sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Saber encerrar ciclos de vida...

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...

Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....

Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem connosco.

O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...

Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu génio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceites, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".

Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..

E lembra-te:Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.

(Fernando Pessoa)

Paul Watzlawick - Teoria da Comunicação


Paul Watzlawick nasceu a 25 de Julho de 1921 em Villach, na Áustria. Faleceu a 31 de Março de 2007 na sua residência em Palo Alto, nos Estados Unidos, vítima de doença prolongada.
É um dos mais reputados teóricos da Teoria da Comunicação e tem importantes trabalhos ao nível das terapias familiares e na psicoterapia. É um dos fundadores da Mental Research Institute de Palo Alto (Califórnia).

Depois de ter completado os estudos fundamentais na Austria, Paul Watzlawick continuou os seus estudos na Universidade de Veneza, onde estudou Psicologia e Filologia, tendo terminado os seus estudos em 1949. De seguida trabalhou em Zurique com Carl Gustav Jung. Em 1957 continuou o seu trabalho de investigação na Universidade de El Salvador. Em 1960, Don D. Jackson convidou-o a ser um dos fundadores do Mental Research Institute of Palo Alto.

Em Palo Alto, Watzlawick e os seus colegas desenvolveram a teoria do double bind mas o seu grande trabalho foi ao nível da teoria da comunicação, trabalho esse desenvolvido em parceria com Gregory Bateson.

Segundo Watzlawick, existem 5 axiomas na sua teoria da comunicação entre dois indíviduos. Se um destes axiomas por alguma razão não funcionar, a comunicação pode falhar.

É impossível não se comunicar: Todo o comportamento é uma forma de comunicação. Como não existe forma contrária ao comportamento ("não-comportamento" ou "anti-comportamento"), também não existe "não-comunicação". Então, é impossível não se comunicar.

Toda a comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto de relação:
Isto significa que toda a comunicação tem, além do significado das palavras, mais informações. Essas informações são a forma do comunicador dar a entender a relação que tem com o receptor da informação.

A natureza de uma relação está dependente da pontuação das sequências comunicacionais entre os comunicantes: Tanto o emissor como o receptor da comunicação estruturam essa comunicação de forma diferente, e dessa forma interpretam o seu próprio comportamento durante a comunicação dependendo da reacção do outro.

Os seres humanos comunicam de forma digital e analógica: Para além das próprias palavras, e do que é dito (comunicação digital), a forma como é dito (a linguagem corporal, a gestão dos silêncios, as onomatopeias) também desempenham uma enorme importância - comunicação analógica.

As permutas comunicacionais são simétricas ou complementares, segundo se baseiem na igualdade ou na diferença.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Krishnamurti disse um dia… sobre Meditação

... A imensidade do silêncio é a imensidade da mente em que não existe um centro.

... A luz é luz; não anda à procura de mais luz.

A meditação é a brisa que entra quando deixamos a janela aberta; mas se deliberadamente a mantemos aberta, com o propósito de atrair a brisa, ela não aparece.

... E nessa atenção não existe nenhuma fronteira, nenhum centro, nenhum “eu” que esteja atento. Essa atenção, esse silêncio, é um estado de meditação.

Meditar é descobrir se há um campo que não esteja já contaminado pelo conhecido.

... Quando o pensamento está silencioso, há vazio, e este vazio é ordem.
Na meditação temos de descobrir se é possível um cessar dos conhecimentos, e libertarmo-nos, assim, do conhecido.

A meditação é a acção do silêncio.

Meditar é libertarmo-nos do pensamento; é um movimento no êxtase da verdade.

Meditar é destruir a “segurança”...

A “morte” a que a meditação dá origem é a imortalidade do novo.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Consultas de PNL e Panorama Social Mental

Problemas relacionais, de auto-estima ou falta de autoconfiança; conflitos e vivências desagradáveis de poder e submissão; problemáticas familiares, ou em equipas e organizações; traços de carácter limitadores e sensações desagradáveis, etc., podem ser de forma relativamente fácil diagnosticados, analisados e solucionados com a ajuda da PNL e do Panorama Social.

