about interests.. The model focuses primarily on changing the images people have created of themselves and of others. In this workshop we assume, that it is primarily these (spatial) social images that determine interaction, also in the case of dominance and submission. Deeper insight in the universal social cognitive patterns by which power is created can be invaluable for the mediator, especially when this is combined with knowledge how the spiritual domain is involved in this.
The social panorama model offers NLP- techniques to reconstruct human relationships. We may expect such techniques to play an important role in political conflict resolution in the future.

Crie o CENTRO que está em si

1. Escolha um lugar sossegado em que sabe que não será incomodado(a).
2. De pé, com o peito para fora e a cabeça bem levantada, imagine o seu passado numa direcção e o seu futuro noutra direcção.
3. Com os olhos fechados volte ligeiramente o seu rosto para o passado e pergunte-se perguntas como estas: Donde vim? Qual foi o propósito? O que é que eu levo essencialmente comigo que é o resultado das gerações passadas?
4. Deixe que se forme uma imagem, um símbolo qualquer que é a representação do propósito e capacidades das gerações passadas sintetizadas em si. Dê-lhe mais cor e brilho, aumente a imagem, aproxime-a um pouco de si, coloque-a em frente acima do nível dos seus olhos. Se há som torne-o mais intenso.
5. Com os olhos fechados volte ligeiramente o seu rosto bem levantado para o futuro e pergunte-se perguntas como estas: Para onde vou? Qual é o meu propósito? O que é que eu levo essencialmente comigo que é o começo de gerações futuras e o resultado das minhas acções grandes e pequenas.
6. Deixe que se forme uma imagem, um símbolo qualquer que é a representação do propósito e capacidades das gerações futuras sintetizadas no seu cerne. Dê-lhe mais cor e brilho, aumente a imagem, aproxime-a um pouco de si, coloque-a em frente acima do nível dos seus olhos. Se há som torne-o mais intenso.
7. E agora os olhos fechados o rosto voltado para a frente, balance ligeiramente o seu corpo na direcção do passado e na direcção do futuro. E há medida da cadência deixe as imagens aproximarem-se lentamente, ainda mais, cada vez mais próximas. E assista ao espectáculo da sua junção. Deixe que se forme um símbolo de maravilha – o símbolo que é a representação da sua identidade, do ser fantástico que você é. Se houver som torne-o mais fantástico ainda.
8. Deixe esse símbolo na sua frente acima do nível dos seus olhos. Deixe que seja iluminado por um sol forte, bem brilhante.
9. Olhando a imagem e escutando possivelmente a melodia, sinta o que sente no seu corpo, aprecie este momento de êxtase e imagine-se em diversos momentos no futuro como vai agir a partir deste Centro em si.
10. Vá experimentar na vida, deixe-se espantar pelo mundo à sua volta ao agir a partir do seu Centro.
11. Seja feliz.

(José Figueira)
O que dá sentido à vida é mais importante que a própria vida
(Autor desconhecido)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2005

Auto-citação em forma de poema

Não se pode compreender Deus
assim como não se pode inventar
livremente
o propósito da vida
Tudo o que pensamos
é o resultado do condicionamento
A única maneira que
até agora me tem ajudado
a ultrapassar o condicionamento
é a tomada de consciência do funcionamento da mente
A maneira mais prodigiosa que encontrei até hoje
para me libertar (relativamente) dos condicionamentos
foi a tomada de posições perceptivas
Quanto mais exóticas elas forem
melhores elas são

Sobre o propósito da vida

“O propósito da vida é a realização da divindade”

E como pode o consciente abarcar o inconsciente?
o finito o infinito?
Então invente e faça.

Mas realize-o de forma ecológica!
José Figueira
"Sonhos, intuições, coincidências inexplicáveis, encontros "por acaso", são apenas algumas das pistas que nos podem levar ao caminho da verdadeira transformação"

Caroline Myss
A Sabedoria mais antiga do mundo diz-nos que a União consciente com o divino, ainda neste corpo, é possível, porque o homem realmente nasce. Se ele não conseguir realizar o seu destino, a Natureza não tem pressa. Ela o alcançará um dia, impelindo-o a cumprir o seu propósito secreto.

SARVEPALLI RADHAKRISHNAN
(presidente da Índia, 1962-67)

PNL e o desenvolvimento de aplicações em Portugal

Dentro dos parâmetros do desenvolvimento da Programação NeuroLinguística em Portugal faz parte da minha missão facilitar o desenvolvimento na aplicação da PNL no quadro da sua aplicação em diversos contextos.
Assim estou empenhado em facilitar a formação e acompanhamento de grupos de trabalho que queiram vir a contribuir para o desenvolvimento das diversas áreas através da PNL.
Para começar penso nos seguintes grupos de trabalho:


Educação e ensino
Coach e terapia
Empresas e organização
Comunicação corporal e desporto

Para trabalhar num grupo destes parece-me necessário ter como mínimo o practitioner internacional.

Assim que houver, pelo menos 2 interessados por contexto pode-se, no que me diz respeito, começar com os trabalhos.

A minha casa está à disposição.

PNL - José Figueira
pnl-portugal@mail.telepac.pt
96 653 47 05
www.pnl-portugal.com

quinta-feira, 1 de dezembro de 2005


« Les convictions sont des ennemis de la vérité
plus dangereux que les mensonges. »

Nietzsche