Basicamente em PNL dizemos que a relação que mantemos com nós mesmos e as nossa relações sociais, não são o resultado directo do mundo, mas são fundamentalmente o resultado do modelo mental que criámos do mundo. Nesse espaço mental a que chamamos “Panorama Social”, uma aplicação terapêutica moderna da PNL, o “lugar” que criámos inconscientemente na nossa mente para nós e para os outros determina a sensação que temos de nós e dos outros e é responsável por todas as nossas inter-relações.
O trabalho com coach e terapia consiste sobretudo na “relocalização” das posições de mim e do outro, trabalho esse que é feito ou actuando directamente nas localizações ou através da implantação de recursos que irão facilitar essa relocalização.

Nas consultas com o emprego do Panorama Social é feito vastamente uso do Panorama Familiar na infância. Como a base da nossa personalidade reside muito provavelmente na maneira como o Panorama Familiar está organizado num determinado período da vida, as relocalizações mentais dos membros da família para lugares mais adequados são poderosas bases para uma transformação radical.

http://www.pnl-portugal.com/social_panorama_artigo.htm

(Em Outubro de 2008, Lucas Derks, o autor do Panorama Social, estará de novo em Portugal para formar novos consultores)

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Poesia

IMAGINAÇÃO

Preferência
Do que for da ideia,
Pensamento existente,
No momento
Transparência total,
Auto respeito absoluto,
Em auto admiração amor,
Inexcedível auto aceitação comum mutua,
Rapport em imaginação conhecida,
Incondicionalmente infinita.
Henrique Pires Oliveira.

Pensamento

A vida é para nós o que concebemos dela.
Para o rústico cujo campo lhe é tudo, esse campo é um império.
Para o César cujo império lhe ainda é pouco, esse império é um campo.
O pobre possui um império; o grande possui um campo.
Na verdade, não possuímos mais que as nossas próprias sensações; nelas, pois, que não no que elas vêem, temos que fundamentar a realidade da nossa vida.

(Fernando Pessoa)
Caro Dr. José Figueira: Inspirado na PNL escrevi o artigo que se segue para um jornal. Cumprimentos.
Carlos

Restrinja o «Não» aumentando o «Sim»

A linguagem tem uma influência decisiva nas nossas vidas. Ao que consta, proferimos em média 20000 palavras por dia (bem, os tagarelas estão bem acima da média!), que têm um efeito directo nas nossas funções biológicas e psíquicas.
Jairo Manchila, Nelly Penteado e Maria Helena Lorentz (esta última com um artigo excelente, intitulado Porque evitar o «NÂO» e a linguagem negativa, acessível em www.golfinho.com.br) advertem-nos acerca influência da aplicação do advérbio de negação «não» na linguagem quotidiana.
Imagine que eu lhe peço para não pensar num limão. Em que é que você pensou? Ora: num limão! Isto porque a nossa mente não consegue, neurologicamente, imaginar a negação. A negação só existe na representação simbólica e não na experiência primária. Há até a tendência para fazer aquilo que se negou, porque a mente faz a imagem, e fixa-se no que vem depois do «não». Por isso é que convém substituir frases negativas por positivas. Em vez de dizer: «Não entres em pânico», experimente dizer: «Fica calmo». Substitua «Não quero engordar» por «Quero emagrecer». Em vez de dizer «Não te esqueças de…», prefira «lembra-te de…». E tantos, tantos outros exemplos da nossa vida diária!
O «nunca», o «evite» e as formulações negativas em geral têm o mesmo efeito do «não». O leitor muito provavelmente lembra-se daquela advertência aos condutores, que é: «Se conduzir não beba». Ora bem: pela positiva teríamos uma formulação do tipo: «Se conduzir mantenha-se sóbrio.» Outro exemplo: conhece aquelas portas onde existe um letreiro que diz: «Proibida a entrada a pessoas estranhas ao serviço»? Proponho que se mude a mensagem para: «Só é permitida a entrada a pessoas do serviço.» Experimente agora, neste momento, caro leitor, colocar na positiva aquela frase também muito conhecida: «Proibida a entrada a menores de 18 anos.» Muito fácil, não é?
Devemos abolir o «não», riscando-o do dicionário? Claro que não! O que importa é aplicar um «não» funcional. Vejamos o exemplo de um «não» funcional. Quando um professor diz aos alunos: «Isto [uma determinada matéria a leccionar] ainda não é fácil», esta é uma frase motivadora, porque antevê que a matéria seja fácil em breve.
No que diz respeito às crianças, a diminuição do «não» harmoniza-se com a postura de pais afectivos, democráticos e não-indulgentes. Toda a criança, como se sabe, tem necessidade de limites, como também de uma linguagem positiva que lhe abra progressivamente alternativas, flexibilidade de comportamento e leque de possibilidades de acção. Imagine que o seu filho lhe pede para ir ao cinema, e você, como pai, não deixa. Tudo bem. E que tal experimentar dizer-lhe: «Não vais ao cinema, mas vamos amanhã a um passeio». Você aqui colocou limites, e o «não» aqui é funcional porque abre para uma alternativa, que é até reforçada, uma vez que se apresenta a seguir ao «mas»: a de dar um passeio.
Carlos da Luz

Pensamento

Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso.
Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta o nosso edifício inteiro.

(Clarice Lispector)

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Neuro-Linguistic Programming Research Data Base


http://www.nlp.de/cgi-bin/research/nlp-rdb.cgi

General Information
The NLP Research Data Base (NLP-RDB) is an ongoing project initiated by myself and coworkers at the University of Bielefeld and now presented in the www-net.
Its origin was in 1992 when we started collecting the world-wide available empirical studies relating to NLP to have them reviewed, systemized via keywords and presented in a data base format such that interested people from all over the world could get information about the actual level of international NLP research.
As it turned out, Bielefeld University was not in a position to offer general availability of the data base. So we started looking for alternative ways of presenting them to the public.
Thanks to the work of Franz-Josef Hücker and his Berlin crew, the RDB-NLP can now be accessed in the framework of the German NLP Internet Project.
If you want to have your work collected in this data base or if you know about research which is not yet presented here, please let us know via
e-mail.
PD Dr. Daniele Kammer Bielefeld, December 1997
# This work has been funded by GANLP e.V. (1994/95), and DG-NLPt e.V. (1996/1997).

This website was carefully updated on Saturday, 17 March 12:55:25 CET 2007.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Frases de Korzybski


God may forgive your sins, but your nervous system won't.

If a psychiatric and scientific inquiry were to be made upon our rulers, mankind would be appalled at the disclosures.

If words are not things, or maps are not the actual territory, then, obviously, the only possible link between the objective world and the linguistic world is found in structure, and structure alone.

There are two ways to slice easily thorugh life; to believe everything or to doubt everything. Both ways save us from thinking.

Thus, we see that one of the obvious origins of human disagreement lies in the use of noises for words.

Two important characteristics of maps should be noticed. A map is not the territory it represents, but, if correct, it has a similar structure to the territory, which accounts for its usefulness.

Whatever you say it is, it isn't.

(Alfred Korzybski)

Korzybski - Meta Modelo

Alfred Korzybski (1879-1950)

Foi Alfred Korzybski, criador da Semântica Geral, que cunhou a frase
"o mapa não é o território," um dos princípios fundamentais da PNL.
A filosofia da linguagem de Korzybski foi uma das principais influências no desenvolvimento inicial da PNL, especialmente o Metamodelo. Seu trabalho na área da semântica, combinado com a teoria sintática da gramática transformacional de Chomsky, forma em grande parte o núcleo do aspecto "linguistico" da Programação NeuroLinguística.

O principal trabalho de Korzybski, Science and Sanity (1933), afirma que o progresso humano é, em grande parte, resultado do seu sistema nervoso mais flexível, que é capaz de formar ou usar representações simbólicas, ou mapas. A linguagem, por exemplo, é um tipo de mapa ou modelo do mundo que nos permite resumir ou generalizar as nossas experiências e passá-las para os outros, poupando-os de fazerem os mesmos erros ou reinventar o que já foi descoberto. Essa capacidade de generalização linguistica dos humanos, Korzybski argumentava, é responsável pelo nosso enorme progresso sobre os animais, mas a divergência e o uso errado de tais mecanismos simbólicos foram também responsáveis por muitos dos nossos problemas. Ele sugeria que os humanos precisavam ser corretamente treinados no uso da linguagem para evitar os desnecessários conflitos e confusões que resultam da confusão entre o 'mapa' com o 'território.'

A lei da individualidade de Korzybski afirma que "duas pessoas, ou situações, ou estágios do processo não são as mesmas em todos os detalhes." Korzybski observou que nós temos menos palavras e conceitos do que experiências únicas, e isso tende a conduzir para a identificação ou "confusão" de duas ou mais situações (o que é conhecido como "generalização" no Metamodelo). A palavra "gato," por exemplo, é comumente aplicada a milhões de animais individuais diferentes, para o 'mesmo' animal em diferentes épocas da sua vida, para a nossas imagens mentais, para ilustrações e fotografias, metaforicamente para o ser humano ("um hep-cat"), e mesmo para as letras combinadas g-a-t-o. Assim, quando alguém usa o termo "gato," não está claro se está se referindo a um animal de quatro pernas, uma palavra de quatro letras ou um hominídeo de duas pernas.

Korsybski desenvolveu um programa para ensinar as pessoas como reconhecer e transcender os seus hábitos de linguagem a fim de se comunicarem com mais eficiência, e apreciar melhor as características únicas das suas experiências diárias. Seu propósito era induzir as pessoas a avaliarem suas experiências menos pelas implicações da sua linguagem de todos os dias e mais pelos fatos únicos da situação particular. Korzybski acreditava que para escapar das limitações da linguagem diária de alguém, as pessoas necessitavam de novas maneiras de 'pensar.' Ele defendia o 'pensar' em modalidades não-linguísticas, tal como usar imagens visuais. Ele também desenvolveu ferramentas visuais para ensinar humanos a diferenciar entre várias 'ordens de abstração.' Isso incluía as diferenças entre o que nós vemos (nossas representações internas) e os estímulos externos em si, e entre os mapas verbais (o que é conhecido como "experiência secundária" na PNL) e as representações sensoriais ("experiência primária" na PNL). Reconhecer as diferentes ordens de abstração também incluíam distinções entre (a) descrições das experiências e (b) inferências (conclusões tiradas de nossas experiências e descrições); e entre descrições sobre descrições, inferências baseadas em inferências, sentimentos sobre sentimentos (sensações sobre outras sensações), e entre as abstrações de uma pessoa e as abstrações de outra pessoa, etc.

O propósito das distinções de Korzybski era encorajar as pessoas a retardarem suas reações imediatas enquanto elas procuravam as características únicas das interpretações da situação e as alternativas. Em outras palavras, ele estava tentando unir métodos científicos com "sanidade."

As idéias e os métodos de Korzybski são uma parte importante das bases da PNL. De fato, em 1941, Korzybski mencionou "neurolinguística" como uma área de estudo relativo a "Semântica Geral." Os conceitos e processos da PNL como Metamodelo, condições de boa formulação dos objetivos e os quátruplos (VCAO ou VKAO), todos tem suas raízes no trabalho de Korzybski.

Texto traduzido e adaptado da Encyclopedia of Systemic NLP and New Code de Robert Dilts e Judith DeLozier.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Os Cinco Estados Essenciais.

1. SER- Quando estou num estado de SER, estou consciente da minha presença de dentro para fora... Esse estado também pode ser descrito como "presença", "plenitude" ou "totalidade".

2. PAZ INTERIOR.

3. AMOR.

4. SENSAÇÃO DE BEM-ESTAR.

5. UNICIDADE.


Por CONNIRAE ANDREAS COM TAMARA ANDREAS-Tranformação Essencial, atingindo a nascente interior.

O MAPA nunca´é o TERRITÓRIO


sábado, 17 de novembro de 2007

Pensamento


A mente é como um pára-quedas, só funciona quando aberta.
(Lord Thomas Dewar)

The Structure of Magic

A Estrutura da Magia (The Structure of Magic) volumes I e II foi o primeiro livro escrito pelos fundadores da PNL, Richard Bandler e John Grinder.
Certas pessoas conseguem fazer coisas que parecem mágicas. Era isso que acontecia com as primeiras pessoas modeladas por Bandler e Grinder.
Todos nós temos situações na nossa vida em que fomos tão eficientes em algo ao ponto de ficarmos verdadeiramente impressionados, como se fosse algo mágico.
O que os fundadores da PNL descobriram é que essa magia tem uma estrutura, que pode ser conhecida e repetida por nós ou por outros.
Quando isso acontece deixa de ser magia e transforma-se em algo muito útil.